Participando de uma Missão Empresarial

Olá, estamos quase chegando no dia do embarque…

Assim esta semana estaremos postando algumas dicas importantes para os empresários(as) que irão participar “e já confirmaram presença”, e também para os que ainda estão por confirmar, afinal restam poucas vagas no grupo.

Boa leitura! 

Antes da missão

Defina com maior clareza possível seus objetivos: suas perspectivas e foco (processo de gestão, estratégias de vendas, planejamento, etc.), seus alcances e limitações. Este exercício é o principal elemento de definição de seus interesses frente aos possíveis “parceiros” comerciais que visitaremos nos Estados Unidos.

Busque definir não somente a oferta, mas também suas necessidades de demanda. Isto pode servir para potencializar mais ainda seus negócios. O sucesso de sua viagem depende em grande parte de uma concreta definição de seus interesses e da participação ativa, na busca de novos conhecimentos e conceitos de varejo.

Informação sobre o mercado

Procure obter antes de sua viagem o máximo de informações sobre o mercado e suas características: estatísticas, produção, formas de comercialização, margens de rentabilidade, lista de potenciais parceiros, etc. isto lhe servirá para ajustar seu plano de ação e ganhar tempo.

Por Marcelo Wolff

Mochila em mãos

Pessoal, boa tarde

Lembrem-se de levar suas mochilas personalizadas da “Missão Técnica do Comércio” que receberam pelos correios, para transportar no dia-a-dia da missão as coisas pequenas, como bloco/agenda de anotações, máquinas fotográficas, carregadores, celulares, etc…

Abraços e até amanhã!

 

A Missão começou…

Bom dia!!!!

Nossas ações nessa missão já se iniciaram…

Ontem tivemos o Workshop com as orientações para os participantes da Missão para alinhar as expectativas, direcionar para o melhor aproveitamento nas visitas sem perder o foco e dicas gerais como funcionará cada dia e com certeza orientações para os participantes aproveitarem os momentos livres e conhecer os pontos turísticos dessa “BIG APPLE”.

Acompanhe-nos diariamente com nossas experiências e dicas sobre onde visitamos o que vimos de novo… deixe seus comentários e compartilhe com seus amigos…

Abraços, até amanhã…

 

Segundo dia de visitas…

Dia dedicado a visitas com objetivo de analisar o Visual Merchandising das empresas, o que os empresários americanos estão fazendo para tornar as lojas mais atrativas e conquistar novos clientes.

Em nosso tour guiado pela profissional Carolina Neubern Fonseca, arquiteta, design de interiores e estrategista de varejo em visual merchandising, na badalada 5th Avenue em Nova York, vivenciamos o que há de mais atual em técnicas e tendências internacionais de Visual Merchandising (VM) e outras disciplinas relacionadas ao varejo mundial.

Visual Merchandising é antes de mais nada um método utilizado para apresentar produtos aos consumidores. Nessa aula prática de VM, tivemos a oportunidade de aprender “in locu”como displays, cores, iluminação e outros elementos conseguem atrair a atenção do consumidor para produtos e serviços, e o quanto isso faz a diferença perante a concorrência.

Em janeiro desse ano, Nova York foi sede da maior feira de varejo do mundo, a NRF.  Líderes reconhecidos internacionalmente estavam presentes e partilharam informações importantíssimas sobre o presente e o futuro do varejo.

Essas dicas da NRF e muito mais foram parte do nosso tour guiado pela 5h Ave.

 

Visitas do segundo dia…

Bergdorf Goodman, 745 5th Ave.

Loja de departamentos também pode ser símbolo de muito luxo.  Com vitrines que mais parecem exposições de arte e artigos que podem ser até mais caros que muitas casas americanas, essa loja expõe peças de designers famosos do mundo inteiro.

Orientamos os participantes a estarem preparados para fazer suas anotações, fotografar, fazer vídeos, explorar os detalhes e aproveitar ao máximo a aula prática e personalizada de VM.

Estes são objetivos da FECOMÉRCIO E DO SEBRAE PARANÁ com a Missão Técnica de Nova York.

Momento da saída do grupo em frente ao Hotel “The Empare Hotel” às 8h30 AM.

Bulgari, 730 5th Ave.

A lendária joalheria romana Bulgari fica na esquina do aclamado The Crown Building.  Após longo período de renovação, foram instaladas portas mais amplas e vidro nas fachadas. Tanta facilidade no acesso trouxe também linhas menos caras para o 1º andar da loja.

Tiffany & Co., 727 5th Ave

Podemos chamar essa loja de “rainha” da 5th Ave.  Com sua arquitetura clássica, a loja ocupa 5 andares para exposição de peças como: brincos, pulseiras, colares, anéis de noivado, relógios, prataria e outros presentes.  A loja é um símbolo do charme e do luxo da avenida.

Niketow no “Trump Tower”

Loja conceito da NIKE, com 6 andares num dos mais luxuosos edifícios NY, o Trump Tower. Nesta loja, o VM que se busca passar para os clientes, é um conceito de vida com esportes, em sua comunicação a NIKE destaca seus produtos em formato de look de um estilo, variando a montagem dos expositores em função de cada tipo de esporte.

Gucci, 725 5th Ave.

Uma verdadeira obra de arte da arquitetura e decoração.  A marca italiana ocupa mais de 4.500 metros quadrados na 5th Ave., sendo esta sua maior loja em todo o mundo. O ambiente expõe roupas, joias e acessórios.

Armani 5th Avenue, 645 5th Ave. 

Dona de uma esquina privilegiada, esta é a Armani 5th Ave. Explorou o uso do vidro e de lâmpadas coloridas em sua fachada. O interior da loja é um show arquitetônico e sua escada é um passeio imperdível.  Na Armani 5th, algumas submarcas estão integradas, tais como: Armani Exchange, Giorgio Armani e Empório Armani.

Uniqlo, 666 5th Ave.

Marca japonesa que abriu suas portas na 5th Ave., em 2011. É a maior loja da quinta avenida com aproximadamente 8.900 metros quadrados, 100 provadores e 50 caixas.  O térreo é menor que o os outros andares, por isso mais produtos foram levados ao 3º andar.

Workshop

Após o tour, encerraremos o dia de aprendizado com um workshop sobre VM.

Na sede do Consulado geral do Brasil em Nova York, fomos recebidos pelo Consul Geral Adjunto Sr. Pedro Murilo Ortega Terra e pela Oficial de Comércio Sra. Luciana Takano, os quais nos deram as boas-vindas e disseram que o consulado está sempre à disposição dos empresários brasileiros, e parabenizaram a FECOMÉRCIO e o SEBRAE pela iniciativa de realizar este intercâmbio com os empresários.

Em seguida houve o workshop de fechamento das atividades deste segundo dia das missões, coordenado pela arquiteta, design e estrategista de varejo Sra. Carolina Neubern Fonseca.

As visitas realizadas durante o tour na 5th Ave., tiveram como principal objetivo a exposição do empresário, frente às mais modernas técnicas aplicadas no varejo, experiências durante a compra, tendências do mercado internacional e hábitos de compra do consumidor.

A missão permitiu-nos visitar as tão aclamadas flagship stores ou, como chamamos no Brasil, as lojas-conceito, dentro da vitrine do mundo, a 5th Ave., NY.  E como todos puderam perceber, ainda que a tecnologia esteja presente e faça parte da vida do varejo, o futuro do varejo continua a precisar do contato vendedor-consumidor, sim.  Esse contato precisa existir mesmo com a tecnologia ganhando espaço em velocidade extraordinária.

