Inovação e Estratégias EmpresariaisBlog Inovação e Estratégias Empresariais .http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/blog/inovacaopt-brPleno emprego, inovação e sustentabilidadePor Agnaldo Castanharo

 

 

Nesta semana, pudemos acompanhar várias notícias sobre o tema pleno emprego. Enquanto alguns jornais noticiavam que o Brasil atingiu 4,7% de taxa de desemprego e, portanto, vive um momento de pleno emprego, especialistas do IPEA, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, alertavam que o momento não é para euforia.

Segundo os técnicos, ainda não dá para considerar um momento de pleno emprego no País, porque é grande a variação de índices entre as regiões pesquisadas. A de Salvador, por exemplo, ainda tem 9% de taxa de desemprego, enquanto que a de Curitiba, 3,7%, com necessidade de manter-se ou diminuir por mais tempo, no ano.  

Os especialistas do IPEA entendem que, se os rumos da economia se mantiverem com o desempenho atual, com certeza, atingiremos esse momento no Brasil.

Discussões à parte, os números divulgados nesta semana nos permitem comemorar e, ao mesmo tempo, refletir sobre alguns fatos.

Primeiramente, é inquestionável a importância da pequena empresa nesse contexto, já que a inclusão social tem acontecido por meio dos empregos gerados pelas micro e pequenas empresas, apesar de as lideranças empresariais defenderem a revisão da legislação trabalhista e uma reforma tributária.

Outro aspecto a considerar é a inclusão que se fez de mais 1,8 milhão de empreendedores individuais que deixaram a informalidade e passaram a contribuir com a Previdência Social, migrando para mercado formal de trabalho.

É fato que ainda há setores que necessitam de trabalhadores mais qualificados. Percebemos, no entanto, que há setores que têm contratado pessoas inclusive sem experiência. Estes estão formando seus próprios trabalhadores.


É fato também que as classes C e D têm participado mais da economia e a inclusão social e financeira é facilmente percebida.

É fato que alguns setores estão buscando ou importando mão de obra em função dos custos, é o caso da construção civil e até mesmo o de confecções.


http://terratv.terra.com.br/Noticias/Economia/Pais-ja-importa-mao-de-obra-qualificada-revela-estudo_4196-303874.htm

 

A elevação do consumo de energia, seja ela domiciliar ou industrial, e mesmo a energia para transportar produto e matérias-primas, bem como o crescimento do segmento de telecomunicações, demonstram claramente o quanto a economia está a ‘pleno vapor’.

Todos esses avanços remetem às organizações públicas e privadas o desenvolvimento de produtos, serviços e processos inovadores e sustentáveis, para atender as demandas que são cada vez mais crescentes.

Não basta inovar nos processos, produtos e serviços. Há necessidade de equilibrar essas inovações, no que tange à sustentabilidade econômica, social e ambiental, sob o risco da empresa desaparecer ao longo do tempo e, em última análise, impactar nos recursos naturais das cidades.

Para isso, a educação formal e profissionalizante cresce de importância de forma exponencial, porque somente pessoas capacitadas poderão assimilar informações de forma mais rápida, adquirir e gerar conhecimento e, portanto, inovar de forma sustentável.

Teremos que inovar na educação para podermos realizar a inclusão educacional que o País precisa, para responder as demandas crescentes. O PIB cresceu em 2011 em torno de 3,5%. Imaginemos o que acontecerá se crescermos 6%, quais serão os problemas socioambientais? 

Tendo a riqueza da nossa língua, recorro a Fernando Pessoa: “Experiência não é preciso, mas educar é preciso. Inovar não é preciso, mas sustentabilidade é preciso.”

Agnaldo Castanharo é gerente de inovação e competitividade do SEBRAE/PR

 

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A inovação no NatalPor Agnaldo Castanharo

Estamos no período de festas natalinas e não pretendo aqui discorrer sobre as novas tecnologias, os novos brinquedos ou as novas receitas que surgirão e farão a alegria de muitas pessoas.

 

 Nem é meu objetivo falar de uma das maiores lideranças que o mundo teve e que continua a influenciar milhões de pessoas do planeta, após mais de 2.000 anos, muito menos escrever sobre o famoso bispo de Mira, São Nicolau.

 

 Nem vou abordar que inovação é uma das coisas mais antigas de todos os tempos, e que, nessa época, se acentuam ainda mais inovações relacionadas às massas, a cerveja, o vinho e outras guloseimas.

 

Embora possa parecer desnecessário fui buscar a origem da Festa de Natal e leiam o que encontrei: "festa de origem pagã, advinda da antiga Babilônia que foi assumida pelo Imperador Constantino, no século 4º após este ter se declarado cristão".

 

Acredito que a grande inovação de Natal está ligada ao tempo.

 

Alguém pode me perguntar: como assim ligado ao tempo? Se tempo é algo que não existe, porque é uma unidade de medida que foi criada pelo homem?

 

Não vou entrar nessa discussão.

 

Steve Jobs (interessante não tinha observado até esse momento que ele tinha trabalho até no nome) dizia que "você tem que aproveitar o seu tempo o máximo possível com atitudes inovadoras".

