Como estamos no mês das mulheres, dedico esse post àquelas que dedicam parte de suas vidas sendo profissionais, seja como autônomas ou funcionárias.

Muitos profissionais que ocupam cargo de liderança nas organizações gostam de “equilibrar” suas equipes, contando com parte da equipe de homens e parte mulheres.

Esse quadro é recente no histórico profissional, pois o marco de início da inserção da mulher no mercado de trabalho é o século XX, ocasionado por causa da Primeira e da Segunda Guerra Mundial. Os homens, até então provedores do lar, ao serem convocados para a guerra, não tinham como trabalhar e sustentar a família, ocasionando assim, a necessidade de a mulher trabalhar.

Além da necessidade social para a inserção da mulher no mercado de trabalho, existem outros fatores que as fizeram não só se manter, mas também realizarem a diferença no mercado de trabalho.

Um desses fatores é o fato das mulheres serem a maioria no país, conforme mostra a pesquisa recente do IBGE (http://noticias.r7.com/brasil/noticias/brasil-tem-6-milhoes-de-mulheres-a-mais-que-homens-20120921.html?question=0)

Porém, há outro fator que, a meu ver, é o que faz a grande diferença!

As mulheres trazem consigo o comportamento FEMININO para o ambiente de trabalho, marcado pelo acolhimento, sensibilidade, cuidado na realização das suas tarefas, atenção aos detalhes, capacidade de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo e tomadas de decisões em cima de visão holística e participativa.

Mas como as flores também têm seus espinhos, também é comum serem observados os comportamentos FEMINISTAS, aspectos herdados pela cultura patriarcal e da cobrança social quanto ao papel das mulheres. Por vezes esses aspectos, geram comportamentos como a tentativa de trabalhar de um jeito masculinizado, a fim de provar a igualdade com os homens, realização das atividades com excesso de perfeição e busca constante de equilibro, decorrente do excesso de responsabilidades assumidas.

De uma forma ou de outra, as mulheres estão cada vez mais inseridas no mercado de trabalho, e as empresas incentivando cada vez mais a sua contratação. Esta é uma tendência, que, se ainda não praticada pela sua empresa, com certeza em breve será uma realidade.

Encerro o post com a pergunta clichê, relacionada ao mercado de trabalho, e o resultado de uma pesquisa realizada pela empresa Catho:

“O que as elas querem?”

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