Os tópicos de maior destaque na edição de 2012 da NRF nos lembram que:

ü  A loja do futuro integra tecnologia e mídia móvel – INDO ALÉM NA INTERNET NO CELULAR!

ü  Fidelidade é fundamental para manter os clientes assíduos – CARTÃO FIDELIDADE! E-MARKETING!

ü  Sustentabilidade: será necessário aliar tecnologia a um futuro ecologicamente correto para vencer no novo horizonte do varejo.

ü  Tendências de exposição da moda atual – OS MANEQUINS VOLTARAM COM MUITA FORÇA.

Por fim, o grupo foi brindado com sábias palavras de um dos maiores especialistas em Visual Merchandising no mundo, o Sr. Eric Feigenbaum, Presidente a cadeira de visual merchandising da Universidade Lim College-LM, sobre a importância do Visual Merchandising no varejo.

No final foi registrado o momento do evento com todo o grupo presente.

Ufaaaa este dia foi ótimo, imaginem o que ainda tem por vir, então muita vitamina para manter a energia e vamos em frente.

Até as próximas notícias!

Abraço

 

Terceiro dia de visitas continua

Meatpacking District

O quadrilátero conhecido como MEATPACKING DISTRICT, é um antigo local onde se concentravam empresas de abate e corte de carnes. Atualmente é o mais o novo point de badalação nova-iorquina. No limite entre Chelsea e West Village (West Side Highway e Ninth Ave., Gansevoort e 14th Sts.) encontram-se badalados nightclubs, restaurantes aconchegantes e lojas de Design.

Meatpacking District: O nome vem do fato de a área ter sido ocupada por matadouros e fábricas de processamento e embalagem de carnes; naquela área funcionava o Gansevoort Market.

Nos anos 80, o Meatpacking era um perigoso espaço abandonado e em sua maior parte quase transformou-se em clubes de sexo e prostituição de rua (sobretudo travestis). Mas nos anos 90 começou a invasão de butiques de grife, hotéis de luxo e restaurantes difíceis de conseguir reserva. Hoje o lugar tem o comércio de rua atrativo, e crescente, sendo um dos mais notados da cidade, localizado abaixo da 5a. Avenida no cruzamento com a rua 57.

O “novo” Meatpacking District é uma antiga área industrial na Vila Far West que está transformando rapidamente em uma área de restaurantes étnicos, boutiques, galerias de arte, casas noturnas e hotéis de ponta. Havia inicialmente mais de 100 instalações de frigoríficos servindo restaurantes e lojas de alimentos em todo o Estado de NY, e agora há apenas 15 anos. O desafio dos empresários deste bairro foi o de lidar com as mudanças, modernidades e atualidades de comércio, enquanto viam tudo isso acontecer bem diante dos seus olhos!

The High Line Park 

O trilho elevado de trem abandonado que foi convertido em um belo parque muito movimentado e que resgatou valores antes perdidos, como unir a família para um simples passeio.

O park tem seu acesso pela escada da rua 18 à altura da 10a. Avenida. A qualquer momento o trecho entre as ruas 20 e 30 será aberto, e entrando por ali você já está bem posicionado para ver a parte nova deste projeto de revitalização de uma área comercial.

Chelsea Market

Chelsea Market é um complexo enorme de empresas do setor de Alimentos Atacado e Varejo, que ocupa um quarteirão inteiro. Em 1898, era o original Nabisco padaria onde o Cookie Oreo foi criado. Atualmente abriga 12 lojas de Nova Iorque que fornecem os melhores alimentos especiais. Passeando no Chelsea Market, você vai aprender sobre sua história, ver obras de arte originais e escultores de granito de artistas locais de Nova York, e aprender como ele se tornou o paraíso do melhor alimento do interior. O Chelsea Market é também a casa para o Food Network TV!

Foods of New York é um grupo que se reúne em cinco pontos da cidade para conhecer mais sobre as influências gastronômicas de cada lugar.

Foi concebido numa fábrica desativada da Nabisco. De lá saiu o primeiro biscoito OREO em fevereiro de 1912. A fábrica ocupa um quarteirão. Hoje abriga escritórios nos andares superiores e o mercado no térreo

Sua área total é equivalente a um shopping center com quase tudo relativo ao tema: pâtisserie, boulangerie, queijos, cafeterias, chocolates, vinhos, restaurantes, bares, loja de especiarias e acessórios de cozinha e etc.

Funciona 7 dias por semana, aberto de segunda a sábado das 7h às 21h, e nos domingos das 8 às 19h.

Vale conferir.

Rice to Riches

Esse é o poder do design: reinventar uma sobremesa dos tempos da Avó (arroz doce) e torná-la na sobremesa mais desejada entre os descolados de Nova York Rice to Riches.
Eles vendem arroz doce como se fosse sorvete, em uma variedade de sabores e de coberturas. As paredes são cobertas por frases divertidas, a decoração é toda modera, e as embalagens são incríveis. Parecem pequenos discos voadores, em plástico super-resistente e em cores divertidas.

E as colherinhas são feitas do mesmo material. As pessoas levam embora para usar como tupperware em casa depois de comer, mas você também pode comprar avulso na loja.

Rice to Riches é o principal motivo de não perdermos nenhum quilinho em Nova Iorque. É muito, mas muito bom. Infelizmente eles só despacham essa delícia dentro dos Estados Unidos, mas adiantamos que vale a experiência na sua próxima viagem.

A estrela dessa divertida doceria é o arroz doce que, no caso, vêm nos mais diversos e exóticos sabores. Funciona assim como uma sorveteria, mas no lugar do sorvete… pudim de arroz! Não experimentei todos (normalmente cada cliente pode provar um sabor diferente antes de escolher pelo seu, eles chamam isso de “sample”), mas todos os que provei eram deliciosos.

O website deles não é nada inspirador, mas posso garantir que você vai adorar conhecer esse lugar. Além de um ambiente futurista, moderno e atraente, toda a comunicação do lugar tem uma linguagem divertida fazendo piada com a “ditadura da magreza”. Afinal, é bom mesmo você esquecer de contar as calorias enquanto degusta uma das opções da casa!

Na placa uma piada para descontrair: “Coma o quanto quiser… você já está gordo! “
Localização:

O “Rice for Riches” fica no bairro do Soho, na 37 Spring Street

(entre a Mulberry Street e a Mott Street).

Ted Baker – 5th Ave

Trata-se de uma marca “Londrina” que produz peças de vestuário com estampas finas, que se instalou em Nova York há pouco mais de 3 meses, e chegou com uma proposta de roupas de valor, looks modernos e bem transados, e trabalham muito forte com imagens no interior da loja, sua arquitetura lembra bem o cultura dos Ingleses.

Seus produtos tem preços premium., trata-se de uma nova grife nas Américas.

Confecções estilosas e de bom gosto, encantam os clientes que estão aparecendo e conhecendo a loja.

Para encerrar o dia a famosa, Macy’s

Por ser tão especial ela merece um post somente sobre sua história…

Vale conferir…

Ela é quase uma instituição americana, especialmente da cidade de Nova York.

Para muitos consumidores há um charme especial fazer compras em suas lojas com ambiente clássico, aconchegante e cheio de marcas tentadoras. Assim é a MACY’S, a mais tradicional loja de departamento norte-americana, que vende roupas, artigos domésticos, acessórios e cosméticos sofisticados em uma atmosfera única.

