Marketing e VendasNeste blog os seguintes assuntos serão priorizados:Ciclo de vida de produtosDistribuição e LogísticaPublicidade e PropagandaPlanejamento Estratégico de MarketingAtendimento ao ClienteVendasVitrinismoPonto de VendasE-commercePesquisa de MercadoFranquiashttp://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/blog/marketingpt-brS.O.P.A – PiratariaSOPA ou Stop Online Piracy Act (traduzido como Lei de Combate à Pirataria Online) é um projeto de lei que está circulando na câmara dos representantes dos Estados Unidos. Este Projeto pode afetar o micro e pequeno empreendedor aqui no Brasil?

 

O projeto de lei autoriza a justiça americana ou os detentores de direitos autorais a retirar qualquer site do ar definindo o domínio como inexistente e até impedir que empresas americanas comercializem com estes sites, sem contar com a possibilidade de tirar os links dos mecanismos de busca.

 

 Entre os defensores do projeto de lei estão as empresas de entretenimento dos estados unidos e contra o projeto estão os mecanismos de busca e as redes sociais. Este projeto de lei pode reduzir a liberdade de expressão e a dinâmica de inovação na internet. Os autores do projeto parece não entenderem a nova dinâmica da internet.

 

Como isso pode afetar seu negócio?

 

Não trata-se apenas vender produtos piratas, pois isto é ilegal e tem legislação própria, mas uma simples imagem em seu site sem indicação do autor pode tira-lo do ar. A web 2.0 é caracterizada pela abertura, liberdade de expressão e compartilhamento de conteúdo.

 

Poderia dar um exemplo: sou prof. universitário e produzo slides para minhas aulas. Distribuo os slides livremente entre meus alunos e se desejarem podem compartilhar com outros alunos e professores simplesmente por que minha aula não é o slide mas as conexões que consigo desenvolver com os alunos. Minha aula nunca é igual, mesmo quando uso os slides idênticos na turma anterior. Já vi meus slides em uma palestra e pude constatar que a abordagem do palestrante era diferente.

 

É muito mais complexo analisar a pirataria após a revolução da web 2.0.

 

Qual a sua opinião sobre o S.O.P.A?

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Quem seguir no Twitter?A social media marketing magazine lança periodicamente a lista dos 100 professores de marketing mais influentes no twitter no mundo inteiro. Na última edição 10 professores são do Brasil.

Confira a lista dos brasileiros abaixo e sua respectiva colocação, vale a pena segui-los. A lista completa pode ser conferida em:

http://www.smmmagazine.com/exclusives/top-marketing-professors-on-twitter/

•#9: Martha Gabriel
Professor at HSM Educação
www.Twitter.com/MarthaGabriel

•#15: Berenice Ring
Professor at Fundação Getulio Vargas
www.Twitter.com/BereniceRing

•#19: Sandra Turchi
Professor at Escola Superior de Propaganda e Marketing
www.Twitter.com/SandraTurchi

•#42: Thales Brandão
Professor at Faculdade AGES
www.Twitter.com/ThalesBrandao

•#45: Beto Lima
Professor at Faculdades Integradas Hélio Alonso
www.Twitter.com/BetoLLima

•#57: Pedro Cordier
Professor at Instituto Baiano de Ensino Superior
www.Twitter.com/PedroCordier

•#59: Marcelo Lagrotta
Professor at Centro Universitário Senac
www.Twitter.com/Lagrotta

•#63: Joaquin Presas
Professor at UniBrasil
www.Twitter.com/JoaquinPresas

•#64: Marco Antonio Murara
Professor at Centro Universitário de Jaraguá do Sul
www.Twitter.com/ProfessorMurara

•#81: Karlan Muniz
Professor at Centro Universitário de Jaraguá do Sul
www.Twitter.com/KarlanMuniz

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/marketing?c=286723/01/2012
Aplicativos para o micro empreendedorCada vez mais o micro empreendedor está utilizando plataformas mobile. Você pode administrar sua empresa utilizando vários aplicativos direto de seu celular ou tablet. Vamos conferir algumas sugestões:

HP 12 C – versão da calculadora financeira que é utilizada pela maioria dos empreendedores. É uma ferramenta mais barata do que a calculadora sem contar a facilidade de não precisar carregar mais um aparelho na pasta.

