Todos os dias uma nova ideia de negócio está nascendo, muitas ainda sem sequer sair da cabeça do potencial empreendedor, quem dirá ir para o papel e muito menos chegar a um protótipo. O principal motivo para isso está relacionado ao medo de errar. Não queremos errar, aliás, em geral fomos educados em certa medida por nossos pais com o propósito de não errar regado a jargões já ouvidos por vários de nós quando crianças tais como “SEJA PERFEITO” ou “NÃO ERRE” “SEJA DEDICADO”.

Para uma boa cultura empreendedora no Brasil precisamos da crença do “eu posso, eu consigo”, “sou capaz” fruto de um convívio mais encorajador ainda dentro de casa quando crianças, isto tudo aliado à motivação, que deve vir de dentro para fora, com tudo isso temos mais chances de conquistar bons indicativos de vitalidade e da mudança saudável do nosso comportamento empreendedor.

Todavia, muita coisa está mudando, um reflexo disso é o surgimento nos últimos anos no Brasil de uma cultura de inovação, baseada na prototipagem de ideias, registros de patentes, modelagem de negócios e etc. nós especialista em pequenos negócios nos deparamos frequentemente com um novo perfil empreendedor inspirado talvez no comportamento norte americano onde a busca por montar Startup de alta rentabilidade vem crescendo inspirado no movimento do Vale do Silício na Califórnia, centro mundial das maiores empresas de tecnologia do planeta. Lá naquela região a regra de conduta é de que ninguém tem medo de errar, muito pelo contrário, por lá se diz assim, “erre, mas erre logo para corrigir logo”, há uma certeza contundente de que com o erro vem o aprendizado.

Esse novo perfil tem demonstrado certa rapidez em transformar ideias em algo tangível, em especial num público mais jovem menos conservadores, de modo que essas ideias possam ser testadas e melhoradas com o aprendizado dos erros em curto espaço de tempo. Os líderes devem incentivar a experimentação e aceitar que não há nada de errado com o fracasso, contanto que ele ocorra no começo e se torne fonte de aprendizado vibrante, presente numa cultura de inovação fazendo parte do processo criativo, e não como uma forma de validar ideias acabadas.

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