A história

A loja de departamento foi fundada na cidade de Nova York em 1858 por Rowland Hussey Macy, um ex-comerciante de balas do estado de Massachusetts, com o nome de R.H. Macy Dry Goods, tendo sua primeira unidade localizada na esquina da 14th Street com a 6ª Avenida.

A estrela vermelha de seu logotipo foi adotada como símbolo por representar seu sucesso no tempo em que era marinheiro, sendo uma imitação de uma tatuagem feita por ele, no braço, quando adolescente. O primeiro dia de vendas resultou num total de US$ 11.06, chegando ao final do primeiro ano com vendas em torno dos US$ 90 mil.

Para atrair e chamar a atenção de seus clientes ele utilizou iluminação nas vitrines e até promoveu uma performance do Papai Noel dentro da loja. Porém, somente duas décadas depois, em 1877, a MACY’S se tornou uma completa loja de departamento ocupando uma enorme área térrea de onze prédios do quarteirão.

Em 1902 mudou para seu endereço atual, na esquina da Rua 34 com a Broadway em Manhattan, estabelecendo um ponto turístico para compradores de todo mundo. O crescimento da marca começou em 1923 quando comprou a loja de departamento LaSalle & Kock, localizada na cidade de Toledo; e com a inauguração da loja localizada na 7ª Avenida em 1924, que ficou conhecida como a maior loja de departamento do mundo na época, disponibilizando hoje em dia 93 km² de compras.

Ainda neste ano, um evento iria marcar radicalmente a história da MACY’S: o início do patrocínio da famosa parada do dia de ações de graça em Nova York que se tornou uma tradição a ponto da parada ser conhecida como “The Macy Day Parade”.

Na década de 30 a rede adquiriu várias outras lojas, iniciando um forte período de expansão. Em 1945 começou sua expansão no oeste americano com a compra da loja O’Connor Moffat & Company na cidade californiana de San Francisco, que dois anos mais tarde começaria a utilizar o nome MACY’S. Outro fato decisivo para MACY’S se tornar uma gigante em seu segmento ocorreu em 1994 quando houve a fusão da empresa com a Federated Department Stores, formando a maior rede de lojas de departamento do mundo. Em 2005 muitas de suas lojas começaram a passar por um processo de reformulação visual, ganhando ambientes e decoração mais moderna e atraente aos olhos do consumidor, valorizando assim ainda mais a experiência de compra. Somente no ano seguinte a MACY’S lançou no mercado sua primeira campanha publicitária com alcance nacional.

Em 2007, depois a empresa passou a se chamar oficialmente Macy’s Inc.

A rede de lojas de departamento, além de vender marcas famosas, possui inúmeras marcas próprias como a Alfant (linha de roupas e acessórios femininos), American Rag (linha de roupas para adolescentes, especialmente jeans), Charter Club (linha clássica de roupas para mulheres), Club Room (linha clássica de roupas para homens), First Impressions (linha de roupas e acessórios para recém nascidos e crianças), Greendog (linha completa de roupas para crianças), Hotel Collection (linha de cama, mesa e banho), Material London (linha de ternos com cortes ingleses), The Cellar (linha de utensílios domésticos sofisticados) e Tools of the Trade (linha de panelas e cutelaria com mais de 20 anos de mercado).
Sempre inovadora, a MACY’S foi pioneira e responsável pela introdução de muitas inovações no segmento de varejo: foi a primeira loja a ter uma mulher, Margaret Getchell, ocupando um cargo executivo; primeira a vender itens sob o mesmo preço para todos os consumidores e a anunciar em jornais preços específicos para alguns produtos; primeira loja do segmento a conseguir licença para vender licores e bebidas na cidade de Nova York; e primeira a introduzir toalhas de banho coloridas, entre outras novidades.

A maior de todas

O símbolo máximo da MACY’S, a mais conhecida loja de departamento dos Estados Unidos, é sua loja âncora (Flagship Store) localizada em Herald Square na Rua 34 em Nova Iorque. Considerada um dos maiores símbolos da cultura americana, ponto turístico obrigatório para quem passa por Nova York e a maior loja de departamento do mundo, esta unidade ocupa um quarteirão inteiro em dez andares. A loja é tão grande que os turistas recebem um mapa para se localizarem dentro dela.

É um clássico nova-iorquino, onde é possível encontrar absolutamente de tudo, além de suas liquidações constantes e para muitos imperdíveis. Pioneira nas ações de marketing, a MACY’S passou por uma série de reformulações ao longo dos seus mais de 150 anos de existência e consegue conciliar a tradição, destacada pela escada rolante de madeira, perfeitamente conservada e que funciona até hoje, com um ambiente moderno e confortável para compras. Cada marca possui um espaço exclusivo para apresentar sua coleção, com provador e caixa dentro do espaço. Assim, as compras se tornam mais práticas, evitando filas gigantes pela loja.

A loja possui ainda o “Bridal Salon”, um departamento com artigos para noivas, inclusive vestidos. Existe ainda, um andar batizado de one & a half, uma espécie de mezanino onde ficam localizados o guichê da American Express (para trocar travelers checks), o centro de visitantes e uma lojinha moderna do Metropolitan Museum, cheia de souvenires. No subsolo está localizada a ala “gourmet”, uma das maiores atrações da loja. É aqui onde acontece o Macy’s Flower Show, realizado de 9 a 23 de abril, que já acontece há mais de trinta anos, a primeira edição aconteceu em 1974. O evento conta com uma fabulosa paisagem de cor, fragrância e encantamento convidando os consumidores a imergir em milhares de flores e jardins especiais, incluindo o dramático Yellow Garden (Jardim Amarelo) e o Orchid Garden (Jardim de Orquídeas).

A tradicional parada

O feriado de Ação de Graças (em inglês Thanksgiving Day), realizado na quarta quinta-feira do mês de novembro, é um dos mais importantes e populares dos Estados Unidos. E um dos principais eventos desse dia é o desfile que ocorre na cidade de Nova York. A tradição do desfile começou em 1924, quando um grupo de funcionários da MACY’S resolveu organizar o evento desfilando pela Rua 34 vestidos em roupas coloridas e carregando balões infláveis, além de bandas musicais e animais vivos, alugados do zoológico do Central Park.

O desfile foi tão bem-sucedido, atraindo um público de aproximadamente 10.000 pessoas, que a rede decidiu transformar a parada em tradição. Por esse motivo o desfile ficou conhecido como The Macy Day Parade. Em 1927 os animais vivos foram substituídos por enormes balões de ar que estrearam com o personagem animado Gato Felix. Desde então, com exceção dos anos de 1942 a 1945, em virtude da Segunda Guerra Mundial, o desfile inicia o período de maior consumo do ano nos Estados Unidos. Começa também a temporada de descontos, que leva milhões de cidadãos a sair de casa na sexta-feira de madrugada para fazer fila nas lojas esperando sua abertura. As maiores atrações do desfile são os balões gigantes, que sempre trazem figuras conhecidas do país. De acordo com a organização, cada um leva cerca de três meses para ser confeccionado e são necessários 4.3 mil hectolitros de gás hélio para enchê-los. Para arrastar os grandes personagens infláveis são necessárias cerca de 80 pessoas que puxam os cabos, além de 12 encarregados (conhecidos como pilotos), responsáveis por cuidar do caminho que o balão deve seguir.