Dropbox – é uma pasta virtual em que o empreendedor poderá salvar seus arquivos e deixa-los na “nuvem”. Poderá acessar os arquivos salvos de qualquer lugar com acesso a internet através do site ou diretamente do aplicativo.

TeamViewer – com este aplicativo você consegue acessar seu computador da empresa diretamente do celular ou tablet, ou seja mesmo a distância poderá mexer no computador que está na sua empresa.

Penultimate – para anotações rápidas em reuniões ou ideias que surgem no dia a dia e não precisam de teclado pois poderá utilizar a ponta do dedo como lápis.

Flickr – imagine que você está em uma visita a um cliente e aquele novo produto que está em lançamento ainda não consta do catálogo de produtos da empresa. Se a imagem do produto estiver salva no Flickr poderá apresenta-lo a qualquer um através do aplicativo, diretamente em seu celular ou tablet.

Docs ToGo – este é um aplicativo que permitirá abrir os principais formatos de arquivos diretamente no equipamento mobile que estiver usando.

Você conhece outros aplicativos interessantes para o micro empreendedor? Comente este post e compartilhe com todos.

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Engajamento 90x9x1Cada vez mais novas palavras surgem para o vocabulário dos negócios. Você sabe o que é engajamento? Pois esta nova palavra pode mudar a sua forma de gerenciar o seus clientes e também os funcionários de sua empresa.

As empresas desejam cada vez mais se relacionar com seus clientes e este relacionamento exige uma proximidade quase personalizada. Quando se tem poucos clientes isto é fácil pois o próprio empreendedor consegue atender, mas quando a carteira de clientes é grande esta personalização exige que mais pessoas dentro da empresa possam interagir com os clientes. Tornar a empresa mais aberta permitirá que os clientes possam ser atendidos por qualquer funcionário da mesma forma, isso exigirá mais engajamento de cada um. Fazer com que seus funcionários conheçam mais a empresa, que suas decisões sejam compartilhadas e consequentemente deixar a empresa mais transparente permitirá um maior engajamento de todos nos processos da empresa.

Mas os clientes também estão cada vez mais engajados e estão deixando cada vez mais explícitas suas opiniões. Isso fica cada vez mais claro com a internet pois um cliente pode deixar um comentário no site de sua empresa mas também pode deixar sua opinião nas redes sociais e blogs. No Brasil segundo a Trends Global Web Index Wave www.trendstream.net  90% dos internautas são apenas observadores e portanto mais passivas;  76% são compartilhadores, ou seja, repassam o conteúdo produzido por terceiros; 53% são comentadores e deixam  sua opinião sobre determinados assuntos; 47% são produtores e mantêm atualizados blogues, sites ou mesmo seu perfil nas redes sociais; e apenas 1% são curadores e se destacam pelo seu alto nível de engajamento dedicando as vezes horas para organizar e moderar comunidades e fóruns de discussão.

Com esta nova percepção surge a teoria da Desigualdade de Participação, também conhecida por 90x9x1 em que 90% dos visitantes do seu site são apenas observadores, 9% participam ocasionalmente e apenas 1% está realmente engajado. Se desejar mais informações acesse www.90-9-1.com . Este 1% pode parecer pouco mas em função da grande penetração destes usuários nas comunidades seus comentários e compartilhamentos podem atingir milhares e até milhões de outros usuários com um grau de aceitação muito grande.

Quando falamos em relacionamento podemos nos concentrar nos clientes engajados, mas obviamente não podemos desprezar os 99% restantes e temos que aumentar a base. Em sua empresa os funcionários são comprometidos e você conhece seus clientes engajados?

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Foco no Produto Segundo Steve Jobs 

Na semana entre o natal e ano novo li a biografia do Steve Jobs e me surpreendeu o grande foco a produtos que ele imprimiu a Apple. Será que uma Microempresa conseguiria sobreviver focando apenas o produto e esquecendo o mercado?

 

A Apple começou pequena vendendo os esquemas para montar computadores pessoais produzidos por Wozniak, sócio de Jobs. Logo perceberam que podiam vender o computador completo e não apenas esquemas para aficionados por computadores. Jobs cria então um mercado que não existia: o de computadores pessoais.

