Em meio a tantas mudanças, rupturas e novos modelos de negócios, já se perguntou onde exatamente sua empresa está posicionada? Tenho quase certeza que já fez essa reflexão. Então agora é minha vez de perguntar: onde quer que ela esteja? Vou além: onde ela deveria estar? Se quisermos ser diretos, a resposta é simples: no bolso dos seus clientes.

Espera aí, como assim? Fique tranquilo, vamos falar melhor sobre isso.

Já não é mais tendência nem previsão de um futuro distante. Há anos, a internet é uma realidade que definitivamente mudou a forma como nos relacionamos com produtos e serviços. E os smartphones, com toda sua conveniência e tecnologia, trouxeram aos consumidores um poder inimaginável de escolha e decisão. Praticamente tudo o que fazemos hoje é atrás de uma telinha pequena que está conosco 24 horas por dia (mesmo quando dormindo, sempre do nosso lado). E a dependência tem vários “culpados”: mensagens no WhatsApp, novidades no Facebook, Instagram e outras redes sociais, revistas e jornais em versões digitais, músicas, previsão do tempo para consulta rápida, agenda eletrônica e transações bancárias. Ah e, claro, mesmo que citado por último, as tradicionais ligações.

O infográfico abaixo, criado pelo blog Design Culture, detalha a relação das pessoas com seus celulares:

Poucos hábitos nossos são repetidos mais do que 150 vezes por dia, com exceção dos involuntários, como piscar os olhos e, claro, respirar. Mas, acredite, tirar o celular do bolso e olhá-lo é um deles. Segundo um artigo da Revista Exame, donos de smartphone ficam, ao todo, 2 horas e 42 minutos por dia vidrados no aparelho, de acordo com uma pesquisa recentemente realizada nos EUA. Apesar dos números retratarem a realidade americana, nós, brasileiros, não ficamos muito atrás.

Esse “vício” dos usuários mexeu com o formato de vários negócios, que passam a centrar suas energias na criação de aplicativos e soluções para smartphones. É importante que você comece a agir também. Há pouco tempo, a expressão Mobile First (prioridade para dispositivos móveis) sugeria que as empresas, antes mesmo de criar um site, deveriam focar inicialmente no desenvolvimento de um app mobile e somente depois ampliar a experiência para o computador e outros canais. Justo, se considerarmos a mudança constante na forma de consumo.

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Mas um novo movimento já parece ter iniciado e, ao que tudo indica, vai ganhar ainda mais força: o Mobile Only (foco somente no Mobile, onde nem mesmo um aplicativo Web é desenvolvido.) Essa mentalidade vem amadurecendo, considerando que muitas pessoas têm trocado o PC pelo celular. A questão da conveniência conta muito para essa mudança de comportamento também. Outro ponto importante: a Geração Z (pessoas nascidas após 1995), composta por nativos digitais, que já está muito mais familiarizada com a experiência móvel e propensa ao uso massivo do celular. Aliás, eles são os seus consumidores do futuro e por isso merecem atenção.

Toda essa “conscientização digital” não está restrita a grandes corporações. Sua empresa também deve considerar esse novo cenário.

Não se trata mais de inovação, mas de competitividade. A adaptação pode ser gradual e dentro das possibilidades do seu orçamento, dá para começar devagar. O primeiro passo é entender e assimilar como as pessoas se relacionam com marcas e como você pode tirar proveito disso: com um site ou uma página no Facebook, por exemplo. O Sebrae/PR pode ajudá-lo nisso. Como? Clique aqui e comece a construir sua presença online.

Mais importante que “only” e “first” é que a sua empresa seja “mobile”

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