Ao longo dos 84 anos do desfile, os balões já representaram figuras e personagens históricos como:

  • Super Mario (2011)
  • Kung Fu Panda (2010)
  • Horton The Elephant (2008)
  • Shrek e Hello Kitty (2007)
  • Coelho da Energizer (2006)
  • Scooby-doo, Mr. Potato Head e Dora The Explorer (2005)
  • Personagens M&M’S, Bob Esponja e Galinho Chicken Little (2004)
  • Charlie Brown (2002)
  • Jimmy Neutron e Pikachu (2001)
  • The Cat in The Hat e o Dinossauro Barney (1994)
  • Sonic e o cachorro Beethoven (1993)
  • Pateta (1992)
  • Bart Simpson (1990)
  • Pernalonga (1989)
  • Pantera cor-de-rosa e o Coelhinho da Nesquik (1988)
  • Homem-aranha e Ronald McDonald (1987)
  • Baby Shamu (1986)
  • Betty Boop (1985)
  • Garfield (1984)
  • Zé Colméia (1983)
  • Pica-Pau e Olívia Palito (1982)
  • Sapo Kermit (1977)
  • Smile (1972)
  • Snoopy Aviador (1968)
  • Smokey Bear (1966)
  • Vira-lata (1965)
  • Pato Donald (1962)
  • Dino (1963)
  • Popeye (1957)
  • Astronauta (1952)
  • Super Mouse (1951)
  • Homem de Lata (1941)
  • Super-Homem (1939)
  • Tio Sam (1938)
  • Mickey Mouse (1934)
  • Gato Félix (1927)
    O simbolismo do desfile pelo centro de Manhattan, incluindo a Broadway e a Times Square, atrai milhões de pessoas para ver os grandes personagens infláveis e as apresentações de artistas convidados. Atualmente o desfile com duração de três horas, começa pontualmente as 9:00 horas da manhã. Desde 2002, através de um acordo entre a MACY’S e o Universal Studios de Orlando, a tradicional parada é recriada, em menor proporção, dentro do parque temático no período de final de ano.

Os slogans

It’s smart to be thrifty. (1928)

Macy’s, way to shop! (2006)

The Magic of Macy’s. (2008)

Dados corporativos

  • Origem: Estados Unidos
  • Fundação: 28 de outubro de 1858
  • Fundador: Rowland Hussey Macy
  • Sede mundial: New York City, New York e Cincinnati, Ohio
  • Proprietário da marca: Macy’s Inc.
  • Capital aberto: Sim (1922)
  • Chairman & CEO: Terry Lundgren
  • Faturamento: US$ 23.4 bilhões (2009)
  • Lucro: US$ 350 milhões (2009)
  • Valor de mercado: US$ 10.3 bilhões (fevereiro/2011)
  • Lojas: 810
  • Presença global: Não (presente somente nos Estados Unidos)
  • Funcionários: 161.000
  • Segmento: Varejo (loja de departamento)
  • Principais produtos: Roupas e acessórios, cosméticos, jóias, móveis
  • Outros negócios: A loja de departamento Bloomigdale’s
  • Ícones: A estrela vermelha de seu logotipo
  • Slogan: The magic of Macy’s.
  • Website: www.macys.com

A marca nos Estados Unidos

A MACY’S está presente em todos os estados americanos, além de ter lojas em outros países como Porto Rico e Guam, operando mais de 810 lojas. A empresa, que ainda é proprietária da sofisticada loja de departamento Bloomigdale’s, tem faturamento anual de US$ 23.4 bilhões. Sua página na Internet é um dos canais de vendas mais rentáveis da empresa, dispondo 38 mil itens para venda, recebendo 800 mil visitas diárias e gerando mais de US$ 650 milhões anualmente.

Você sabia?

  • Mais de 10 milhões de clientes circulam por suas lojas anualmente.
  • Desde 1976 a MACY’S é a patrocinadora da tradicional queima de fogos em homenagem à 4 de julho, batizada de Macy’s Fireworks Spectacular que acontece todos os anos em East River.

Macy’s tem desempenho acima da média do setor de lojas de departamento com estratégia de localização MyMacy’s

A vida é dura para as redes americanas de lojas de departamentos, um formato cada vez menos interessante para os consumidores locais, que consideram esse tipo de varejo como ultrapassado, caro, sem atrativos e pouco conveniente. Em 2009, a Macy’s, uma das maiores redes locais, decidiu investir em um modelo de localização para definir o sortimento de suas lojas de acordo com as demandas dos consumidores de cada microrregião.

Dois anos depois, a mudança teve impactos positivos sobre os índices de satisfação dos clientes e sobre as vendas. Com o modelo MyMacy’s, implementado nas 810 lojas da rede em 45 Estados americanos, a varejista tem conseguido ajustar o sortimento, preço e nível de serviço de cada loja de acordo com o que é importante para o consumidor de cada localidade. O objetivo final é permitir que o cliente encontre na loja o produto que quer, no momento em que quiser, no tamanho correto, e tenham uma experiência positiva que o faça voltar ao ponto de venda. Com base em informações de 1.600 profissionais em 69 mercados americanos, a Macy’s ajusta tamanhos, cores, tecidos, itens, categorias e marcas em cada um de seus pontos de venda nos Estados Unidos. Isso significa, por exemplo, ter, durante o Natal, ornamentos com Nossa Senhora de Guadalupe nas regiões com forte presença hispânica; itens com a imagem de Elvis Presley no Tennessee; produtos tendo vinho como tema no norte da Califórnia; e panelas maiores no Utah, onde as famílias são mais numerosas.

Na temporada de Natal de 2010, foram 2.200 itens ornamentais diferenciados, vendidos apenas regionalmente. Com essa estratégia, a Macy’s fechou a temporada de Natal com um aumento, de 4,6% nas suas vendas em lojas abertas há mais de um ano, com destaque especial para as operações online, que tiveram um avanço de 28,4%. Em ambos os casos, desempenhos acima da média do setor de lojas de departamentos e também do varejo americano como um todo. Embora exista um forte suporte tecnológico para a construção de toda a infraestrutura que permita coletar, processar e analisar dados individuais, loja a loja, para a Macy’s no fim o ponto mais importante está no PDV, na interação dos consumidores com a equipe de vendedores, que permite oferecer experiências mais personalizadas e focadas no que os clientes desejam.

Amanhã teremos mais, aguardem!

Abraço

 

Terceiro dia de visitas

Iniciamos o dia, com uma palestra no Hotel “The Empare Hotel” às 9h AM, com o Sr. Ronald I. Paltrowitz Diretor da Câmara de Comércio da Manhattan.

Entidade que atua na defesa e junto aos interesses das Micro e Pequenas Empresas, que somam hoje mais de 10.000 associados, entre as quais, Google, Microsoft, etc.

A Associação da Câmara de Comércio de Nova York é membro da Associação Nacional Feminina de Mulheres Empreendedoras, ajudando-as a iniciarem seus negócios e a buscar o acesso internacional destes.

O setor de varejo ampliou em 45.000 novos empregos, desde o período da recessão econômica. E em especial Manhattan 50.000 unidades residenciais foram construídas. Desde de 2007 foram construídos mais 14.000 quartos de hotéis.

Estima-se que o comércio cresceu 2.9 bilhões de $ US… o que representa um crescimento de 14%.

