O Brasil enfrenta graves problemas de infraestrutura que impedem o progresso de setores importantes da economia, entre eles, o transporte, cujas soluções, a médio e longo prazos, precisam ser discutidas com urgência.

Problemas estes que aumentam os custos dos produtos e diminuem a nossa competitividade.

Os gargalos em infraestrutura são os principais “nós” que travam o desenvolvimento da economia brasileira.
O que esperar de um País com as dimensões do Brasil, onde apenas 11,9% da malha rodoviária do país é pavimentada, enquanto 62% das rodovias registram problemas graves de infraestrutura – geometria, pavimento e sinalização, representando assim a falta de planejamento e como consequência menos dinheiro no bolso dos transportadores, agricultores e industriais.

Sem contar as dificuldades nas áreas de ferrovias (faixas de domínio que reduzem a velocidade dos trens, passagens em nível e falta de uniformidade entre as bitolas) e portos (acessos precários, problemas de dragagem nos terminais, burocracia excessiva e alta tributação). No caso dos aeroportos, faltam investimentos e a infraestrutura precária gera custos adicionais e perda na qualidade dos serviços.

Numa cidade como Curitiba, que acaba de receber seu primeiro voo direto entre EUA e Paraná, a aeronave que faz o trajeto não pode decolar cheia, é obrigada a parar em Porto Alegre para preencher seu peso limite e poder decolar em segurança, porque a pista do aeroporto Internacional Afonso Pena não tem a dimensão necessária para decolagem de uma aeronave de grande porte com seu peso máximo atingido.

Outra preocupação que representa um prejuízo incalculável principalmente para o agronegócio é o apagão portuário, onde o custo para escoar a produção da lavoura até o porto de embarque é quatro vezes maior que nos Estados Unidos e na Argentina.

A integração dos Modais é uma das soluções mais viáveis a ser trabalhada. Mesmo que a longo prazo, quem sabe as ações previstas do Plano Nacional de Logística Integrada (PNLI), cujo objetivo é oferecer serviços eficientes de logística, no Brasil, a partir de 2016, sejam uma luz no fim de um túnel “que nunca acaba de ser construído”!

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