2.4.2 Energias renováveis e emergentes

No assunto energia, temos vivenciado no Brasil e mundo afora problemas como a crise hídrica e, consequentemente, o desabastecimento das hidrelétricas. A soma destes problemas com a crise econômica está despertando na população, e no próprio mundo empresarial, o interesse por alternativas mais estáveis ou rentáveis, como a energia solar, a energia eólica e a bioenergia. Considera-se também nesta tendência a decaída de fontes de energia não-renováveis e combustíveis fósseis, em especial o petróleo.


Insights

O que você pode fazer:

  • Que tal procurar por empresas parceiras ou fornecedores de fontes de energia alternativa? Busque por usinas e negócios B2B que produzam ou armazenem energia solar, eólica, bioenergia, etc.
  • Se você tiver recursos financeiros, que tal instalar seu próprio sistema independente de energia solar?

Vale a pena pesquisar sobre:


Dados

  • Um estudo realizado pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) afirma que o Brasil recebe mais de 2.200 horas de irradiação solar por ano. Se esse potencial fosse aproveitado por painéis fotovoltaicos e convertido em energia elétrica, o Brasil poderia gerar até 15 trilhões de megawatts.
  • Quanto à energia eólica, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o potencial de geração do país é de cerca de 500 gigawatts – número três vezes maior que o atual parque nacional de energia elétrica pode gerar com todas suas fontes disponíveis.
    Fonte: EsferaEnergia; Fontes mencionadas: INPE, ABEEólica
  • Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) afirma que a matriz energética brasileira, em 2019, era formada por 45% de fontes renováveis e 54% de fontes fósseis. Entre os países parceiros do BRICS, o Brasil é o primeiro colocado no quesito – as fontes de energia fósseis chegam a 97% na África do Sul, 94% na Rússia, 92% na Índia e 87% na China.
    Fonte: Governo do Brasil; Fontes mencionadas: Ipea