Em Manhattan, 52 milhões, o que representa 42% de crescimento. O consumo dos moradores é algo em torno de 33 mil $ US ano, Oe o rendimento per capita em Manhattan é de $ US 110.000 ano.

O Estado de Nova York possui excelentes universidades, e incentivam a adoção de novas tecnologias nos negócios. Estão criando uma nova universidade na área leste do Rio Wudson e será coordenada por uma universidade de Israel, em conjunto com uma de Nova York. Estão lançando incubadoras para pequenas empresas com foco na área de tecnologia.

A classificação das empresas em NY se dá por seu porte (recursos econômicos), e também pelo número de funcionários, por exemplo, acima de 50 funcionários é média empresa.

A questão tributária em NY, em relação aos tributos incidentes no Brasil é branda.

O que é a MCC?

A Câmara de Comércio Manhattan (MCC) é uma organização composta por uma secção transversal de empresas associadas que vão de empresários em nome individual para grandes corporações e conglomerados. Com 10.000 membros e assinantes, que representam a voz de mais de 100.000 empresas em Manhattan e parceria com mais de 300 organizações empresariais diversas da cidade. Seus membros são parte de um dos maiores eleitorados do país que representam cerca de 1,6 milhões de funcionários dos EUA e aproximadamente 4,5 milhões de funcionários globalmente. Localmente, as empresas associadas têm mais de 165 mil funcionários. E, coletivamente, as empresas associadas representam mais de 630 bilhões de dólares em receitas anuais.

Manhattan Câmara de Comércio

1375 Broadway – terceiro Andar

New York, NY 10018

Telefone: 212-479-7772

 

Quarto dia de visitas… Apple

Apple Store

Nosso dia teve início nas primeiras horas da manhã, às 7h30 fomos recebidos pelo executivo da APPLE da 5th Ave, a principal loja da APPLE em NY, Sr. Gunnar Sjursen. (fotos enviadas por e-mail)

Alguém poderia imaginar que uma maçã, antes colorida e agora prateada, se tornaria mais famosa que a fruta que representa a cidade de Nova York ou a maçã, que é símbolo dos discos dos Beatles? Com certeza não.

Em matéria de maçã como um símbolo, a do fabricante de computadores APPLE talvez seja apenas comparável à de Adão e Eva. Mas o fato é que, quando se fala em símbolo e quando o símbolo é uma maçã, o que hoje nos vem imediatamente à cabeça são produtos revolucionários como iPod, iPhone, iPad e Macintosh. A marca traduz aos usuários toda a imagem da criatividade, inovação, design e originalidade.

A evolução visual

O logotipo original da APPLE, desenhado por Ron Wayne, mostrava Isaac Newton embaixo de uma macieira. O símbolo da empresa, dizem alguns, foi escolhido pois representava o senso de descoberta. No logotipo original é possível ler a frase: “Newton…A mind forever Voyaging Through strange seas of thought…alone”. Devido à complexidade e dificuldade de ser reproduzido em vários tamanhos, Steve Jobs contratou Rob Janoff, em 1976, para redesenhar o logotipo. O resultado foi o surgimento do famoso logotipo representado por uma maçã colorida com uma mordida, que muitos acreditam estar relacionando a marca com a história bíblica de Adão e Eva ou até mesmo com o matemático Alan Turing, considerado o pai do computador, que cometeu suicídio comendo uma maçã que ele havia envenenado com cianeto. Em 1999, o logotipo assumiu várias cores para acompanhar as cores do iMac. O logotipo atual adotou uma cor cinza cromada, passando uma imagem de tecnologia e sobriedade.

Dados corporativos

Origem: Estados Unidos
Fundação: 1 de abril de 1976
Fundador: Steve Jobs, Steve Wozniak e Ronald Wayne
Sede mundial: Cupertino, Califórnia (1 Infinity Loop)
Proprietário da marca: Apple Inc.
Faturamento: US$ 65.2 bilhões (2010)
Lucro: US$ 14 bilhões (2010)
Valor de mercado: US$ 314.5 bilhões (janeiro/2011)
Valor da marca: US$ 21.143 bilhões (2010) – Lojas: 323 (Apple Stores) *dados de 2011.
Presença global: + 125 países
Funcionários: 49.400
Principais produtos: iPod, iPhone, iTunes, iPad, iMac e Macbook
Ícones: Steve Jobs, Macintosh, a maçã e a Apple store New York
Slogan: Think Different.
Website: www.apple.com 

A marca no mundo

A mais criativa e inovadora empresa do mundo está presente em mais de 125 países, contando aproximadamente com 320 lojas próprias localizadas, em sua grande maioria, nos Estados Unidos, além de unidades na Inglaterra, Canadá, Japão, Itália, Austrália, China, Suíça, Alemanha, França e Espanha. Seu faturamento é de US$ 65.2 bilhões. O sucesso da marca pode ser traduzido em números: O iTunes, oferecendo mais de 14 milhões de títulos musicais, 2.500 filmes, 3.000 programas de TV, 40.000 vídeo clipes, 20.000 audiobooks e mais de 1 milhão de podcasts, já vendeu mais de 10 bilhões de músicas, mais de 200 milhões de programas de TV e seriados, e 3 milhões de filmes, desde seu lançamento; o iPod, que detém aproximadamente 70% do mercado, já vendeu mais de 300 milhões de unidades desde seu lançamento; o iPhone já superou a marca de 45 milhões de aparelhos comercializados; as vendas nas Apple Stores, onde já passaram quase 300 milhões de pessoas, chegam a cifras superiores a US$ 12 bilhões anualmente. A APPLE nunca foi tão rica e poderosa.

Você sabia?
– O “i” encontrado na frente do nome de vários produtos da marca (iPod, iPhone, iMac) originalmente representava a “Internet”, mas, passado algum tempo, adquiriu a conotação de pessoal, uma vez que “I”, em inglês, significa “eu”.
– Embora atualmente a APPLE ainda detenha exíguos 4.5% do mercado mundial de computadores, analistas dizem que seu atual sistema operacional, MAC OS X, representa, pela primeira vez, uma ameaça real ao poderoso Windows da Microsoft.
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Lojas Apple

Lojas Apple buscaram a inovação na experiência, com foco na compra pelo cliente, não visando otimizar vendas, a loja é muito sedutora, o fornecimento de serviços e apoio aos seus usuários/clientes faz toda a diferença, é um cenário onde a marca está em contato direto com o seu público, o objetivo é ter a melhor experiência de compra, por isso é separada por zonas de soluções e não produtos.

Criaram um balcão (Genius Bar) para suporte, onde você chega e resolve seu problema rápido. Essa ideia veio de um grupo de foco.

Os vendedores não recebem comissão. O objetivo é não forçar vendas, que geram resultados no curto prazo. Querem que a venda seja o primeiro passo de uma relação e não o último. Criaram cargos diferenciados, para dar status para os melhores vendedores. O mais top é o Mac Genius. Como diz Bob Fifer, cargos são baratos. A rotatividade é de 20%, quando o normal é de 50%.

A loja quer ser high touch e não apenas high tech. O foco é o ser humano.
Fonte: http://miguelcavalcanti.com/2009/08/20/anotacoes-do-livro-a-cabeca-de-steve-jobs-de-leander-kahney/

Em NY existe “praticamente” um ponto turístico. É assim a loja novaiorquina da Apple, na Quinta Avenida, uma das mais badaladas da cidade (estão ali as maiores grifes de moda do mundo, como Louis Vuitton, Saks, Tiffany, Cartier, Chanel, Christian Dior, numa lista tão grande quanto a rua).