 

O perfeccionismo de Jobs em produzir equipamentos com conceito não apenas em termos de funcionalidade para o usuário mas também em design marcaram sua carreira. Sua preocupação não era apenas com o visual externo mas também o design interno mesmo que a grande maioria dos consumidores jamais tenham tido contato com estas peças. Era o design que praticamente determinava o que os engenheiros tinham que fazer para que suas placas coubessem no design do produto.

 

Sua Intuição construiu produtos fantásticos como o Apple II, Imac, IPod, IPhone e o IPAD. Mas também cometeu erros e teve muitos produtos fracassados. Jobs estava no lugar certo na hora certa e construiu relacionamentos que permitiram chegar onde chegou. Um bom exemplo foi a compra da PIxar, seu interesse era pelo software e hardware que a empresa estava desenvolvendo e a área de animação era apenas um pequeno departamento para demonstrar as potencialidades do software e hardware. Um dos curtas desenvolvidos para demonstração do produto acabou ganhando o Oscar e despertou interessa da Disney o que mudou completamente o foco da empresa que criou o filme Toy Story.

 

Jobs sempre teve a sua volta os melhores profissionais, ou pelo menos os melhores que suportavam sua forte personalidade. Sua escolha sempre recaía por profissionais que amassem o produto que estavam desenvolvendo. Esta paixão era transmitida para a marca que conseguiu definir um estilo de vida de quem usa um produto Apple.

 

Este modelo dificilmente pode ser replicado por outras empresas, principalmente por microempresas, pois depende de uma figura central genial, com grande intuição e braço forte para conduzir a equipe e as negociações. Mesmo assim a intuição de Jobs falhou em alguns casos quase levando a empresa à falência.

 

Sua empresa tem foco no mercado ou em produtos?

 

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O Futuro depende das decisões do Presente 

Nesta época do ano vemos muitas retrospectivas. Assistimos ou lemos os principais fatos que aconteceram ao longo do ano. Enxergamos o passado e baseado nisso tentamos prever o futuro. Isso pode induzir o empreendedor ao erro.

 

Muitos empreendedores têm acesso a dados e conseguem organizar e processar estes dados gerando informação. Com a informação na mão é possível interpretar esta informação e gerar conhecimento. Muitas vezes este processamento acontece todo na cabeça do empreendedor e isso permite que ele tome uma decisão. Existem softwares que também fazem este processamento, porem nem sempre estão disponíveis para o micro empreendedor. Não importa a forma que o empreendedor utiliza, o importante é conseguir ter conhecimento para poder tomar decisão. Mas se o empreendedor deseja ficar um passo a frente dos seus concorrentes será necessário mais uma etapa: agregar a este conhecimento uma visão de futuro.

 

Analisar o futuro baseado exclusivamente no que aconteceu no passado é perigoso. O que aconteceu no passado nem sempre se repetirá no futuro. Obviamente que não podemos esquecer o passado, mas temos que tentar enxergar o futuro e criar possíveis cenários em que a empresa pode atuar. O mais importante neste caso não é conhecer o futuro pois nem você nem seu concorrente tem certeza do que acontecerá no futuro. O ideal é olhar o futuro com olhos de futuro e não com os olhos do presente. Coisas impossíveis hoje podem ser plenamente viáveis no futuro. Se olhar o futuro com as limitações do presente pode perder oportunidades lá na frente.

 

O que você vive no presente é decorrente das decisões que tomou no passado. Portanto se você quer um futuro diferente terá que tomar decisões hoje e começar a agir para alcançar o futuro que deseja. Um bom começo pode ser responder a seguinte pergunta:

 

O que minha empresa precisa fazer hoje para ser competitivo no futuro?

 

Resposta difícil, mas extremamente necessária e que exigirá uma grande reflexão. O seu sucesso em 2012 dependerá das decisões que tomará neste final de 2011.

 

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Sua empresa na Internet: 3 mitos e 1 medo 

Todo empreendedor antes de ter uma presença na Internet reflete no mínimo sobre 4 pontos: 3 mitos e 1 medo. Quero desmitificar estes pontos e permitir que o pequeno empreendedor entre na internet sem medo.

 

Mito 1: no Brasil pouca gente tem acesso a Internet.