 

De certa forma, ele tinha razão. É só observarmos a natureza, onde todo dia nasce um novo dia, e nunca igual ao de ontem, e muito diferente do de amanhã.

 

Voltando no tempo, tanto na festa babilônica quanto na festa cristã sempre foi levado em consideração que os presentes eram dados aos aniversariantes do dia. É uma inovação do mercado - todo mundo presentear todo mundo, como forma de celebrar a amizade e mover a economia, é claro.

 

Voltamos para o tempo da natureza, nessa época em que as compras se acentuam, o lixo aumenta, o planeta aquece, os recursos naturais demoram em se recompor. A inovação está focada na atitude de promover o não ao desperdício, sim à reciclagem, sim para o equilíbrio entre as coisas, e sim à distribuição mais justa e fraterna.

 

Parece assunto de auto-ajuda, mas não é. Inovar começa em cada um de nós, em nos permitir correr um risco novo a cada dia. Risco que pode provocar acertos e erros, mas certamente nos trará aprendizados e sensações. Como dizem os pensadores: a felicidade é o caminho e não o fim da estrada.  

 

Assim como o sol surge a cada dia, o Natal acontece todo dia. A inovação deve ser algo constante em nossas vidas!

 

É fácil? Quem disse que será fácil?

 

São Nicolau que o diga, Jesus Cristo também. Eles sim inovaram na sua forma de ser.

 

Feliz Inovação e que o Natal nos renove!!!!

 

Agnaldo Castanharo é gerente da Unidade de Inovação e Competitividade do SEBRAE/PR

 

 

 


 

 

 

 

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Posicionamento estratégico, modelo de negócios e Inovação. Qual o seu Modelo? 

Você, que dirige uma empresa, já pensou qual é o seu posicionamento estratégico? De que forma seu empreendimento está posicionado e como sua empresa busca a liderança de mercado? Busca posição pela liderança em custos? Ou pela diferenciação, seja no atendimento ou no desenvolvimento de novos produtos?

 

As perguntas não param aí. Eessa diferenciação, na qual você aposta, está definida em função da variedadede produtos que você oferece? Ou está baseada no tratamento das necessidades dos seus clientes? Ou, melhor, está baseada na possibilidade de acesso, ou no âmbito territorial ou na logística aplicada?

 

As respostas às muitasperguntas podem orientá-lo na definição do seu plano de negócio e ajudam aindaa perceber qual será o alcance do seu investimento em inovação.

 

Se você assume que oposicionamento estratégico da sua empresa é liderança em custos, você vaiaprimorar cada vez mais a eficácia dos seus processos, das suas estruturas e,provavelmente, seu foco é competir num mercado de grande escala.

 

Nesse cenário, a concorrência se faz mais presente, por meio dos preços e, dessa forma, nesse ambiente, a inovação mais predominante é a inovação incremental dos processos, sejam eles processos de gestão ou processos relacionados à logística da empresa. Ou seja, sua empresa deve estar atenta para promover pequenas inovações continuadamente com a finalidade de reduzir custos principalmente operacionais.

 

A competência da empresa estará focada na gestão de processos emaximização das atividades a baixo custo. O atendimento do cliente,normalmente, é massificado, padronizado e assim por diante. Dificilmente, sãopercebidas mudanças radicais, elas podem acontecer, mas são mais escassas e sãopercebidas em grandes empresas.

 

Se você assume que oposicionamento estratégico da sua empresa é a liderança baseada nadiferenciação, dependendo do tipo de diferenciação, isso dará um impacto no seumodelo de negócio e na sua forma de buscar a inovação.

 

Por exemplo, se empresa optapor diferenciar-se pelo desenvolvimento de produtos, os investimentos empesquisa e desenvolvimento terão, necessariamente, que ser significativos. Mesmoque a empresa busque a inovação aberta, como forma de minimizar os investimentosem novos produtos.

 

A competência da empresa está focada em desenvolvimento e pesquisa, porque acredita que seus clientes sempre pagarão mais por esses novos produtos,não estão no mercado concorrendo somente pelo preço. Normalmente, nesse modelo de negócios é que acontecem as inovações de ruptura ou radicais.

 

Neste caso, a empresa quer ser lembrada como pioneira, de vanguarda, cria expectativas e necessidades nos clientes.  Percebe-se que a freqüência dessa inovação acontece em maior número em pequenas empresas de base tecnológica ou em médias e grandes empresas, que possuem área específica de pesquisa e desenvolvimento de produtos.

 

Se a diferenciação escolhida pela empresa se der no âmbito do relacionamento com o cliente, provavelmente, os seus maiores investimentos e a sua competência estão focados em conhecer as necessidades do cliente, como atendê-lo de forma customizada, transforma o relacionamento numa experiência positiva para o cliente.

 

Tem consciência que o cliente está disposto a pagar um pouco mais para ter um atendimento diferenciado. Nesse caso, é mais freqüente a inovação incremental. A inovação de ruptura acontece, mas em número reduzido.