Pra começar, a arquitetura da loja é totalmente diferente do restante do varejo. A entrada é um enorme cubo transparente, do qual sai uma escada em caracol e um elevador de vidro. Não é à toa que o cenário é escolhido por tantos turistas – o design já recebeu prêmios de arquitetura. Nesta loja, existe a chamada “experiência de compra”, onde as pessoas podem no espaço da loja, usar e testar produtos como o iPod, iPhone, iMac, ou apenas navegar na web. Virou um espaço de convivência, fato que ajuda a dar um destaque a mais às Apple Stores, desenvolvidas para apresentar, em um único espaço, uma experiência marcante com os produtos da marca. Enfim, um local onde é possível testar os produtos, explorar o universo Apple e relacionar-se com outras pessoas que gostam da marca criada por Steve Jobs nos anos 80.

Conhecemos também a loja mais nova da “grife” aqui em Nova York, a do bairro mais “trendy” do momento, o Meatpacking District, considerado o novo Soho. O Meatpacking vem sendo o eleito por fotógrafos, designers, arquitetos, escultores e artistas de todo tipo. Restaurantes e boutiques moderninhas também já marcam presença na vizinhança – na mesma rua da Apple estão Stella McCartney e Carlos Miele.

Na nova loja da Apple, o destaque vai para a escada toda em vidro transparente. Na fachada, apenas uma plaquinha com o símbolo da maçã mordida se destaca no paredão envidraçado. Tudo muito minimalista. Dentro, três andares de loja com um mobiliário discreto de madeira clara e piso de pedra que não chamam a atenção, fazendo com que o foco esteja sempre nos produtos.

Saiba mais sobre a Apple, acesse o portal: www.apple.com

 

Quarto dia de visitas

FAO Schwarz

A encantadora loja que nos traz recordações de nossa infância, é um verdadeiro paraíso infantil, brinquedos de todos os tipos, formas e tamanhos são expostos de maneira interativa e genial. Desde bonecas, bichos de pelúcias, brinquedos educativos e até uma réplica de uma Ferrari que atinge os 24km/h e custa nada menos que US$ 50mil.

A FAO SCHWARZ é a mais antiga e fina loja de brinquedos do MUNDO, é conhecida como “MECA” dos brinquedos, uma marca que foi construída em cima de ideais e sonhos, como dizem os americanos as datas festivas não seriam as mesmas se não fosse a FAO SCHWARZ.

Apesar dos problemas dos últimos anos, a FAO SCHWARZ fez fama ao criar lojas interativas, conceito pioneiro no segmento. Explicando: dentro de uma FAO SCHWARZ, as crianças podem abrir, testar e brincar com os produtos. O modelo deu tão certo que foi imortalizado no cinema, em filmes como Quero ser Grande e Esqueceram de Mim, e copiado pelos concorrentes.

A famosa loja

A FAO SCHWARZ deve boa parte de sua fama a tradicional unidade de Nova York, localizada no General Motors Building, que com o passar dos anos se tornou um elemento tradicional da rica paisagem comercial da Quinta Avenida. São cerca de 6.000 metros quadrados de brinquedos realmente espetaculares e únicos, que não podem ser encontrados em nenhum outro lugar, cujo valor oscila desde alguns dólares aos US$ 30 mil da La Petite Maison, casa de boneca personalizada (que dependendo do tamanho, design e objetos escolhidos pelas decoradoras mirins pode custar muito mais) ou os US$ 50 mil de uma Ferrari em miniatura movida à gasolina.

O primeiro andar da loja é dedicado aos animais e brinquedos clássicos. No 2º piso se encontram os brinquedos para meninos e meninas como carrinhos e bonecas, além dos tradicionais Lego e brinquedos para colecionadores e edições limitadas.

No subsolo foi criado um fantástico ambiente para toda família, onde estão expostos brinquedos e acessórios para crianças pequenas como também os brinquedos educativos e livros. Mas as estrelas da loja são o piano gigante que pode ser tocado com os pés (como visto no filme da Disney “Quero ser grande”, estrelado por Tom Hanks, no qual ele e Robert Loggia tocaram juntos no piano da loja), localizado no segundo andar e que custa US$ 150.000; um simulador de movimento para criança acima de cinco anos de US$ 300.000, capaz de transportar oito pessoas a aventuras virtuais em três dimensões; a Barbie Boutique, uma área especial totalmente voltada para os mais variados produtos da tradicional boneca; e a FAO Schweetz, uma espécie de doceria onde é possível se deliciar com centenas de balas, chocolates e doces.

O salão principal da loja é decorado com mais de 20.000 luzes coloridas controladas por computador.

Outro destaque da loja é sua tradicional vitrine de natal, decorada com muito capricho e luxo, que se tornou um verdadeiro símbolo da cidade nesta época do ano. Recentemente a loja inaugurou um novo, moderno e aconchegante café. A tradicional loja atrai mais de 3 milhões de turistas anualmente.

A evolução visual

Ao longo dos anos o logotipo da FAO SCHWARZ passou por inúmeras modificações. Durante essas mudanças a marca utilizou em seu logotipo símbolos como um soldadinho de chumbo, um ursinho de pelúcia ou o tradicional rocking horse (cavalinho de balanço). Recentemente, em outubro de 2010, a marca apresentou sua nova identidade visual, como parte do início do período das festas de final de ano. O novo logotipo ganhou letras mais modernas e divertida, com mais ênfase para as iniciais FAO, e um novo símbolo: um arlequim chamado WIT. O novo personagem adicionou ao visual da marca o divertimento dos contos de fada e a surpresa, duas sensações marcantes que os milhões de consumidores vivem ao ingressar na icônica loja de Nova York.

3 x 1 MADE HERE

Quantas vezes você já não comprou uma peça e precisou mandar ajustar a altura da barra, o tamanho da boca ou apertar um pouquinho na cintura?

Encontrar uma calça que seja confortável, bonita e ainda vista bem é tarefa complicada.

Parece que todo mundo está fadado a passar por isso pelo menos uma vez na vida.

Mas pensando nessa dificuldade que temos em encontrar um jeans perfeito, a 3×1 Made Here acaba de abrir em Nova York (Estados Unidos) uma loja diferente de tudo o que já vimos. Para eles, calça jeans é assunto sério, por isso o cliente merece um modelo exclusivo, feito sob medida e de acordo com seu gosto.

Recém-inaugurada, a 3X1 Made Here é a nova marca de jeans criada por Scott Morrison, o californiano que reinventou a peça nos anos 90 quando criou a Paper denim & cloth. Naquela época, a grife especializou-se em jeans premium (quando esse termo sequer existia) com diferentes lavagens. Em sua nova empreitada, ele resolveu criar a 3X1, misto de loja, fábrica de jeans e galeria, endereço que já se tornou um dos mais cool de Nova York.

A ideia, diz Morrison, é que todo o processo, desde a produção até a venda da peça, seja transparente. Para isso ele montou uma mini fábrica no meio da loja onde os clientes podem ver pelo vidro as costureiras trabalhando. Morrison diz que também queria um espaço parecido com uma galeria, mas ao invés de um lugar onde você pode vai para ver o trabalho pronto, na 3X1 você assiste a todo processo artesanal da calça sendo feita. Antes disso você pode ver numa parede dezenas de tipos de jeans com os quais a marca trabalha.

