Existem cada vez mais homens e mulheres adultos morando com seus pais por mais tempo e ultrapassando a barreira dos 30 anos de idade. O mais interessante é que muitos teriam condições financeiras para manter uma vida independente, mas não querem deixar o conforto e facilidades que tem na casa dos pais. Os pais desta geração foram os independentes da década de 60/70 e que deixaram a casa dos pais muito cedo. Provavelmente os pais desta geração não queiram que seus filhos passem por aquilo que passaram, provavelmente ocorra um contra fluxo em que seus netos busquem novamente a independência.

Como os pais são mais liberais, sendo compartilhado entre todos a liderança, decisões e autoridade da família, muitos filhos tem a mesma liberdade que teriam se estivesse morando sozinhos. Aliado a questão economia e facilidades esta situação é a ideal para se manter na casa dos pais por mais tempo. Esta independência aliada ao compartilhamento da moradia podem gerar novas oportunidade de negócios que podem ser aproveitadas.
Mas no contra ponto desta realidade existem mais de 5 milhões de domicílios no Brasil com apenas um residente, ou seja, pessoas que buscaram sua independência e que tem necessidades específicas a serem atendidas como embalagens com um volume menor de produtos suficiente para apenas uma pessoa. Isso pode ser explicado pelo grande número de separações e divórcios que ocorrem e pela independência financeira da mulher que permitiu que vivessem por conta própria.

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Outra tendência é a de casais sem filhos, mais de 8 milhões de casais no Brasil não tem filhos. A taxa de fecundidade da mulher brasileira vem caindo nas últimas décadas, o que vai nos transformando em um país de pessoas mais velhas.

Mulheres com mais educação desejam menos filhos, atualmente existem muitos meios de planejamento familiar, a vida profissional da mulher é colocada em primeiro plano e o custo de vida elevado acabam desestimulando os casais. Um casal sem filhos tem uma renda maior em função de investimentos em educação próprios e maiores facilidades para se dedicarem à carreira. Isso também é válido para o mercado gay que sem os filhos, também tem maior renda.

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