 

Mas alguém pode perguntar: é possível ter um modelo híbrido dentro de uma mesma empresa?

 

É uma resposta difícil. O que se percebe é que as empresas que conseguem entender a diferença de cada um desses posicionamentos estruturaram melhor seus planos de negócios e, conseqüentemente, sabem definir como tratarão a inovação.

 

Qual é o seu modelo?

 

Para ajudar a responder à pergunta, você poderá fazer outros questionamentos.

 

No momento de decidir sobre investimentos na sua empresa.

 

A empresa tende a investir: na redução dos custos de processos e em infraestrutura, em detrimento do desenvolvimento de um novo produto?

 

Num momento de crise, qual é a área e projeto da empresa que são cortados em primeiro lugar? Aqueles relacionados a custos operacionais ou a de desenvolvimento de novos produtos?

 

Todos os modelos têm suas vantagens e desvantagens, dependem do posicionamento estratégico que o empreendedor quer dar ao seu negócio em função do mercado que ele está inserido.

 

O que você pensa sobre o assunto?

 

Gostaria de saber a sua opinião sobre o tema, deixe aqui seu comentário.

 

AgnaldoCastanharo, gerente da Unidade de Inovação e Competitividade do SEBRAE/PR

 

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O que a inovação, nas ciências da vida, pode impactar em seus negócios?Por Agnaldo Castanharo

No mundo, onde a população fica cada vez mais velha, surge, nesta semana, uma informação, considerada para muitos como uma excelente notícia.

A Clínica Mayo, em Rochester, no Minnesota, divulgou os primeiros resultados conclusivos de uma pesquisa em ratos, sobre células do envelhecimento. Os cientistas pesquisam desde 2001 e, nos resultados divulgados, demonstram que, provavelmente, teremos uma mudança significativa na ampliação da longevidade, já que alguns resultados sobre as questões de pele, musculatura, cognição, neurônios foram identificados.

A pesquisa relata que, ao serem aplicadas algumas substâncias ou mesmo retiradas algumas células do organismo, a velocidade do envelhecimento aumenta ou diminui. A pesquisa não aborda a questão do rejuvenescimento, mas pense, por exemplo, nas pessoas que ficam incomodadas, porque a pele do pescoço ou das mãos está ficando cada vez mais enrugada, ou nas pessoas que olham para seu corpo e percebem que estão perdendo musculatura. Num futuro próximo, esse problema vai diminuir. No mínimo, o estágio atual será mantido.

Atualmente, já se percebe claramente que existem nichos de mercado para pessoas de 60 anos, 80 anos e do jeito que a pesquisa evolui, logo teremos o nicho das pessoas de 100 anos.

Na moda, na indústria farmacêutica, no turismo, na alimentação, isso já é uma realidade.

Implica em dizer que a atual Geração X terá uma parcela significativa de sua população que, com certeza, passará e muito da média de 78 anos de expectativa de vida. Bem como que a Geração Y elevará essa expectativa para além dos 90 anos e que a Geração Z terá uma expectativa de vida centenária.

E os seus negócios? Já pensou nisso?

Para quem tiver curiosidade sobre pesquisas relacionadas a ciências da vida, e sobre as pesquisas relacionadas a cells of aging – células do envelhecimento -, seguem alguns endereços eletrônicos.

http://www.mayoclinic.org

http://www.mayoclinicproceedings.com/search?fulltext=cells+of+aging&submit=yes&x=0&y=0

http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2011/colunas/dimenstein_111104&OAS_sit

 

Agnaldo Castanharo é gerente da Unidade de Inovação e Competitividade do SEBRAE/PR

 

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Parece tão fácil e simplesPor Agnaldo Castanharo

Recebi, nesta semana, a indicação do vídeo abaixo e resolvi compartilhar com vocês.

Para aqueles que já conhecem, é o momento para rever! Para aqueles que assistirem pela primeira vez, é a oportunidade para refletirem e pensarem em como podem contribuir para mudar a realidade do seu entorno.

 Antes de você começar a ler este texto, é fundamental que você assista primeiro ao vídeo:

http://www.youtube.com/watch_popup?v=6Cf7IL_eZ38&vq=medium

Embora em inglês, é facilmente compreendido.

 A internet possui um arquivo enorme de vídeos similares a estes. Vídeos que demonstram a capacidade de criação das empresas de marketing, no que tangem a vender uma vida confortável e socialmente responsável.

Produções que, de alguma forma, junto com o cinema, podem nos dar direções sobre as expectativas das pessoas, em relação à qualidade de vida e à influência da tecnologia em nosso viver.

Parece que as coisas no futuro serão tão fáceis e simples que nos dá vontade de que o futuro chegue o mais breve possível.

Penso no papel das pequenas empresas no futuro e não consigo deixar de pensar que temos muito que evoluir e caminhar para fazermos a inclusão da micro e pequena empresa nessa realidade.

Precisamos, por exemplo, dizer que todas as ciências são importantes, a matemática, a física, a química, a biologia, médica, comportamental, psicológica, política e outras. Se não tivermos pessoas gerando, difundindo e aplicando esses conhecimentos, dificilmente chegaremos ao futuro desejado.

