As exportações brasileiras de lácteos aos países árabes somaram US$ 72 milhões de janeiro a agosto, um aumento de quase quatro vezes sobre o mesmo período do ano passado.

A Argélia, que praticamente não tem gado, é o principal mercado entre os países árabes e o segundo no mundo, atrás apenas da Venezuela, importando inclusive leite em pó também para reconstituir e produzir laticínios localmente. As exportações brasileiras de lácteos para lá somaram US$ 39 milhões de janeiro a agosto, contra zero no mesmo período do ano passado.

Os produtos variam de acordo com o destino, enquanto para a Argélia o leite em pó e o leitelho são os principais itens enviados, para a Arábia Saudita é o leite condensado, para o Egito, manteiga e leite em pó, e para os Emirados Árabes Unidos, creme de leite e leite condensado.

Receba conteúdos exclusivos do Sebrae direto no seu email.

 

A Arábia Saudita é o segundo maior mercado do Brasil entre os árabes e o quarto no mundo, o Egito vem logo em seguida nas duas listas, os Emirados estão em quarto entre os árabes e em sétimo globalmente. Este ano o País exportou lácteos também ao Bahrein, Kuwait, Catar, Tunísia, Omã, Iêmen, Líbia e Jordânia.

Gosto de lembrar, que para se exportar para os países árabes, muitas questões culturais e religiosas devem ser respeitadas, caso contrário o que deveria ser um sucesso pode se tornar uma frustração.

O empresário deve sempre se informar sobre essas questões antes de fechar negócio, e as adaptações valem a pena, considerando que o mundo árabe é potencial importador de vários produtos brasileiros.

Este conteúdo foi útil para você?


Este conteúdo foi útil para você?

Ei!? O que você achou deste conteúdo?
Compartilhe sua experiência

O seu endereço de e-mail não será publicado.
Todos os campos são obrigatórios.




Privacy Preference Center

Diminuir ou aumentar fonte
Contrast