A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,944 bilhões em setembro de 2015. O resultado é o melhor para meses de setembro desde 2011, revertendo o déficit de US$ 42 milhões registrado em igual período do ano passado. As exportações somaram US$ 16,148 bilhões e as importações US$ 13,204 bilhões. Os dados foram divulgados na sede da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
A média diária das exportações em setembro chegou a US$ 769 milhões, 4,3% acima da média verificada em agosto deste ano (US$ 737,4 milhões), resultado do embarque de produtos básicos (US$ 7,163 bilhões), manufaturados (US$ 6,33 bilhões) e semimanufaturados (US$ 2,277 bilhões). Na comparação com setembro de 2014, a média diária das exportações caiu 13,8% (US$ 891,6 milhões).
Segundo o MDIC, apesar do efeito da queda de preços, o Brasil é um dos países com maior crescimento na quantidade exportada.
As exportações de manufaturados, em média diária, reduziram 4,6% no mês em comparação com setembro de 2014.

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Pelo lado das importações, a média diária em setembro de 2015 foi de US$ 628,8 milhões, o que representa uma alta de 3,2% sobre agosto deste ano (US$ 609,3 milhões) e uma queda de 32,7% na comparação com setembro de 2014 (US$ 934,5 milhões). Decresceram as importações de combustíveis e lubrificantes (-61,9%), bens de capital (-27,4%), matérias-primas e intermediários (-26%) e bens de consumo (-23,4%) Segundo Brandão, houve queda nas importações de itens de todas as categorias de produtos.
As principais quedas nas aquisições de bens de consumo foram observadas nas importações de automóveis de passageiros e partes, bebidas e tabaco, vestuário, produtos de toucador, partes e peças para bens de consumo duráveis, móveis, produtos alimentícios, máquinas e aparelhos de uso doméstico, produtos farmacêuticos e peças de decoração.

Um dos destaques no período foi o aumento das exportações de produtos manufaturados para os Estados Unidos. Entre janeiro e setembro, as exportações de industrializados acumulam alta de 4%, com destaque para gasolina (123%), laminados planos de ferro e aço (116,3%), aviões (61,8%), preparações e conservas de carne bovina (47,9%) e partes de motores e turbinas para aviação (17%).

Outro destaque foi a retomada das exportações de carne bovina para a China este ano que de junho a setembro foi exportado US$ 222 milhões, valor muito superior aos US$ 300 mil exportados no mesmo período do ano passado.

 

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