Vocês repararam quantos conceitos têm neste vídeo, sobre eficiência energética, sustentabilidade, transferência de dados, voz e imagem e outros?

Dá até impressão que não teremos mais as minorias sociais. Que todos terão a qualidade de vida tão esperada.

Cada vez mais penso no papel das políticas públicas inclusivas. Como por exemplo, a geração de empregos de valor agregado.

Para podermos ter o futuro desejado, temos que investir fortemente na formação de conhecimento. Precisamos diminuir as resistências da juventude com relação à matemática, física, química, biologia e outras. Precisamos inovar na forma de motivar nossos estudantes na aquisição e aplicação desses conhecimentos.

Temos que ter instrumentos tanto de financiamento como de estruturas físicas que permitam pesquisa e desenvolvimento de tecnologia voltada às ciências da vida.

Parece tão fácil, mas, para chegarmos ao ponto demonstrado no vídeo, muito tem que ser feito. Não basta sonhar, temos que mudar a realidade.

Agnaldo Castanharo é gerente da Unidade de Inovação e Competitividade do SEBRAE/PR

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Educação e inovação, para uma nação inovadoraPor Agnaldo Castanharo

O binômio educação-inovação, cada vez mais presente em nossas atividades, nos leva a uma reflexão. Qual o impacto da educação na inovação e qual o impacto da inovação na educação?

Não falamos somente da educação formal, mas incluímos a educação familiar nesse contexto.

Alguns especialistas dizem que, do período maternal até a puberdade, a criança ouve aproximadamente 12 mil nãos. “Não faça isso! Não faça aquilo! Isso não pode! Isso não...” Não se trata aqui de discutir limites, mas sim a forma que dizemos os nãos.

Outros especialistas definem que, hoje, temos mais pessoas inseguras, que não correm riscos, apreensivas e que possuem os diversos tipos de medos.

Imaginemos então. Se educarmos crianças dessa forma, como poderemos querer que elas sejam criativas, tenham iniciativas? Como elas poderão trabalhar com o novo? Quais comportamentos elas aprenderão?

Por outro lado, observamos o modelo escolar voltado para um período, cuja ênfase era unicamente a industrialização e até hoje essa educação está calcada nesse modelo. Um modelo que, na maioria das vezes, não percebe o erro como forma de aprendizagem, mas como forma de punição.

Novamente a nossa conversa não está centrada na aprovação simples do erro sem levar em consideração as lições aprendidas. O modelo de educação industrial ainda não leva em consideração alguns aspectos relevantes na educação e aprendizagem, tais como autoconhecimento, emoção, oportunidades e criatividade.

A era que vivemos não é somente a Era do Conhecimento. Vivemos também a Era da Velocidade, o homem se comunica em fração de segundos. Os jovens, da denominada Geração Y, começam as suas atividades sem levar em consideração as hierarquias pré-estabelecidas. Trabalham com a burocracia mínima necessária, e não com a burocracia meramente de controles, que geram custos sem levar a resultados significativos.

Dentro das empresas, como anda a educação para inovação?

Recentemente, saiu na Harvard Business Review um artigo, que auxilia os empresários a avaliarem sobre como estão tratando a inovação em suas empresas. E o artigo diz o seguinte:

 

Espelho, espelho meu.

Para saber se sua empresa está de fato comprometida com inovação,

pergunte-se: você poderia descrever o seu sistema/processo de inovação da empresa?

A direção da empresa enxerga todo funcionário como um inovador, potencialmente capaz de moldar a direção da empresa?

Você pessoalmente foi capacitado/treinado para ser um inovador?

Como você educa seus funcionários para serem inovadores?

Quanto de sua própria compensação está ligada à inovação? Qual o papel da inovação na sua avaliação de desempenho?

De que maneira os processos administrativos da empresa apoiam seu trabalho como inovador?

Quanta burocracia você teria de vencer para obter os recursos para inovar, mesmo em um projeto pequeno e de baixo risco?

Você sabe aonde ir em sua organização para encontrar facilitadores e mentores que possam ajudar a empurrar uma nova idéia para frente?

Se a sua empresa é tão inabalavelmente comprometida com a inovação, como é que os funcionários parecem não ter a menor idéia sobre como inovar?

Quando as empresas dizem que a inovação é a prioridade número 1, mas não têm ninguém da alta direção responsável por isso, como esperam que vão fazer a inovação acontecer?

 

Educação leva à inovação e inovação demanda novos modelos educacionais.

Como poderemos ter uma nação inovadora se os modelos educacionais na família, na escola, na empresa ainda são do modelo do século XX?

Reflita e, se quiser, deixe seu comentário.

Agnaldo Castanharo é gerente da Unidade de Inovação e Competitividade do SEBRAE-PR

 

 

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Processo de gestão da inovaçãoPor Ilka Midori Toyomoto Furtado  

A gestão de uma empresa pode ocorrer de maneira profissional ou mesmo de maneira tácita, pelo feeling do empresário ou dos gestores que a conduzem. Mas é fato que ela existe, podendo conter um nível maior ou menor de organização e sistematização.

