Estamos no período de festas natalinas e não pretendo aqui discorrer sobre as novas tecnologias, os novos brinquedos ou as novas receitas que surgirão e farão a alegria de muitas pessoas.

Nem é meu objetivo falar de uma das maiores lideranças que o mundo teve e que continua a influenciar milhões de pessoas do planeta, após mais de 2.000 anos, muito menos escrever sobre o famoso bispo de Mira, São Nicolau.

Nem vou abordar que inovação é uma das coisas mais antigas de todos os tempos, e que, nessa época, se acentuam ainda mais inovações relacionadas às massas, a cerveja, o vinho e outras guloseimas.

Embora possa parecer desnecessário fui buscar a origem da Festa de Natal e leiam o que encontrei: “festa de origem pagã, advinda da antiga Babilônia que foi assumida pelo Imperador Constantino, no século 4º após este ter se declarado cristão”.

Acredito que a grande inovação de Natal está ligada ao tempo.

Alguém pode me perguntar: como assim ligado ao tempo? Se tempo é algo que não existe, porque é uma unidade de medida que foi criada pelo homem?

Não vou entrar nessa discussão.

Steve Jobs (interessante não tinha observado até esse momento que ele tinha trabalho até no nome) dizia que “você tem que aproveitar o seu tempo o máximo possível com atitudes inovadoras”.

De certa forma, ele tinha razão. É só observarmos a natureza, onde todo dia nasce um novo dia, e nunca igual ao de ontem, e muito diferente do de amanhã.

Voltando no tempo, tanto na festa babilônica quanto na festa cristã sempre foi levado em consideração que os presentes eram dados aos aniversariantes do dia. É uma inovação do mercado – todo mundo presentear todo mundo, como forma de celebrar a amizade e mover a economia, é claro.

Voltamos para o tempo da natureza, nessa época em que as compras se acentuam, o lixo aumenta, o planeta aquece, os recursos naturais demoram em se recompor. A inovação está focada na atitude de promover o não ao desperdício, sim à reciclagem, sim para o equilíbrio entre as coisas, e sim à distribuição mais justa e fraterna.

Parece assunto de autoajuda, mas não é. Inovar começa em cada um de nós, em nos permitir correr um risco novo a cada dia. Risco que pode provocar acertos e erros, mas certamente nos trará aprendizados e sensações. Como dizem os pensadores: a felicidade é o caminho e não o fim da estrada.

Assim como o sol surge a cada dia, o Natal acontece todo dia. A inovação deve ser algo constante em nossas vidas!

É fácil? Quem disse que será fácil?

São Nicolau que o diga, Jesus Cristo também. Eles sim inovaram na sua forma de ser.

Feliz Inovação e que o Natal nos renove!!!!

Por Agnaldo Castanharo

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