Por dia a loja produz de 22 a 25 calças. E dá para ter calças mais exclusivas ainda. A loja tem um serviço que permite o cliente trabalhar junto com Morrison em seu ateliê na preparação de uma peça única. As calças podem custar entre US$ 265 a US$ 1200.

# Parte loja, parte ateliê, parte fábrica, a 3X1 se especializa em calças jeans fabricadas manualmente no local, atrás de um grande painel de vidro, em edições limitadas de apenas 8 a 24 pares por estilo.

## Na loja 3X1 você pode escolher entre cerca de 60 tipos de denims da mais alta qualidade, além de botões e alinhamentos para criar o seu jeans único e personalizado, pronto para a entrega em apenas 3 dias.

A loja oferece a experiência de ver todo o processo de criação de uma calça. Eles oferecem um serviço em que o cliente agenda uma visita e é recebido por Scott Morrison e sua equipe para criarem uma peça exclusiva juntos. Na loja, o cliente pode escolher entre mais de 100 tipos diferentes de tecidos vindos do mundo todo, com a mais alta qualidade, cuidadosamente escolhidos pela equipe de designers do ateliê. Todos os detalhes ficam por conta do cliente, inclusive botões e acabamentos. Após exercer sua criatividade, basta ficar assistindo o processo – a calça é toda fabricada no ateliê da loja, onde é possível ver os costureiros em ação, dando forma ao modelo que você criou.

O nome da loja-conceito vem do “3×1 Right Hand Twill” – um dos modelos mais tradicionais de jeans. O objetivo do designer Scott Morrison, criador da ideia, é repensar o processo de fabricação do jeans dando mais atenção à qualidade das peças.

Atualmente o mercado têxtil investe na produção em série: cada costureira é responsável por apenas um tipo de costura ou acabamento na peça. Isso acaba fazendo com que muitas pessoas construam uma mesma peça, o que significa perda na qualidade do produto final. Na 3×1 Made Here um único costureiro é responsável por todas as etapas: desde tirar os riscos no tecido até pregar os botões e fazer o acabamento.

Conheça um pouco mais sobre esta loja http://3×1.us/ no acesso você verá um vídeo interessante na página inicial.

Finalizando o 4º dia de visitas

REI

Quem vai para NY de férias ou para a NRF Big Show, não pode deixar de ver a recém-inaugurada loja da REI, localizada perto do Soho.

Trata-se de uma rede de mega stores de equipamentos e confecção esportiva de Seattle especializada em escalada, esqui, snowboard, bicicleta, canoagem, entre outros. A loja de 3.900 m2 dividida em três andares, possui áreas para conserto e aluguel de equipamentos, aulas e agenciamento de viagens.

A REI também é famosa pelo seu atendimento, que além de contar com uma equipe de vendas atenciosa e muito bem informada, oferece condições reais de uso dos seus produtos, incluindo câmara fria, parede de escalada e até uma área de lago.

A reforma do edifício, projeto da Callison, tem características de sustentabilidade, tais como reaproveitamento máximo dos materiais de demolição, e uso de luz natural, o que rendeu à marca a obtenção do selo LEED. Cerca de 100 matrizes litográficas de documentos antigos, do início do século XX, foram encontradas no local e passaram a integrar a decoração de algumas paredes.

Existe um vídeo que mostra a evolução da reforma do histórico Edifício Puck, construído em 1893 e antiga sede de uma importante revista, em que é possível verificar o reuso dos materiais de demolição.

Acesse o link do vídeo: http://youtu.be/8Lyr–9Snvw

Tudo começou com um grupo de 23 amigos que tinha o alpinismo como paixão e é agora uma cooperativa. Mas não importa o quão grande eles crescam, suasraízes permanecem firmemente plantados no exterior. A nossa paixão pela aventura ao ar livre é claro, se você visitar qualquer uma de nossas lojas em todo o país, nos telefones, ou contate-os online.

Por permanecer fiel às raízes, a REI ganhou um lugar na lista da revista FORTUNE das “100 Melhores Empresas para Trabalhar” a cada ano desde os rankings começaram em 1998. Trabalham duro para ganhar essa reputação de qualidade e integridade a cada dia. Nosso propósito nos guia dia a dia: trabalhar para inspirar, educar e equipar para uma vida de aventura ao ar livre e mordomia.(fonte: site http://www.rei.com)

Workshop Hotel Empire

O tradicional workshop das missões técnicas traz aos participantes a possibilidade de compartilharem os aprendizados vivenciados nas visitas realizadas nos três primeiros dias da missão técnica, sobre os mais diversificados formatos e operações de varejo. Neste os participantes, discutem as estratégias percebidas em cada loja visitada, e elaboram seus planos de ações para implementarem mudanças, ajustes e novas estratégias em seus formatos de negócios.

A missão contribui decisivamente para que os participantes repensem seus negócios, ao analisarem as estratégias de gestão de lojas conceituadas nos USA, permitindo-lhes traçar novas metas para seus negócios e saírem à frente de seus concorrentes.

Teremos mais aprendizados ainda, vamos em frente.

Continuando as visitas… 4 Food

4 Food

Personalização é o foco da 4Food, esta sanduicharia disponibiliza somente uma lista de ingredientes “naturais”, os quais os clientes escolhem quais farão parte de seu sanduiche.

Através do site ou smartphone, o cliente cria e dá nome ao seu prato/sanduíche, prato este que é incorporado à lista, exposto e sugerido em telas flat-sreen no local.

O mais interessante: Você pode promover seu sanduíche (online, offline). A empresa criou uma estratégia de relacionamento com seus clientes bem interessante, a cada sanduíche extra vendido o restaurante te dá um crédito de US$ 0,25.

A rede promete fast-food sem “junk-food” – Seu slogan: “de-junking fast food.“. Muitos tentaram isso antes. Tenho a impressão que dessa vez caminham na direção correta: mais que um simples menu natural inventaram um menu natural “movido” a mídias sociais media. Interessante? Fast food com tecnologia e comida saudável.

A lanchonete promete versões saudáveis de clássicos de fast-food, além de um compromisso com reciclagem e bio-decomposição in loco. Existem cerca de 140 milhões de combinações possíveis para sanduíches disponíveis no 4Food. A marca registrada da lanchonete é um hambúrguer em formato de donut (rosquinha), que você pode preencher com os ingredientes que quiser. Isso é que chamamos decustomização levada a sério.

Com o conceito de hiper-conectividade, o estabelecimento é equipado com enormes telões onde é possível visualizar check-ins via Foursquare e Tweetsrecentes sobre a loja, além de um ranking com os hambúrgueres mais populares, atualizado em tempo real. Os clientes se tornam em um canal de marketing da lanchonete, pois após criarem as suas versões de sanduíches, eles utilizam os seus perfis no Facebook e Twitter para promover as suas criações, e assim receber os créditos da 4Food.

Segundo Adam Kidron, co-fundador da 4Food, o uso das mídias sociais é divertido e novo, mas sustentá-lo ao longo do tempo exige esforço, a loja possui dois colaboradores full time para estes serviços de interatividade e relacionamento com seus clientes e os potenciais clientes. É por isso que 4Food oferece tais recompensas substanciais para os clientes. “Nós não oferecemos incentivos. Pagamos as pessoas para o trabalho que elas fazem. Se você quiser alguém para vender algo para você, é melhor você dar um retorno para eles – caso contrário, eles vão parar de fazer isso na hora.”, diz Kidron. Isso é uma lição que todas as pequenas empresas podem levar a sério, em se tratando de mídia social.

