Para minimizar a inadimplência, alguns cuidados podem ser úteis e o financeiro de sua empresa pode agradecer, segue então, algumas dicas para driblar a inadimplência!

Observe essas dicas:

Sazonalidade – observe em que épocas do ano a inadimplência é maior ou menor para o seu segmento de negócio!

Início de ano – alguns períodos podem ser responsáveis por provocar aumento da inadimplência em sua empresa. Um exemplo típico é o início do ano, depois que os consumidores passaram pelas compras de Natal, suas férias de janeiro e a curtição do carnaval.

Queda nas atividades das empresas – neste mesmo período pode ser agravado também pelo fato de que ocorre a queda nas atividades nos setores empresariais.

Períodos de maior demanda financeira nas famílias – caso típico de início de ano, para famílias que têm filhos em idade escolar, compromissos com compra de materiais escolares, uniformes, pagamento de matrícula, dentre outros, pode provocar a necessidade de “desvio” do orçamento para estes fins e deixar de lado as prestações tradicionais.

 

Cuidados com recebimento de CHEQUES!

Para contas bancárias recém-abertas – parece folclórico, mas é verdadeiro, elas representam um alto índice de inadimplência. Isso ocorre porquê geralmente os falsários têm acesso a cadastros comerciais e com isso conseguem abertura de inúmeras conta correntes – tratam-se de contas reais, porém, movimentadas por pessoas irreais.

Para contas bancárias antigas – o risco é com relação a golpe do cheque falso, que não se trata de inadimplência, mas crime de falsificação. Neste caso, o consumidor que teve seu cheque falsificado não tem culpa, a instituição bancária também não, e o prejuízo acaba ficando com o empresário.

Por lei, nenhum estabelecimento é obrigado a aceitar cheques, mas deverá informar de forma clara ao consumidor, fixando cartazes visíveis, com informações ao cliente, como: “Não aceitamos cheques de terceiros”, ou, “só aceitamos cheques mediante apresentação de CPF e RG e mediante consulta”.

 

Evitar o financiamento através de crediário próprio!

Vender através de cartões de crédito ou de agentes financeiros pode ser a opção de vender a prazo, mas garantir o seu recebimento.

 

Garantias pessoais!  (alguns exemplos de garantias)

AVAL – é uma garantia dada por uma pessoa física ou jurídica que se responsabiliza pelo pagamento da dívida caso o tomador de crédito não honre com o seu compromisso.

FIANÇA – é uma obrigação escrita. É um contrato por meio do qual o fiador garante o cumprimento da obrigação do devedor caso este não o faça.

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Garantias reais!  (alguns exemplos de garantias)

HIPOTECA – o pagamento da dívida é garantido com um bem imóvel. Embora conserve a posse do bem, a empresa só readquire a propriedade plena do bem após a quitação integral da dívida.

PENHOR – a empresa entrega um bem móvel à instituição financeira, como garantia de pagamento da dívida, mas também mantém sua propriedade. Caso a dívida não seja quitada no prazo, a instituição financeira recebe a posse definitiva e a propriedade do bem penhorado.

ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA – a empresa transfere a propriedade de um bem móvel a uma instituição financeira, mantendo apenas a sua posse, o que possibilita que a empresa continue utilizando o bem, mesmo estando ele alienado. Alienação Fiduciária. A propriedade do bem só é devolvida para a empresa depois que a dívida for paga integralmente.

 

Mesmo assim, todo empresário, não obstante utilizar-se de práticas para reduzir a inadimplência, ainda poderá ter problemas com consumidores inadimplentes, pois, tratam-se de situações muitas vezes não previsíveis… resta então, tratar de minimizar os impactos com cuidados especiais quando da concessão do crédito.

 

Pense nisso!

 

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