Inovação e Estratégias EmpresariaisBlog Inovação e Estratégias Empresariais .http://10.19.4.159:8080/blogs/blog/inovacaopt-brEmpacotando Serviços: O Caso Smart Box 

A idéia é simples: Você junta 80, 100 fornecedores de um serviço. Digamos, 100 empresas de SPA e negocia com elas um fim de semana a um preço fixo. Depois junta essas 100 ofertas em uma CAIXA, contendo as instruções de uso, os detalhes de cada SPA, as informações necessárias para o uso. Com a caixa pronta, você distribui esse pacote em livrarias, supermercados, lojas de departamento, shoppings e lojas próprias – sem contar o seu próprio site. Agora, então, o consumidor pode escolher qual caixa e de qual preço mais lhe agrada – e usar para si pórpio – ou o que é mais comum, presentear alguém.

 

Isso mesmo,um presente de serviços empacotados, em que como um vale compras, a pessoa presenteada pode abrir seu pacote de presente e escolher o que mais lhe agrada – tudo já tendo sido negociado. Só precisa ligar para o serviço oferecido e fazer um agendamento. Você ganhou um café da manhã em 4 pousadas, 1 hotel de charme, 1 cobertura no ponto mais alto da cidade e assim por diante. O que você prefere e em qual data você prefere?

 

Assim funciona a Smart Box – uma idéia simples; e como todas as grandes idéias de inovação depois que são feitas qualquer um entende e parece até óbvio demais – mas implementada com afinco, qualidade e competência. A empresa francesa que começou minúscula, numa salinha, com pouco capital, hoje está espalhada em diversos países pelo mundo. Inclusive no Brasil, como se pode ver pelas caixas nas fotos postadas no Blog.

 

Então? Por que também não pensa em uma forma de empacotar o serviço e assim escapar do problema da intangibilidade do serviço? Para se inspirar, navegue um pouco pelas caixinhas da Smart Box ou se dê um presente. Quem sabe, talvez, um bom fim de semana no campo ou uma noite de tango. Você escolhe e aproveita como lhe aprouver. Boa sorte!

 

 

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Não contem com o fim do livro: nem toda inovação "termina" com os produtos anterioresO Cinema não acabou com o teatro. A televisão não acabou com o rádio nem com o cinema. A internet não acabou com a televisão. E nenhuma dessas invenções acabaram com o livro. O que tudo isso tem a dizer? Que no mundo, cada vez mais as inovações são COMPLEMENTARES, isto é, agregam e melhoram novos usos e funções.

Quando surge o relógio digital, o quartzo, o relógio desaparece? Não, mas ele deixa de ser um objeto para VER AS HORAS e passa a ser um objeto de beleza, de estilo, vale dizer um ACESSÓRIO.

 

A Tomografia computadorizada, nem a ressonância magnética mataram o Raio X. Os novos exames, cada qual diz algo, e todos são ainda utilizados, porque tudo vai de uma adequação de funcionalidades, custos e resultados.

 

Umberto Eco e Jean Claude Carrière afirmam que nesse sentido, algumas invenções são perfeitas: não podem ser melhoradas, no sentido de que sua experiência básica está bem assentada. Por exemplo, dizem, a RODA é sempre a mesma. Como melhorar uma roda? Como melhorar uma colher, ou um Martelo? De fato, rodas, colheres e martelos são feitos de todas as formas, tipos e materiais, porém continuam sendo essencialmente as mesmas coisas.

O livro digital cresce, crescerá e se tornará cada dia mais popular - por exemplo a Amazon já vendeu mês passado mais livros digitais do que livros físicos - mas certamente a leitura digital traz novas funcionalidade e usos que o livro não tem, porém não traz outros confortos do livro - como por exemplo, o fato de que se pode lê-lo deitado e sem precisar de bateria.

 

Ora, o que quero assinalar aqui é que as invenções sobrepõem-se umas às outras, não para obrigatoriamente eliminá-las, mas para refiná-las, para novos usos, para novas situações. O disco de vinil ainda existe, porém com outra função - e assim poderíamos continuar citando exemplos de inovações que se somam e não se subtraem.

Esta é a dica. Não devemos imaginar que tudo sempre acaba com o passado, mas sim que abre novas possibilidades. Por exemplo, até hoje o ser humano não aboliu o belo costume de presentear pessoas com flores - mesmo existindo belas flores artificiais - e então, quem quer que inove em um e outro caso, deve considerar menos o produto, mas sim os usos que dele fazemos.

