Na primeira reunião da CAMEX – Câmara de Comércio Exterior realizada no ano, entre os assuntos tratados pelos ministros, estavam uma breve análise do contexto econômico e papel estratégico do comércio exterior e as diretrizes que balizam o Plano Nacional de Exportação, a ser lançado pelo governo federal nos próximos dias.

Na avaliação do ministro Armando Monteiro, que preside o Conselho da Camex, a reunião teve resultados importantes: “houve convergência absoluta dos ministros sobre a necessidade de conferir um novo status ao comércio exterior. Outro ponto foi a compreensão de todos que o Brasil precisa de uma política comercial mais ativa, mais pragmática”.

Houve consenso sobre a necessidade de integrar o país de maneira mais efetiva nessa rede de acordos internacionais de comércio e de valorizar e priorizar a política de acesso a mercado em áreas muito importantes.

Para 2015, mesmo com o déficit apresentado no ano passado e no primeiro quadrimestre, o ministro estima que a balança comercial deve apresentar saldo positivo. Estudos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) apontam que o comércio exterior brasileiro apresenta enorme potencial de crescimento, com benefícios imediatos e relevantes para a economia como um todo.

Plano Nacional de Exportação

O plano está sendo construído com apoio interministerial e em estreita coordenação com o setor privado. O documento busca estimular a ampliação, a diversificação e a agregação de valor às exportações brasileiras. O plano está sendo construído sobre cinco pilares: acesso a mercados; facilitação de comércio; crédito às exportações; aperfeiçoamento de mecanismos e regimes tributários para o apoio às exportações; e promoção comercial.

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Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações – Cofig

Os ministros aprovaram a elevação do limite de exportação anual para enquadramento das empresas no conceito de micro, pequena e média empresa (MPME), de US$1 milhão para US$3 milhões, mantendo-se inalterado o limite de faturamento bruto anual das empresas em R$90 milhões. Proposta já aprovada pelo Cofig, em novembro do ano passado.

A Agência Brasileira de Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF) já promoveu as mudanças necessárias para a elevação do teto e, para validá-lo, somente aguardava o referendo da Camex. Com a alteração, haverá uma elevação significativa de empresas que poderão acessar as coberturas do Seguro de Crédito à Exportação.

Olha, sinceramente, vamos torcer para que tudo isso seja efetivamente operacionalizado!!!!!

 

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