1.2.3 Vozes das minorias

Grupos marginalizados pela sociedade e esquecidos pela indústria redescobrem suas identidades e se unem para abraçar suas características próprias. De diferentes corpos ou etnias, a diferentes faixas etárias ou orientações, há uma exigência social para que, muito mais que apenas respeitar estes grupos, as empresas de fato considerem suas necessidades específicas ao desenvolver produtos e serviços. Para além dos próprios indivíduos que compõem tais grupos, este mindset já se encontra presente em uma parcela considerável da população (mesmo em grupos não-marginalizados).


Insights

O que você pode fazer:

  • Veja quais são os pontos de discussão destes grupos que você acredita que sua empresa pode auxiliar a partir de ações externas, ou ainda, implementar aos processos internos. Para começar, você pode procurar influenciadores, especialistas e grupos de discussão nas redes sociais.

Vale a pena pesquisar sobre:


Dados

  • As empresas que possuem políticas e práticas que favorecem a diversidade de gênero já representam 60% das empresas brasileiras, aponta pesquisa do Instituto Ethos em parceria com FGV-SP, ONU Mulheres, Ipea e outras grandes instituições. A pesquisa coletou dados das 500 maiores empresas do Brasil.
  • Segundo a HBR, um ambiente diverso faz com que, em média, 17% dos colaboradores estejam mais dispostos a se engajar ativamente além das suas responsabilidades. 
  • Segundo dados da McKinsey, empresas com diversidade racial e étnica tem 35% mais chances de ter retorno financeiro melhor que a média. 
  • Um ambiente diverso é um ambiente com menos conflitos, é o que afirma a pesquisa da Harvard Business Review. A pesquisa ainda revela que a redução de conflitos chega até 50%.
  • Companhias com pessoas LGBTQ+ em altos cargos tem um desempenho 61% maior, de acordo com estudo realizado pela Milwaukee Independent.
    Fontes: Gupy, Gupy; Fontes mencionadas: Instituto Ethos, FGV-SP, ONU Mulheres, Ipea, HBR, McKinsey, Milwaukee Independent