Não contem portanto com o fim do livro: contém com uma nova experiência que a leitura digital pode agregar e agrega.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/inovacao?c=153723/08/2010
Inovação Colaborativa: tem muita gente querendo inovar para você. 

Já é sabido que, muitas vezes, grandes idéias vem de onde menos se espera; isto é, grandes ideias, realmente revolucionárias e inovadoras, costumam acontecer FORA do ambiente setorial de uma organização, justamente porque costumam romper paradigmas. Explico melhor: quando estamos dentro de um negócio, temos muita dificuldade de enxergar de fora, e mais do que isso, de desenvolver soluções realmente originais, pois estamos “presos” à lógica de sucesso e fracasso do setor. Tendemos à repetição.

Como já disse, não é a Olivetti e Remington que inventam o editor de texto; como não é a Kodak que inventa a fotografia digital; Nem é a Xerox que inventa as imprssoras, ou a IBM que inventa, de fato, o uso do PC. Os exemplos podem multiplicar-se à exaustão, pois é muito comum que quebra de parâmetros ocorra fora do ambiente tradicional dos players de mercado. O que espanta não é isso, mas sim a dificuldade que essas empresas tinham em perceber o movimento da inovação e correr rápido para ele.

É justamente para corrigir essa falha, que surge a INOVAÇÂO COLABORATIVA. Comunicando seu interesse de inovação, para quem desejar participar, a empresa ganha a chance de um sopro criativo vindo de fora. Universidades, grupos de pesquisa, estudantes, clientes e fornecedores, juntos podem gerar boas idéias, compartilhando o sucesso com todos.

Mas para isso a empresa precisa ser clara, precisa e aberta em seus interesses e necessidades. E mais que tudo: deve mostrar que deseja dividir os resultados da inovação, seja na forma de patentes, sociedades, ou outros tipos de compromisso. Pois afinal, não se constroi o sucesso sozinho e eu pessoalmennte prefiro ser sócio de uma parte de um grande empreendimento do que ter 100% de nada.

Então? O que acha? Pense nisso e construa suas redes de inovação colaborativa.

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/inovacao?c=146815/08/2010
Breve, o Brasil terá 200 milhões de celulares. Está na hora de entender por que a comunicação móvel está mudando os negócios.Todo mundo sabe que celular, principalmente os mais modernos smartphones, servem para várias funções - inclusive telefonar. Mas poucas empresas pequenas e médias já se deram conta de que talvez, o celular mais do que um aparelho multifuncional, pode ser uma extensão dos seus negócios. Explico melhor.

 

O celular é, talvez, o único objeto que acompanha os clientes atuais e potenciais todo o tempo. Tornou-se um verdadeiro objeto de uso pessoal, sem o qual, todo mundo se sente meio perdido, meio órfão. Ora, nesse momento, em que há uma forte adesão ao celular, aquelas empresas que forem mais rápidas e desenvolverem aplicativos para seus clientes, colocando por exemplo, descontos e pedidos com vantagens pelo telefone, terão ao seu lado não apenas uma ferramenta barata, mas potencialmente multiplicadora.

 

Celulares são a ponte para a comunicação não apenas com outros aparelhos, mas com a própria internet e as redes sociais. Quando 1/6 da população está em alguma rede social, e quando 85 % dos internautas brasileiros de alguma forma participam de redes sociais -segundos dados de pesquisa IBOPE - então aí está uma bela oportunidade de se fazer conhecido e mais do que isso, de se fazer transações.

 

Conheço, por exemplo, uma construtora em Curitiba que vendeu 17 apartamentos (de 130 mil cada) com um campanha simples no Twitter - através do telefone.

 

Isso não vai acontecer no futuro - já está acontecendo no presente.

 

Então, antecipe-se. Descubra esse meio e inove com este novo canal de negócios.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/inovacao?c=145009/08/2010
Desafiando o senso comum: jornais para jovens são um sucesso na FrançaO jornal le Petit Quotidien (pequeno diário) e outros títulos publicados pelo empresário François Dufour da editora Play Back tem feito o que parecia impensável: Atrair jovens leitores, com três jornais que atendem a faixa dos 6 aos 18 anos.

