SHOPPING MEGA POLO

Começamos as visitas pelo Shopping Mega Polo, um shopping para atacadista, mas com todos ares e conceitos de um shopping varejista. Fomos recebidos pelo Rogério Wolf que nos apresentou os serviços oferecidos ao cliente as lojas referência em visual merchandising.

Sobre os serviços oferecidos, vão desde serviços comuns de shopping centers, como segurança, praça de alimentação e estacionamento, até um hotel localizado no próprio shopping, transporte vip, atendimento personalizado, programa de fidelidade e apoio para o lojista montar uma loja virtual. Outro serviço que o shopping disponibiliza, é uma arena bureaux de estilo para pesquisa sobre moda e tendências, um estúdio fotográfico para catálogos e uma agência de publicidade.

Conhecemos algumas lojas que destacam pelo conceito do visual merchandising:

A VITRAL, destaca-se pelo vitrinismo, utilizando painel de LED, com diferente jeito de expor, com manequins diferenciados.

Na MALAGUETA, “o vidro saiu para aproximar o produto do cliente, diz Rogério. A loja possui um cheiro de limão que combina com a cor amarela que predomina a loja.

 

A LADY ROCK, um case do shopping que se posicionou, “oferecendo mais que um produto e sim um estilo de vida”, diz Rogério. A loja buscou referência na moda internacional para criar seu estilo. Também se utiliza da sensorialidade do cheiro.

ELETRÔNICA SANTANA

Fomos muito bem recepcionados pela Dalali e Débora do marketing, pelo Fernando e pelo Sr. Rubens, fundador da Eletrônica Santana. O grupo foi surpreendido pela participação na visita pelo Rubinho, também proprietário da Eletrônica Santana, por videoconferência. Rubinho nos contou a história da empresa que surgiu em 1964, com vendas de componentes eletrônicos até os dias de hoje.

Uma empresa de mais de 50 anos, passou pelas mudanças de moeda no Brasil, inflação alta, abertura de importações e mudanças de tecnologias, durante todos estes anos, mas sempre procurou alternativas para manter-se no mercado, diz Rubinho.

Um exemplo foi quando Rubinho começou a trabalhar com o pai nos anos 90 e implantou algumas mudanças para continuar no mercado e enfrentar os desafios da época como:

  • Readequação das linhas de produtos
  • Buscar por novos tipos de consumidores
  • Melhoria na qualidade produtos serviços
  • Preparação de novos perfis de profissionais
  • Inovação
  • Novos canais de vendas

Em 2003, novamente a empresa tinha dois caminhos possíveis para enfrentar os desafios e permanecer no mercado, continuar no mundo tradicional com a abertura de novas lojas físicas ou aceitar o desafio de um novo mercado, ainda não consolidado nos Estados Unidos, muitos menos no Brasil o “tal do e-commerce. ”Uma empresa de 40 anos, tradicional, de venda regional, de balcão, sem referência de e-commerce, no Brasil apenas o Submarino e fora a Amazon, vender no e-commerce? Indagou Rubinho.

Sim, em 2004 a Eletrônica Santana, uma das empresas pioneira no e-commerce, lança a primeira plataforma de venda pela internet, baseado na ideia de vender em território nacional, de atingir um nosso mercado e de entrar na casa do cliente.

A partir da entrada no e-commerce surgiu a oportunidade de trabalhar com o mundo corporativo, “foi o grande impulsionador para nós, a partir da abertura deste canal de venda, a empresa foi verificando outras oportunidades de negócios, como o serviço de videoconferência, sempre buscando atender as necessidades do cliente.

Os números hoje da Eletrônica Santana, 05 frentes de negócios, 100 funcionários e 6000 itens e mantém a sua loja física.

Rubinho deu várias dicas para quem quer abrir um e-commerce, como da importância de conhecer o mercado, participar de eventos, ter um bom sistema de gestão, planejamento de logística e de estar preparado para responder aos e-consumidores. E também apresentou dados atuais sobre o e-commerce.  Rubinho encerrou sua participação com um recado para participantes desta missão: “Lembre-se! E-commerce é varejo”.

Após a videoconferência, o grupo conheceu toda a empresa, o setor de call center, salas para videoconferência, o estoque e setor de expedição, guiados pelo diretor de RH Joris e acompanhados pelo Sr. Rubens, Fernando, Dalali e Debora.

LIVRARIA DA VILA

Fomos recebidos pelo diretor de marketing e comercial, o Rodrigo que nos contou sobre a história da Livraria da Vila que tem 30 anos de mercado.

Em 2003 a empresa foi vendida para a atual gestão, quando também se iniciou o processo de expansão da empresa. Hoje com 08 lojas, sendo uma delas a loja que visitamos no Shopping JK.

A arquitetura das lojas da Livraria da Vila, foram projetadas pelo arquiteto Isay Weinfeld, a loja do Shopping JK, são labirinto com curvas que são compostas por prateleiras para a exposição dos livros.

A loja do Shopping JK, tem disponível um auditório para apresentações culturais e lançamentos de livros, “ uma forma de chamar as pessoas para o ponto de venda”, diz Rodrigo. Mencionou também o conceito de ter um atendimento ostensivo, com vendedores qualificados e que são incentivados à leitura.

SHOPPING JK IGUATEMI

O Shopping JK Iguatemi, considerado um dos shoppings mais luxuosos do Brasil, marcas como Chanel, Prada, Gucci entre outras estão presentes.

Fomos guiados pelo Paulo Amaral que nos mostrou os serviços que são oferecidos aos clientes do Shopping JK Iguatemi, como a sala personal shopper, onde há 03 profissionais disponíveis para atender o cliente final, nas escolhas de roupas e auxiliar nas compras.

Outro serviço são os espaços para eventos: uma sala de eventos corporativos, mais um terraço onde acontecem desfiles e exposições.

Visitamos a Bradesco Next uma loja com tecnologias que não foram lançados no mercado pelo banco, como são painéis, monitores sensitivos, telas interativas e ainda um robô.

                                                       BARBEARIA CORLEONE

Fechamos o dia de visita na Barbearia Corleone, onde fomos recepcionados pelo proprietário Bruno Van Enck que nos contou sobre a sua trajetória empreendedora.

A Barberia Corleone é uma loja com um mix de serviços para seus clientes, entre serviços de barbearia e de bar, o consumidor pode ao mesmo tempo que faz a barba e corta o cabelo, tomar um chopp.

O proprietário contou que para chegar na proposta da Barbearia Corleone, visitou barbearias em Nova York, também visitou barbearias em São Paulo para buscar experiências e para analisar este mercado. A escolha do ponto também foi processo demorado, onde acompanhou por vários dias o fluxo do local e as pessoas que frequentavam aquela rua.

Bruno já está projetando a expansão do seu negócio, através da abertura de franquia tanto para São Paulo, quanto para outros locais do país.

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Finalizamos o nosso dia, com um workshop para levantarmos os aprendizados a partir das visitas já realizadas.

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