Sim, eu sei que o carnaval já passou, mas gostaria de aproveitar essa famosa marchinha para abordar um tema que todos nós precisamos: Crédito!

 

Imagine que você está andando pela rua e uma pessoa desconhecida fala esse refrão para você: Ei, você aí! Me dá um dinheiro aí! Bom, agora que tal substituir o verbo dar por emprestar. A abordagem então seria: Ei, você aí! Me empresta um dinheiro aí!

 

Qual seria a sua reação? Emprestaria? Sim, não, depende? Supondo que você quisesse saber mais sobre esse pedido tão inusitado, prolongaria a conversa. Imagino que seria mais ou menos assim:

 

– Pessoa desconhecida: Ei você aí! Me empresta um dinheiro aí!

– Você: Mas, quem você é, mora onde?

– Pessoa desconhecida: Eu sou fulano de tal e moro aqui na cidade!

– Você: O que você faz?

– Pessoa desconhecida: Como assim, eu faço várias coisas, todos me conhecem!

– Você: Quanto você precisa?

– Pessoa desconhecida: Ainda não sei.

– Você: Para que você precisa o dinheiro?

– Pessoa desconhecida: Ainda não sei, estou verificando.

– Você: Quanto você ganha, quanto sobra e quanto poderá pagar por mês?

– Pessoa desconhecida: Puxa, quantas perguntas, preciso ver isso!

– Você: Mas, o dinheiro, você precisa para que?

– Pessoa desconhecida: Ainda não sei, estou verificando.

– Você: Tá bom, imaginando que eu te empreste qual a garantia que você me pague?

– Pessoa desconhecida: Tá duvidando de mim? Eu vou pagar!

– Você: Puxa, desse jeito não vou poder emprestar.

– Pessoa desconhecida: Já imaginava, ninguém quer me ajudar.

 

Que tal o diálogo? Loucura?

 

E se eu disser para você que tem muitas empresas que fazem isso no banco?

 

Chegam à instituição financeira, não querem apresentar o cadastro, comprovar faturamento, não sabem quanto e para que necessitam o recurso e muito menos que garantias apresentar.

 

Mas antes de abordarmos esses assuntos, gostaria de dizer que não estou defendendo as instituições financeiras e nem tenho autorização para isso, mas o que quero enfatizar é que as empresas e seus empresários devem fazer o que chamamos de “qualificar a demanda pelo crédito”, ou seja, quanto mais informações e quanto mais precisas elas forem, as instituições financeiras se sentirão mais seguras em efetuar o financiamento e de forma mais ágil.

 

Nesse espaço iremos abordar um tema muito procurado pelas empresas: Crédito. Falaremos de formas de buscar, cuidados, onde buscar, como buscar e principalmente quais os instrumentos de apoio aos pequenos negócios. Também colocaremos fatos que estão ocorrendo relacionado ao tema, como novas linhas, novos programas, taxas, instituições entre outros.

 

Para iniciar as nossas conversas, no próximo post, irei abordar um tema super importante e que deve fazer parte do nosso dia a dia: Educação Financeira!

 

CLIPPING

 

– Quase 80% dos brasileiros pagam as contas com cartão, revelou uma pesquisa. Tem gente usando cartão até no pastel da feira.

– Cooperativas buscam manter clientes com novos serviços: O sistema de cooperativas de crédito no Brasil está buscando ampliar o número de serviços oferecidos para tirar seus associados dos grandes bancos.

– PSI de 2014 começa a vigorar: No dia 24 de fevereiro foi publicado no Diário Oficial da União as condições do Programa. O Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI), linha de financiamento subsidiado para bens de capital operada, majoritariamente, pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), renovado no fim de 2013 sob novas condições, finalmente começou a valer.

– Cresce a oferta de crédito para o turismo: Bancos públicos investiram R$ 13,5 milhões em hotéis, restaurantes, empresas de transporte e agências de viagem no ano passado.

– Cresce a busca por Cooperativas de Crédito no Brasil:  Com juros para empréstimos menores que os bancos convencionais, as Cooperativas tem se mostrado uma excelente alternativa. O valor depositado nas cooperativas, cresceu com mais intensidade do que nos bancos. Em cinco anos, mais que dobrou, até os R$ 11,5 bilhões atuais, ou 5% do total do sistema financeiro, em 2009 a fatia era de 3%.

– Recursos liberados pelo BNDES aumentam 35% no primeiro bimestre:  Cenário foi positivo para Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs). Elas responderam por 41% das liberações totais do banco.

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