Um típico caso de inovação e pioneirismo, em que o que o empresário percebeu que a inovação devia ocorrer pela segmentação do produto, criando um identidade com que o jovem pudesse se identificar. Isto é, assim como existe (e muito) literatura infanto-juvenil, por que não oferecer um diário juvenil? Parece simples - e é. Mas só depois que alguém o pensa e se aplica para colocá-lo em prática.

Conheça mais detalhes desse empreendiemento inovador, lendo o que já se publicou sobre o assunto.

 

 

 

VAGUINALDO MARINHEIRO – Folha de São Paulo, 3/08/2010
DE LONDRES

Uma editora na França tem conseguido provar que pode estar bem errada a máxima de que crianças e adolescentes não gostam de ler notícias em jornal impresso.
Com três títulos voltados para pessoas de 6 a 18 anos, a La Play Bac não enfrenta crise. Enquanto os jornalões franceses perdem leitores, ela mantém 150 mil assinantes em todo o país. Número que permanece estável há cinco anos.
Como comparação, é metade do que vende o "Monde" hoje. Mas o "Monde" perdeu cerca de 20% da circulação nos últimos cinco anos.
Qual o segredo? "Fazemos jornais que não são chatos. Que levam às crianças e aos adolescentes o que eles querem ler e com uma apresentação colorida e atraente", afirma François Dufour, 42, um dos donos da editora e editor-chefe dos jornais.
"Le Petit Quotidien" (pequeno diário), "Mon Quotidien" (meu diário) e "L'actu" (últimas notícias) são jornais compactos (quatro páginas o primeiro, oito os outros dois), com gráficos coloridos, fotos grandes e textos pequenos.
No cardápio de assuntos, muita ecologia, curiosidades históricas, entretenimento e atualidades.
Na última quinta-feira, o "Le Petit Quotidien", voltado para crianças de até dez anos, trazia na capa a história de um animal que se pensava extinto e que foi fotografado no Sri Lanka. Dentro, uma arte multicolorida com tudo sobre o bicho.
No "Mon Quotidien", para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, o assunto principal era o projeto de uma agência britânica para criar um hotel de luxo nas alturas, dentro de um dirigível. Na página dois, uma arte com tudo sobre os dirigíveis.
"L'actu", cujo público-alvo tem de 14 a 18 anos, falava não só de ganhadores de loterias, mas também do vazamento de documentos sobre a guerra no Afeganistão. Na contracapa, uma entrevista com a atriz Cameron Diaz.
Dufour afirma que são os próprios jovens que escolhem os assuntos.
Todos os dias são levados à Redação dois meninos e duas meninas que funcionam como redatores-chefes convidados. Os jornalistas propõem as pautas, eles decidem o que será publicado.
São também os leitores que escrevem as críticas de jogos e livros.

 

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Nova máquina da Coca-Cola permite que o consumidor crie o seu refrigeranteEPOCA NEGÓCIOS:

Por Patrícia Machado  27/05/2010

Que tal um refrigerante que tenha Coca-Cola Diet, Framboesa, Sprite e Morango? Refrigerantes com sabores diferentes são a nova aposta da Coca-Cola. A empresa acaba de apresentar a Coca-Cola Freestyle, uma máquina de refrigerante que permite ao consumidor misturar mais de 100 sabores para criar a sua bebida.

A máquina propõe ainda outra novidade: a mistura do refrigerante no copo. Em geral, uma máquina de refrigerante comum combina água carbonatada com xarope de sabor numa câmara especial e expele o produto acabado pelo bocal. Como a Freestyle só tem um bocal para montar o refrigerante a máquina libera água carbonatada pelo centro do bocal e depois expele jatos de sabor, misturando a bebida na frente do consumidor.

Para fazer o pedido, basta escolher os sabores na tela touch screen da Freestyle. A máquina é conectada a internet, com isso informações como as preferências do consumidor em determinados horários e locais e a necessidade de novos carregamentos de ingredientes são enviadas mais facilmente à Coca-Cola.

Por enquanto, as máquinas não estarão disponíveis no Brasil. A empresa espera que 500 máquinas cheguem ao sul da Califórnia, Atlanta, Dallas e Salt Lake City em breve. Mas quem não quiser experimentar a novidade poderá continuar pedindo a Coca-Cola de sempre, sem nenhuma mistura, na mesma máquina.