Não seria legal degustar um sanduba criado por você em uma experiência totalmente 2.0 e ainda ganhar um grátis? Então você tem que conhecer o 4food, que une comida, redes sociais e jogos competitivos.

Apesar disso não ser nenhuma novidade, será que nosso varejo está realmente aproveitando essas inovações para potencializar seus negócios?

Segundo a trendwatching.com, uma das maiores empresas do mundo focada em tendências de consumo, 2011 espera 11 tendências cruciais de consumo. Entre as elas é possível destacar quatro tendências que são relativas ao bem estar, negócios com foco social e sustentabilidade, entre elas: RANDOM ACTS OF KINDNESS (Ações Espontâneas de Bondade), WELLTHY (Bem estar e saúde como Status Social), EMERGING GENEROSITY (Generosidade emergente) e ECO SUPERIOR (Superioridade Sustentável). O que elas têm em comum é forte influência da mudança de padrões que o mundo vem sofrendo. A conectividade e as mídias sociais trouxeram uma sensação de proximidade, sendo possível compartilhar a vida online, com um único clique; no entanto cada vez mais, as pessoas precisam sentir o contato humano.

A população mundial está se tornando cada vez mais urbana, sendo atualmente 3 bilhões de pessoas vivendo em centros urbanos, taxa que cresce aproximadamente 60 milhões por ano, mas o desejo de resgatar valores simples como alimentação natural e saudável é crescente. Conceitos de luxo, status social e conforto já não são mais os mesmos. Até o real sentido da procura por sustentabilidade está mudando.

Em Nova York, um dos berços do mundo de tendências, é possível observar um pouco de tudo isso colocado em prática, o que vem funcionando muito bem, contribuindo inclusive para a superação da crise que tanto os abalou, desde 2008.

Um dos destaques é relativo à sustentabilidade. Lá é possível aprender lições valiosas de como uma das maiores metrópoles do mundo está se transformando cada vez mais em uma cidade com valores sustentáveis. Quando se olha para a história das construções sustentáveis em Nova York, fica mais fácil entender como essa cidade, famosa por abrigar pessoas de todo o mundo e criar tendências em moda, consumo e estilo de vida, lidera também o ranking de construções sustentáveis nos Estados Unidos.

A recém-inaugurada 4Food, por exemplo, é uma rede de fast-food que promete entregar ao consumidor hambúrgueres saudáveis, 100% naturais, de produção local, dentro de um menu sustentável. A primeira loja da rede na Madison Avenue, ainda mescla uma arquitetura minima-lista, (diferenciada das redes tradicionais americanas), com tecnologia, colocando nos balcões de refeições iPads à disposição dos clientes.

Conheça um pouco mais desta hamburgueria de sucesso, http://4food.com/

Iniciando o 5º dia de visitas… Disney

Disney

O grupo saiu do hotel às 8h30 e fomos direto à loja da Disney, onde estavam nos aguardando para especialmente receber-nos.

O horário de abertura normal da loja é às 10h da manhã, mas neste dia pela agenda efetuada eles nos receberam e fizemos um tour pela loja toda. Antes da abertura da loja para atendimento ao cliente, acontece uma reunião com todos os seus colaboradores, que avaliam como foi o movimento do dia anterior, avaliam ainda as reclamações se houverem e por que delas, além de problemas existentes, se foram resolvidos, ou qual o encaminhamento para tal.

A loja tem uma tradição de realizar pontualmente com todos os seus colaboradores uma abertura especial da loja para o atendimento aos seus clientes, e para isso brindam o primeiro cliente a abrir a loja para os demais consumidores, com uma chave especial. E neste dia esta missão foi dada a um membro da missão técnica, Carlos Cesar Cibin, empresário de Curitiba teve esta honra, e certamente este dia ficará em sua memória.

Disney Store: rede de lojas da DISNEY que vendem uma infinidade de produtos da marca. Atualmente a rede conta com mais de 220 unidades espalhadas somente pelos Estados Unidos e Canadá. A primeira unidade foi inaugurada no dia 28 de março de 1987 na cidade de Glendale na Califórnia. No mundo inteiro são 360 lojas, algumas localizadas em endereços famosos como a Avenida Champs Elisées, no coração de Paris, e a Regent Street em Londres. Existem ainda unidades na Espanha, Itália, Portugal, Japão e Hong Kong. A empresa possui ainda as lojas World of Disney, que vendem os mesmos produtos exclusivos encontrados nos parques. Atualmente existem três lojas: uma localizada no Downtown Disney de Orlando (a maior loja DISNEY do mundo), outra no Downtown Disney da Califórnia, e a terceira no Disney Village, em Disneyland Resort Paris. Essa divisão ainda é responsável pelo disneystore.com (exclusivo comércio eletrônico da DISNEY). Recentemente, no início de novembro de 2010, a empresa inaugurou uma enorme loja de aproximadamente 2.000 m² em plenaTimes Square em Nova York. Com dois andares, o espaço tem suvenires temáticos inspirados em ícones da cidade americana, um castelo com espelho mágico e painel digital suspenso a mais de 20m de altura na fachada.

Parte do objetivo da marca Disney foi alcançada: proporcionar um ambiente com interação e experiências aos consumidores, semelhante aos ambientes dos parques. O que ainda falta é a reforma de 11 lojas nos Estados Unidos com esse novo conceito, bem como a abertura de mais 50 lojas no solo americano, na Europa e no Japão.
A nova loja da Times Square, em Nova York, conta com tecnologia de primeira e, é claro, muita criatividade. Existe o uso profundo do RFID (Radio-Frequency IDentification), telas touch screen espalhadas pelo ambiente, digital signage, entre outras tecnologias. A marca calculou um investimento de US$ 100 milhões, mas valeu a pena.

Nosso último workshop
Mais uma vez nos reunimos ao fim do dia, já eram 18h quando iniciamos o workshop com os participantes para compartilharem os aprendizados vivenciados nas visitas realizadas neste último dia da missão técnica Nova York 2012, sobre os mais diversificados formatos e operações de varejo. A riqueza de informações trazidas pelos participantes agrega conhecimento e permite a troca de experiências e observações relevantes realizadas em cada visita por todos os participantes.
A missão tem o papel de oportunizar aos participantes repensarem seus negócios, ao analisarem as estratégias de gestão e inovação de lojas conceituadas nos USA, o modelo de relacionamento com os clientes que estas estabelecem, permitindo-lhes traçar novas metas para seus negócios e saírem à frente de seus concorrentes.
O aprendizado foi intenso nestes dias, agora é o momento de reflexão individual de cada participante, para planejar as mudanças ou oportunidade que identificaram na missão e pôr em prática a partir da próxima semana.
Nesta missão aprendemos um pouco mais sobre gestão e operação de varejo com os líderes mundiais neste setor tão dinâmico da economia mundial, o qual é também grande gerador de riquezas a todos os países.

E o nosso BLOG continuará no ar, ops… digo na web, trazendo informações adicionais, e depoimentos dos participantes, para que o aprendizado seja dividido com todos os clientes do Sebrae e Fecomércio, basta acessar o mesmo na web.

Abraços, valeu New York City.

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