No Brasil pouco mais de 40% da população tem acesso a internet, ou seja, pouco menos de 60% da população ainda não teve acesso. Se olharmos estes números podemos entender que a maioria da população ainda esta distante da realidade de ter uma vida na internet, porem os mais de 70 milhões de usuários brasileiros representam mais que 2x a população da Argentina, ou maior que a população inteira da França ou da Alemanha. Atualmente apenas dois países têm mais usuários que o Brasil: EUA e Japão. Não podemos ficar de fora deste mercado que crescerá rapidamente com os incentivos do governo brasileiro.

 

Mito 2: meus clientes não estão na Internet.

As classes A e B já estão na Internet e a Classe C esta crescendo de forma rápida. Não é a toa que as principais lojas de varejo destinadas a este público já tem loja virtual.

 

Mito 3: meus clientes sentem-se inseguros de comprar na Internet.

Em 2010 foram 15 bilhões de reais em compras pela Internet. Isso representou 33% das vendas realizadas por todo o comércio brasileiro.

 

Medo: se minha empresa estiver na internet e alguém falar mal da minha empresa?

Eu diria que mesmo que você não tenha uma presença na internet o cliente poderá falar mal de sua empresa através de blogs, sites de reclamação, e-mail, fóruns e principalmente as redes sociais. Aquela velha máxima de o empreendedor tinha que ter controle de sua empresa acabou. Hoje quem está no controle é o cliente. Vale a pena estar na internet pois pelo menos poderá monitorar o que seus clientes falam a respeito de sua empresa.

 

Se você ainda não tem presença na Internet agora é a hora começar a pensar a respeito, logo poderá ser tarde demais. E para isso não é preciso nem ter um site que tal começar pelas redes sociais?

 

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Geração Letrinha 

Cada vez mais sociólogos e pesquisadores do comportamento do consumidor segmentam e definem o mercado por gerações. Varias letras definem estas gerações como “X”, “Y” e a bola da vez a geração “Z”.


Talvez a primeira geração economicamente identificada foram os Baby Boomers que hoje tem entre 52 e 70 anos. Foi a geração nascida durante a segunda guerra mundial ou na década seguinte ao fim da guerra. Depois veio a geração dos filhos dos Baby Boommers denominada Geração X e que tem entre 32 e 51 anos. Logo em seguida vem a Geração Y que tem entre 20 e 31 anos. E agora surge a geração Z que tem entre 12 e 19 anos. Neste post vou me dedicar mais a esta última geração.


A geração Z é a mais informada porém não é a mais culta. É uma geração rasa em termos de conhecimento.  Precisam achar as informações corretas em meio a muitos dados, o que não dá profundidade. Ficam zapeando, por isso geração Z. Pulam da TV para o computador, do computador para o celular, do celular para o e-book mas não são multisensoriais como alguns dizem. O grande diferencial desta geração  que é nativa da internet, é que tem uma capacidade especial para deixar algo e depois retomar do ponto onde tinham parado. Continuam processando as informações uma de cada vez, mas interligam estas interrupções de forma mais rápida. Estão nas redes sociais e não ficam impressionados com as tecnologias pois isso é natural par eles.


Para Ethevaldo Siqueira esta geração tem cinco comportamentos básicos:

 1. Mobilidade total. Usam celulares, tablets e notebooks;

 2. Rejeição ao e-mail. Preferem torpedos (SMS), tuitar ou os messengers (MSN);

 3. Baixo interesse pela universidade. Não querem ostentar currículos, títulos profissionais ou acadêmicos; 

 4. Preferência absoluta pelos projetos. Querem trabalhar em empresas que tenham os mesmos ideais deles;

 5. Abertura total para as novas ideias. Será provavelmente será a geração mais inovadora.


Sua empresa vende para esta geração? Você precisa contratar pessoas desta geração? 


Comente aqui em nosso Blog.

 

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Como conquistar clientes por meio das redes sociais

 

Acompanhei a palestra “Como conquistar clientes por meio das redes sociais” de Charlene Li no Fórum Marketing e Customers Trends da HSM e gostaria de compartilhar algumas idéias. Nas redes sociais o cliente esta no controle mas, como abrir mão do controle e continuar no comando?

