Algum tempo atrás, seria impossível imaginar alguns comportamentos e mudanças de hábitos do público no consumo forçando uma adaptação nos empreendimentos defronte as intempéries existentes no país e no mundo.

Mas o fato é que a taxa total de empreendedorismo no Brasil atingiu, em 2014, o seu maior índice de todos os tempos.  De acordo com a nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada no Brasil pelo SEBRAE e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP).

Esse índice apresenta os seguintes desdobramentos: três em cada dez brasileiros adultos entre 18 e 64 anos possuem uma empresa ou estão envolvidos com a criação de um negócio próprio. Em dez anos, essa taxa de empreendedorismo saltou de 23%, em 2004, para 34,5%.

O surgimento de uma era de profissionais e de famílias tecnológicas, adaptadas a sua situação diária em que esses meios hi tech vem auxiliar na execução de tarefas menores e aperfeiçoar melhor o uso do tempo, pois, hoje estamos fazendo mais com menos tempo. Como ter o produto ideal para esta nova era?

Se observarmos a pesquisa do GEM em relação à renda familiar, a região Sul se destaca por apresentar, entre as regiões brasileiras, a menor taxa específica de empreendedorismo inicial entre indivíduos com níveis de renda de 6 a 9 salários mínimos (16,2%). Homens são mais ativos do que as mulheres no que se refere ao empreendedorismo estabelecido na Região Sul. A taxa é de 21,1% entre os homens contra 15,9% entre as mulheres. No Brasil, essas taxas são de 19,4% e 15,6% respectivamente;

A fotografia nos reporta a uma reflexão importante sobre a população, um número menor de filhos, uma renda maior, mais membros da família que tenham rendimentos, itens de despesas menores, mas os valores oscilam em relação as necessidades e as disponibilidades formas de acesso disponível nos dias de hoje.

Profissionais mais bem preparados e atentos ao futuro com essas mudanças, de maneira que existe espaço para criar produtos e serviços que atendem às necessidades e desejos desses públicos, é momento ideal para reinventar e adaptar os empreendimentos a este pequeno cenário.

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Nas duas últimas décadas a evolução dos setores é evidente, como: tecnológicos, dinâmicos, com níveis diferentes de maturidade. Conforme a GEM – os empreendedores estabelecidos se destacam também por apresentar a maior proporção dos que afirmam ter idade de tecnologia entre 1 a 5 anos (2,4%). No Brasil esse percentual é de 1,1%. Apesar de toda essa evolução a discussão sobre os nichos ainda não explorados é grande, por isso conhecer a realidade de sua região vem ajudar na estratégia para identificar os cenários e usar seus conhecimentos aliado a suas habilidades na realização de seu SONHO de ser empreendedor.

Para quem gosta de desafios seguros é indispensável entender as mudanças, monitorar seus ciclos e acompanhar as tecnologias disponíveis. Estamos em constante mudança às informações, hábitos e comportamentos em uma velocidade alta e termos o discernimento de utilizar melhor tais intempéries tornando realidade o negócio que pretende abrir.

Fonte: região Sul da pesquisa Empreendedorismo no Brasil 2014 – GEM 2014, versão nacional para o projeto Global Entrepreneurship Monitor – GEM.

 

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