Em 2014 o Brasil perdeu espaço para outros países em quatro de seus cinco principais mercados consumidores, e com isso consolida a tendência negativa do saldo em balança comercial com China, Argentina, Japão e União Europeia, que representam juntos 60% de todas as exportações brasileiras.

As perdas nestes mercados estão acontecendo não por conta da crise econômica internacional, mas devido a outros países estarem conquistando o espaço do Brasil, especialmente na Argentina, caso mais dramático, onde a participação brasileira sofreu redução de 25%, enquanto a participação da China recuou apenas 5% e da América do Norte 4%.

Especialistas apontam que o problema não é da crise, mas sim estratégias erradas aplicadas pelo governo brasileiro nos últimos anos.

Outra questão é o enfraquecimento das relações comerciais com os vizinhos sul-americanos em detrimento de outros mercados, como o norte-americano, altamente competitivo, onde a participação brasileira tem aumentado, porém as relações com a Argentina, um tradicional parceiro, está em declínio, pois agora o país prioriza relações comerciais com a China.

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Países latino-americanos estão experimentando a sua menor taxa de crescimento econômico desde 2009, de acordo com um relatório de 28 de janeiro de 2015, elaborado pelo Serviço de Pesquisa do Congresso americano, indicando que a situação ficará cada vez mais desfavorável para o Brasil.

Há tempos não escuto falar num Programa forte de Incentivo às exportações do Governo Federal, continuamos no “mesmismo” perdendo cada vez mais mercado no exterior.

 

 

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