Em minha postagem passada, falamos sobre a inadimplência… uma situação bastante comum, especialmente quando tratamos das empresas do varejo.

É notório a necessidade de tomar alguns simples e práticos cuidados.

Certamente você já fez ou faz compras a prazo em lojas de grandes redes ou já pleiteou um financiamento ou empréstimo, não é mesmo?

Que tal rememorar então o momento da “entrevista” para concessão do crédito… na sucessão de perguntas terão surgidos questionamentos do tipo:

  • Qual é a sua renda atual?
  • Quanto tempo trabalha onde gera essa renda?
  • É casado? Se sim, quanto seu marido/sua esposa tem de renda atual?
  • Tem imóvel próprio? É financiado? Se sim, quanto paga de prestação?
  • Quais outras prestações tem como compromisso atual?

 

Sabe o que isso significa?

Que o propósito é encontrar, especialmente, respostas muito importantes:

Se o candidato a crédito tem uma renda definida e se tem característica de estabilidade – isso determina se existe geração de renda constante e se o comportamento desse interessado é estável, algo do tipo: troca de renda repetidas vezes?

Também para determinar a capacidade de endividamento – isso se faz conhecendo a capacidade de geração de renda e o quanto desta renda já se encontra comprometida.

Bem, vamos a uma explicação mais clara, o quadro a seguir demonstra uma simulação de renda e valores comprometidos, e por fim, o cálculo da capacidade de endividamento (clique no quadro para ampliar).

Esse quadro demonstra que o saldo da capacidade de endividamento saudável é de somente R$ 50 de prestação mensal, valores superiores e este calculado, certamente é o começo de problemas na liquidação dos compromissos.

São demonstrações simples, práticas e rápidas de como se calcula a capacidade de endividamento para pessoas físicas candidatas a crédito.

É claro que as empresas que se organizam sistematicamente com o seu sistema de crédito adotam muito mais critérios que possibilitam apurar ainda mais as análises, e com isso, tentar minimizar seus riscos, bem como, obter garantias, realizar pesquisas de indicadores negativos (SPC, Protestos, Emissão de cheques sem fundos…)

Já para a concessão de crédito para pessoas jurídicas, os critérios e as análises necessitam ser muito mais apuradas, buscando-se indicadores da capacidade de endividamento e os indicativos de sucesso nos recebimentos.

Interessado? Busque orientações para aprimorar seu sistema de crédito.

Precisa de mais convicção?

Existem milhares de maus indivíduos especializados em aplicar golpes o que significa que todo cuidado é pouco!

E também, lembre-se: “PIOR DO QUE NÃO VENDER É VENDER E NÃO RECEBER!”

 

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