 

A inovação, assim como outras áreas de competência da empresa – finanças, marketing, recursos humanos, dentre outras, necessita de um processo de gestão. Esse processo é necessário para que as inovações possam surgir e serem implantadas, gerando assim os resultados esperados. É o chamado processo de gestão da inovação.

 

Quando uma empresa utiliza um processo de gestão da inovação, é possível sistematizar a geração de inovações, tornando-o um processo contínuo.

 

Abaixo, uma breve descrição de como ocorre o processo de gestão da inovação em suas principais etapas:

1.      Levantamento

A primeira fase do processo é a de levantamento, onde as ideias são levantadas e prospectadas, e onde as oportunidades de inovação são identificadas. Essa é a fase onde a criatividade impera e onde deve-se buscar informações no mercado, nos centros de pesquisa, de tendências de processos/produtos, para que ideias com qualidade possam ser trabalhadas.

2.      Seleção

A segunda etapa é a de seleção, onde uma ou mais oportunidades de inovação são selecionadas, de acordo com a estratégia de inovação da empresa. Nessa etapa é importante definir parâmetros que para a empresa são importantes para a implementação de uma inovação, como custo, tempo de lançamento no mercado, retorno esperado, dentre outros. Com base nos parâmetros escolhidos, são avaliadas as oportunidades de inovação para se identificar as que possuem maior potencial para implementação.

3.      Definição de recursos

A terceira etapa do processo de gestão da inovação é de definição de recursos. Nessa etapa deve-se verificar todos os recursos necessários para a implementação da inovação: recursos financeiros, humanos, infraestrutura, tecnologias. Também é importante identificar, nessa fase, a forma como se dará o acesso a esses recursos: se serão utilizados recursos internos ou externos, se será necessário o estabelecimento de parcerias, se é necessária a aquisição de tecnologia, entre outros.

4.      Implementação

A quarta etapa é a implementação. Essa é a fase de execução dos projetos de inovação selecionados, por meio do acompanhamento de seu desenvolvimento em termos de prazo, custos e qualidade, alinhados às necessidades de outros setores da empresa (marketing e vendas, por exemplo). Ao final dessa etapa a oportunidade de inovação deverá ser introduzida no mercado e se tornar uma inovação.

 

5.      Aprendizagem

A quinta etapa é a de Aprendizagem. É nessa etapa que vai se repensar todo o processo de gestão da inovação, refletindo sobre as ações que funcionaram bem e sobre as que não funcionaram. Nessa etapa, deve-se registrar as lições aprendidas de cada fase do processo para que sirvam de insumos para melhoria contínua do processo.

           

            De maneira geral essas são as cinco etapas do processo de gestão da inovação, que são relevantes para o sucesso empresarial porque permitem o estímulo à introdução e/ou implementação de inovações de sucesso.

É importante ressaltar que esse processo é dinâmico. Ao final das etapas, o processo ser reinicia em um circuito contínuo. Afinal, não adianta inovar uma única vez e acreditar que os resultados dessa inovação serão perenes. A busca da inovação sim é que deve ser permanente.

 

Para mais informações, procure o atendimento do Sebrae/PR e se informe sobre o curso de Gestão da Inovação.

 

Ilka Midori Toyomoto Furtado é consultora do Sebrae/PR

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Qual o seu RISCO de crédito?Por Flavio Locatelli Junior

 

No meu post anterior, abordei o tratamento diferenciado que cada tomador de crédito passará a ter com a implantação do Cadastro Positivo e fiz referência ao SCR – Sistema de Informações de Crédito do Banco Central.

 

O questionamento que faço agora é: qual a sua classificação de risco no sistema financeiro? Sabe que esse fator é extremamente importante para alcançar o sucesso na obtenção de crédito perante às instituições financeiras? Que essa regra vale tanto para pessoa física como para pessoa jurídica?

 

O SCR foi implantado em 1999 visando o aumento da capacidade de monitoramento dos riscos de crédito dentro das instituições financeiras, a prevenção de crises e a melhoria da qualidade das informações de todo o sistema financeiro. Essa grande base de dados é alimentada mensalmente por todas as instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional.

 

Mas durante o processo de construção da Central de Risco, observou-se que o SCR poderia ser uma excelente ferramenta para a análise e pesquisa do mercado de crédito, tudo isso por conta do fornecimento de informações precisas e de qualidade, pelas instituições financeiras.

 

A base da Central de Risco do Banco Central difere-se das demais por amparar-se no uso de informações de todas as operações de crédito realizadas no País. Dessa forma, constitui uma grande massa de dados com informações negativas dos devedores, mas, principalmente, positivas das pessoas físicas e jurídicas que honram seus compromissos em dia.

 

Esse sistema revela uma atuação classificatória do risco de crédito para todos os devedores, engloba não somente os financiamentos, mas também avais, fianças, coobrigações e perfil de endividamento, consolidando as posições de risco de crédito entre várias instituições financeiras e entre empresas  do mesmo grupo empresarial.

