Recém retornando do 34º ENAEX, Encontro Nacional de Comércio Exterior no Rio de Janeiro que encerrou nessa última quinta-feira dia 20 de agosto, pude ouvir um pouco mais sobre o Plano Nacional de Exportação, onde o Governo aproveita o período de alta da moeda americana para incentivar as exportações!

O Ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior enfatizou que dois importantes pilares do plano são o de acesso a mercados e também o de promoção comercial”, ressaltando a elaboração, em conjunto com a Apex-Brasil, de um mapa estratégico que identifica os 32 mercados prioritários para o comércio exterior brasileiro no período 2015-2018.

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No encontro, o ministro também falou sobre as relações comerciais com o Mercosul, onde o Brasil vem trabalhando muito bem com os parceiros, destacando que o MDIC trabalha com o marco regulatório existente e “que quaisquer alterações no Bloco devem ser ponto de discussão no Congresso Nacional”, e reiterou que desde que assumiu a pasta, percebeu que há uma ampla possibilidade de atuação sem que o Mercosul represente uma trava para as negociações brasileiras. Ressaltou a importância de aumentar a atuação do Brasil na América do Norte, especificamente com os Estados Unidos, que é um dos mais importantes mercados do mundo, e com quem o Brasil vem negociando acordos de convergência regulatória e harmonização de normas.

Em relação ao México, citou a ampliação do Acordo de Complementação Econômica (ACE) nº 53, explicando que o acordo, inicialmente, deverá cobrir uma gama de quatro mil itens. Após o início da retomada das negociações as exportações brasileiras de automóveis para o México já aumentaram 70%. Citou ainda as negociações com países da Baía do Pacífico – Peru, Colômbia e Chile -, com os quais o Brasil tem negociado a antecipação da desgravação tarifária, que culminará no livre comércio, de 2019 para 2017. O Brasil já teve 20% do mercado de automóveis da Colômbia e perdeu participação. Essas negociações são feitas no âmbito do Mercosul.

Desde o início do ano, o Brasil já assinou quatro Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos com Moçambique, Angola, Maláui e México. Estes acordos vão garantir um marco regulatório mais seguro para as empresas brasileiras que atuam nesses países.

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