 Um notebook Dell pegou fogo durante um seminário no Japão e a foto foi pulverizada na internet. A Dell assumiu o erro, apresentou todas as possibilidades para este problema, passou informação e até criou uma hashtag# para quem quisesse ter todas as informações a respeito. Enfim ela corrigiu rapidamente o defeito e não escondeu o problema.

Neste caso foram utilizadas 4 metas para conquistar clientes através de redes sociais: aprender, dialogar, apoiar e inovar. Nas redes sociais as organizações devem conversar e não apenas enviar mensagens e nunca esqueçam que a relação na rede social é humana não empresarial. Esta relação deve ser contínua e não apenas ocasional. Uma vez nas redes sociais não é possível abandonar seus fans e seguidores.

Ser líderes é ter seguidores e você pode inspirar as pessoas a te seguirem com autenticidade, credibilidade e transparência. Você precisa encorajar o compartilhamento das suas informações pelo cliente e lembre-se o relacionamento com seu cliente nas redes sociais não pode ficar na mão de poucas pessoas deve ser distribuído em toda a empresa.

Como anda sua participação nas redes sociais?

 

 

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Profissionais de marketing 

Não chame um profissional de marketing de “marketeiro” pois ele se ofenderá. Este termo dá a conotação de mentiroso, de um profissional que engana e faz qualquer coisa para vender sem pensar nas conseqüências. Vamos conhecer como anda esta profissão.

 

Cada vez mais o profissional de marketing está sendo requisitado nas empresas, não só nas de grande porte mas principalmente nas empresas de médio e pequeno porte. A alguns anos atrás se alguém desejassem trabalhar exclusivamente com marketing teria que partir para um grande centro onde as matrizes das empresas estavam instaladas. Hoje a busca por este profissional acontece praticamente em todo o Brasil independente do tamanho da cidade.

 

O Brasil passa por um bom momento na economia e com um índice de desemprego muito baixo. Isso faz com que praticamente falte mão de obra em todas as áreas e não é diferente no marketing. Com a estabilidade da economia a quase 20 anos o mais importante para as empresas passou a ser: conquistar mercado, vender e lançar produtos e serviços que atendam a necessidade do cliente com excelente qualidade e atendimento. No período de alta inflação o profissional mais valorizado era o financeiro, hoje praticamente mais de 50% dos presidentes das empresas saem da área de marketing e vendas.

 

O marketing é uma ciência que utiliza conhecimentos das áreas de humanas e sociais aplicadas, portanto sua evolução exigirá muita pesquisa e aplicação. Muitas instituições de ensino superior já oferecem o curso de marketing mas como é um curso recente existem poucos Profissionais de Marketing formados. Muitos executivos que exercem esta profissão hoje vieram de cursos como economia, administração e publicidade.

 

Sua empresa tem profissionais dedicados ao marketing? Esta pensando em contratar um profissional de marketing? 

 

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Marketing independente 

Para comemorar a semana da independencia do Brasil queria discutir se temos um marketing independente ou ainda somos dependentes de outros paises.


O marketing chegou no Brasil na decada de 50 com alguns professores da Universidade de Michigan que apresentaram esta ciência para professores da Fundacao Getulio Vargas. Na decada de 70 e 80 surgiram alguns pensadores no Brasil como Raimar Richers e Marcos Cobra que criaram suas teorias baseadas em pesquisa cientifica. De la para ca muito pouca coisa foi produzida no Brasil que tenha se tornado um destaque mundial. Temos bons cientistas aqui na Brasil mas nenhum com renome mundial.


Por outro lado estamos muito a frente da Europa que durante algumas decadas negou o marketing por se tratar de uma cultura americana. Porem os europeus estao avancando e logo estaram muito a frente do Brasil. Temos que investir mais em pesquisa e formar novos pensadores em marketing. O Brasil esta em destaque no mercado mundial e temos que sustentar isso com educacao e pesquisa.


Por outro lado a publicidade brasileira ja declarou a sua independencia a anos. Hoje a publicidade brasileira é reconhecida mundialmente e dita tendencias.


O marketing brasileiro ainda nao declarou sua independencia. Precisamos criar modelos proprios sem tanta interferencia de teorias americanas.


Deixe seu comentario.

 

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