 

Como fortalecimento desse sistema, e focando na ampliação da base de dados, o Banco Central determinou que, no momento da sua implantação, a Central de Risco receberia somente informações individualizadas das operações de crédito acima de R$ 50.000,00. Entretanto, no ano seguinte, por meio da Circular 2999/00, o valor foi alterado para R$ 5.000,00, ampliando o volume de operações detalhadas no sistema.

 

Agora, noticia-se que, a partir de outubro, o Banco Central passará a monitorar todos os financiamentos com valor igual ou superior a R$ 1.000,00, visando avaliar melhor o impacto que a expansão do crédito traz ao sistema financeiro.

 

Tudo bem, você deve estar se perguntando, entendi como o Banco Central monitora o sistema financeiro, mas como é feito essa classificação de risco? Como posso obter o meu nível de risco no sistema financeiro?

 

A classificação de risco é extremamente simples de entender, pois é utilizado um sistema de letras, onde o risco do cliente para o sistema financeiro poderá ter atribuído um “AA” até o nível “H”, sendo o duplo “A” um cliente com seus pagamentos em dia e o “H” um cliente com atrasos superiores a 180 dias em qualquer um dos financiamentos que, porventura, possua no sistema financeiro.

 

O impacto dessa classificação de risco para o cliente é sentida no momento da busca do crédito junto às instituições financeiras. Um determinado cliente, que tenha uma classificação de risco alta no sistema, poderá não obter êxito na sua busca, e esse fato não somente pela negativa do banco, mas também pelo Banco Central.

 

Temos, no entanto, um fator altamente positivo para os clientes que pagam seus compromissos em dia, pois poderão negociar melhores condições de financiamento junto às instituições financeiras.

 

No outro lado da negociação, as instituições financeiras têm um interesse muito forte em conhecer o nível de risco dos seus clientes e dos potenciais, pois poderão oferecer produtos diferenciados e parametrizados de acordo com a necessidade. Esse fato ocorre diariamente, pois muitos já devem ter percebido que, nos caixas automáticos dos bancos, antes de acessar o sistema para realizar a transação, surge uma solicitação de autorização de acesso à Central de Risco do Banco Central para que possa melhorar o relacionamento com o cliente.

 

E esse é um fato que merece destaque, pois para qualquer instituição financeira acessar as suas informações na Central de Risco ela deverá possuir autorização expressa para tal. Repare que, nos cadastros dos bancos, naquelas letras geralmente minúsculas, está uma solicitação para acesso aos dados do cliente na Central de Risco do Banco Central.

 

Como política de divulgação da Central de Risco, o Banco Central está disponibilizando cartazes em instituições financeiras, casas lotéricas e correspondentes bancários explicando o funcionamento e as vantagens do sistema.

Então você deve estar se perguntando, o que o Cadastro Positivo e o Sistema de Central de Risco impactam nos meus negócios? Pois bem, as inovações desses dois modelos de tratamento de dados contribuem diretamente na melhoria do acesso ao crédito, estimulando o circulo virtuoso da inclusão financeira, onde a empresa obterá melhores condições no financiamento com a redução de taxas de juros, conseqüentemente terá mais sobra de recursos no seu caixa possibilitando um aumento da sua competitividade.

 

Então, ficou curioso em saber mais sobre o SCR – Sistema de Central de Risco do Banco Central? Acesse: http://www.bcb.gov.br/?SCR.

Flávio Locatelli Junior é consultor do Sebrae/PR

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/inovacao?c=249931/07/2011
É interessante uma micro ou pequena empresa ter uma loja virtual?Por Marcos Uda

 

Para os empresários de micro e pequenas empresas que ainda não pensaram em ter uma loja virtual, abaixo, apresentamos alguns dados estatísticos para que possam analisar se vale a pena ou não ter um loja virtual.

 

Ø O Dia dos Namorados rendeu números favoráveis ao e-commerce em 2011. De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do setor, somente no período de 29 de maio a 12 de junho foram faturados R$ 680 milhões no varejo online. Esse valor representou um acréscimo de 15% no ano se comparado com o mesmo período de 2010, com mais de 2 milhões de pedidos realizados.

 

Ø O acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 73,9 milhões de pessoas, segundo pesquisa realizada pelo Ibope Nielsen Online, no quarto trimestre de 2010. O total de pessoas com acesso à internet no trabalho ou em domicílios chegou a 58,6 milhões, segundo o Ibope Nielsen, sendo que aproximadamente 23 milhões de usuários realizaram alguma compra.

 

Ø Uma pesquisa divulgada recentemente pela Juniper Research avisa: só este ano, o m-commerce – comércio feito através de dispositivos móveis, como smartphones e tablets – vai faturar US$ 240 bilhões no mundo. Por enquanto, este não é um meio muito utilizado no Brasil, apesar de existirem aproximadamente 16 milhões de usuários de smartphones no País.

 

Ø Segundo dados da consultoria e-bit, o comércio eletrônico cresceu 40% no Brasil em 2010, chegando a quase R$ 15 bilhões em faturamento. Nesse período, o tíquete médio aumentou 11%.

 

Ø Ao longo do ano passado, as visitas aos sites aumentaram 51%, alcançando mais de 14 milhões de visitantes por mês, e o faturamento cresceu 70%, somando R$ 2,7 bilhões.

 

 

Para reforçarmos os dados estatísticos de que o comércio eletrônico teve ótimos resultados e que é possível aproveitar essa onda para as micro e pequenas empresas, selecionamos 5 cinco principais tendências como forças impulsionadoras desse crescimento, de acordo com o estudo chamado “Nothing But Net: 2011 Internet Investment Guide”, da J.P.Morgan:

 

1.     As redes sociais mudaram significativamente o comportamento do consumidor, os limites da privacidade e das informações pessoais, os padrões de comunicação e o emprego do tempo;

 

2.     O surgimento de vários novos dispositivos portáteis com acesso à internet está fazendo com que as pessoas demandem mais informações, meios de comunicação e de entretenimento, independente do local onde estejam;

 

3.     Os consumidores estão dispostos a consumir mais conteúdo de vídeo da internet;

 

4.     Os serviços de localização estão ganhando força, abrindo caminho para novas tendências de personalização;

 

5.     O crescimento do comércio eletrônico global está sendo impulsionado pela crescente classe média em todo o mundo, pela maior disponibilidade da banda larga e pela concorrência com os varejistas e suas lojas físicas.

 

*Marcos Uda é consultor do Sebrae/PR

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/inovacao?c=247922/07/2011
Não vamos banalizar o termo InovaçãoPor Agnaldo Castanharo

 

Você já ouviu falar ou leu algo sobre o Global Innovation Index? Se sim, peço licença para esclarecer aos demais sobre esse importante estudo.

Recentemente, foi publicada a edição 2011 do Global Innovation Index, com um ranking dos países mais inovadores do Planeta.

Se você ainda não sabe, o Brasil avançou 13 posições nesse levantamento. Hoje, estamos na 47ª posição.

Quem são os dez primeiros colocados?

1.     Suíça

2.     Suécia

3.     Singapura

4.     Hong Kong (China)

5.     Finlândia

6.     Dinamarca

7.     Estados Unidos

8.     Canadá

9.     Holanda

10. Reino Unido (Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte, País de Gales)

Para saber quais são os demais países que estão melhor colocados em relação ao Brasil, bem como outras informações sobre esses indicadores de inovação, basta acessar o http://www.globalinnovationindex.org

O Global Innovation Index  é elaborado pelo Instituto Europeu de Administração de Negócios (INSEAD, sigla em francês), considerado uma das melhores escolas de negócios da Europa em parceria com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO, sigla em inglês).

O estudo tem como finalidade apontar como os países estão buscando alternativas para resolver principalmente problemas ou desafios globais.

Portanto, a ênfase desse levantamento leva muito mais em consideração a inovação de algo novo, que depende muito da pesquisa e do desenvolvimento do que a inovação incremental.

Não que a inovação incremental não seja importante, mas o fato é que a inovação incremental trata de problemas e desafios já conhecidos e, de certa forma, com algum domínio da sociedade.

Hoje, comenta-se muito sobre as diversas inclusões, dentre as quais a inclusão  digital (comunicação e mobilidade), a inclusão econômico-social, a inclusão financeira e a inclusão das chamadas minorias.

Quando observamos com um pouco mais de foco nos países que lideram o ranking, percebemos que, por exemplo, além dos aspectos de Tecnologia de Informação e Comunicação, estão trabalhando fortemente questões globais que envolvem a chamada Ciência da Vida.

São questões globais que englobam todos os segmentos que tratam a saúde, os alimentos, o meio ambiente e a energia. Percebe-se que as questões básicas relacionadas à educação, saúde, transporte coletivo, segurança e até mesmo à segurança jurídica, que garante as relações público-privado, já estão devidamente encaminhadas, o que permite um investimento maior na pesquisa e desenvolvimento e, consequente, absorção de conhecimento por parte das empresas.  

Além disso, a maioria dos países que estão nos primeiros lugares do ranking é chamada de países já desenvolvidos, cujo estágio organizacional das empresas também está em patamares de gestão organizacional elevada. Observamos que nos países em desenvolvimento, suas empresas encontram-se em estágios organizacionais ainda básicos e, portanto, utilizando mais as inovações incrementais, sejam elas de produtos/serviços, processo, marketing ou organizacional.

Ao fazer uma releitura do Manual de Oslo, escrito por diversos especialistas do mundo, que descreve o conceito e estabelece critérios sobre inovação, identifiquei essa descrição: “As atividades de inovação são etapas científicas, tecnológicas, organizacionais, financeiras e comerciais que conduzem, ou visam conduzir, à implementação de inovações.” Também está descrito o que não é considerado inovação em cada uma das tipologias de inovação.

 

Mas as dúvidas permanecem principalmente no que tange à inovação no âmbito organizacional.

 

Sempre me perguntam se podemos considerar uma inovação incremental na empresa quando a auxiliamos na implantação do fluxo de caixa. Sempre respondo que temos que ter cuidado com essa afirmação, para não banalizarmos o termo inovação.

 

O fluxo de caixa, como uma ação isolada, não é considerado como inovação. Mas quando a empresa estrategicamente define uma nova modalidade de gestão financeira, incluindo a aquisição de softwares que levam a empresa adquirir novos conhecimentos, novos procedimentos e nova redistribuição da estrutura organizacional, aí sim poderemos chamá-la de atividade inovadora.

 

Outro dia, me perguntaram se a formulação de novas estratégias organizacionais pode ser considerada inovação. A resposta é não. Mas as mudanças organizacionais que a formulação demandar e se forem a primeira vez que a empresa está implantando, estas sim poderão ser consideradas atividades inovadoras.

 

Outra pergunta que surge é se fusões ou aquisições entre empresas são inovação. A fusão em si, não. Mas se a fusão gerar novos conhecimentos e demandar novos modelos organizacionais, estas sim serão consideradas inovações.

 

O risco de banalizarmos o termo Inovação se dá exatamente porque as necessidades de nossas empresas são tão básicas que, na maioria das vezes, os aspectos básicos organizacionais carecem de melhorias significativas. O investimento em inovação incremental é muito maior do que o investimento em inovação de ruptura. Além disso, há uma tendência de focarmos os investimentos em inovação incremental de produtos e processos e acabamos chamando ações de melhoria de gestão organizacional como sendo inovação incremental.

 

Isso se dá também porque a inovação incremental tem um risco menor e está diretamente ligada à sobrevivência da empresa em curto prazo, enquanto a inovação de ruptura, normalmente, é de alto risco e o retorno para a empresa se dará em longo prazo.

 

Logo, as inovações de rupturas dos países que hoje se encontram nos primeiros lugares no ranking do Global Innovation Index, estão diretamente ligadas a uma política de Estado desses países, o que permite que as empresas se voltem a buscar soluções inovadoras para problemas e desafios globais.

 

Subimos 13 posições no ranking mundial, muito mais por um esforço de sensibilização junto à classe empresarial, por parte de algumas entidades envolvidas, do que o resultado efetivo de uma política de Estado, uma vez que, embora nossa lei federal de inovação seja de 2004, há estados e municípios que ainda não regulamentaram suas legislações especificas.

 

Agnaldo Castanharo é gerente da Unidade de Inovação e Competitividade (UIC) do Sebrae/PR.

 

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/inovacao?c=245311/07/2011
A sua empresa já inovou hoje?Por Ilka Midori Toyomoto

 

A inovação se tornou condição para a competitividade empresarial, e com tal expressividade que, mundialmente, o tema ganhou espaço em discussões, artigos, congressos e, é claro, no ambiente empresarial.

 

Mas e a sua empresa, já inovou hoje? Para que a condição de competitividade possa ser conferida pela inovação, é importante que essa pergunta seja feita todos os dias.

 

O que se espera no ambiente empresarial é que a inovação traga resultados positivos para o negócio. Entretanto, a velocidade com que as informações, os negócios, as parcerias ocorrem, não permite que uma empresa fique estagnada acreditando que uma única inovação será suficiente. Ou seja, uma inovação não deve ser realizada de forma isolada, como uma exceção à regra.

 

Para que os resultados com a inovação sejam positivos é necessário que a inovação faça parte de um conjunto de estratégias que permitam à empresa inovar constantemente.

 

Peter Drucker afirmava que “para se extrair o máximo dos benefícios do processo é preciso repeti-lo por várias vezes, criando uma espécie de sistematização no que tange ao desenvolvimento da inovação. Seria preciso criar um fluxo contínuo de ideias e experimentos, o que muitos autores chamaram de inovação contínua ou sistemática".

 

Para que esse processo sistemático de inovação ocorra com eficácia, é preciso que se torne parte das práticas empresariais, incorporado ao dia a dia das organizações.

 

Mas você pode estar se perguntando, será que esse processo de sistematização não engessará o processo criativo ou de desenvolvimento de uma inovação? A resposta é não. É preciso esclarecer que a sistematização é diferente de burocratização ou engessamento.

 

A sistematização visa criar condições favoráveis para que o processo de gestão da inovação ocorra. O processo de gestão da inovação estabelece ferramentas para que se gerem inovações com maior naturalidade e de forma contínua, que, consequentemente, permitam manter e superar o patamar de competitividade em que a empresa se encontra.

 

Assim como é importante cuidar dos aspectos de gestão financeira, administrativa, comercial da sua empresa, com a inovação temos que ter o mesmo cuidado, ou seja, é necessário que se estabeleça um processo de gestão que permita a condução da inovação como processo contínuo.

 

            Mas como implantar o processo de inovação de forma sistemática? Isso é tema para um novo post. Para mais informações, procure o atendimento do Sebrae/PR e se informe sobre o curso de Gestão da Inovação.

 

Ilka Toyomoto é consultora do Sebrae/PR

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/inovacao?c=242130/06/2011