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Bed and Breakfast: Cama & Café - um conceito inovador em hospedagem 

Barato, chique e pessoal: o conceito Bed and Breakfast, ou Cama e Café, inova em meios de hospedagem ao conjugar preços baixos, com qualidade de acomodações e boa localização. Por esse sistema, o viajante pode conhecer uma cidade, sem se hospedar nos tradicionais hotéis, mas sim em casas e apartamentos de todos os tipos, em um ambiente mais pessoal. Já existe até um site que organiza várias "micro-empresas" de hospedagens no Brasil, servindo como uma espécie de portal: o www.bbrasil.com

 

Já muito comum fora do Brasil, a novidade é que esta inovação consegue juntar proprietários de casas bem localizadas e sub-utilizadas com o desejo de se hospedar de forma menos impessoal que um hotel, em boas localizações, pagando um preço baixo, e ainda usufruindo de um conhecimento mais próximo do local visitado.

 

Estrangeiros que vem ao Brasil tem utilizado esse sistema, mas também já os brasileiros que procuram turismo de baixo custo  com qualidade passam a usufruir do sistema. Trata-se de uma inovação bastante simples e que , como a maioria das inovações, tem seu segredo na capacidade de realizar uma promessa de um bom serviço, com preços baixos, sem é claro, ofercer toda a infra-estrutura de um hotel. Uma espécie de conceito de baixo custo, aplicado a meios de hospedagem. Uma ótima idéia, não acha?

A inovação está aí, para quem quiser aproveitar esta oportunidade, agora que o Brasil está cada vez mais no centro das discussões do turismo em função da Copa do Mundo e da Olimpíada. Faça uma pesquisa sobre o assunto e aproveite também para relaxar nas sua próximas férias.

 

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Um guaraná cor-de-rosa do Maranhão conquista a maior premiação mundial de design 

REVISTA ÉPOCA - 18/07/2010 – REPORTAGEM DE  THIAGO CID

Uma anedota maranhense afirma que, no Estado, o primeiro significado da palavra Jesus é um refrigerante. A brincadeira reflete um fenômeno que começou local, tornou-se famoso no Brasil e agora se apresenta ao mundo: o guaraná Jesus, segundo refrigerante mais consumido no Maranhão (atrás apenas da líder global Coca-Cola). A folclórica bebida cor-de-rosa ganhou a medalha de ouro de melhor estratégia de marketing no Prêmio Internacional de Excelência em Design, o Idea, a maior premiação mundial de design. A campanha vencedora ocorreu no fim de 2008 para renovar o visual da lata. A tarefa não era simples, já que a bebida angariou, ao longo de décadas, fãs entusiasmados.

O guaraná Jesus, criado em 1920, enraizou-se no gosto maranhense. Com pouquíssima propaganda, tornou-se quase um símbolo cultural do Estado. Ele deu origem a um subsegmento, o guaraná rosado, comum também no Piauí e Pará. Nos últimos anos, seu nome engraçado e sua cor fascinante ganharam simpatia Brasil afora. Há centenas de comunidades bem-humoradas a seu respeito no Facebook e no Orkut. Vídeos no YouTube brincam com o refrigerante em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Curitiba e outras cidades espalhadas pelo país – o tipo de tratamento espontâneo e alegre que empresas gastam milhões para conseguir. Há muito mais gente que fala sobre a bebida do que gente que já experimentou mesmo seu sabor muito doce, com traços de cravo e canela (a fórmula exata tem uma aura de mistério), mas os apreciadores reais não só existem, como se organizam para “importar” as latinhas do Maranhão. Por isso, renovar a lata sem incomodar os fãs seria um trabalho delicado. “Em marcas que são ícones, como o Jesus é no Maranhão, o desafio é manter a ligação emocional com os consumidores”, diz Leonardo Lanzetta, diretor executivo da agência de publicidade Dia, que montou a estratégia de marketing premiada. Em outras palavras: uma mudança desastrada faria com que o bebedor de Jesus não reconhecesse mais o produto que lembra sua infância, adolescência e tempos felizes.

Os publicitários fizeram uma campanha estadual com três propostas de novos desenhos para a lata e pediram votos dos fãs. Usaram a internet e mensagens por celular. Três pessoas fantasiadas de latinha – uma de cada opção – passearam por São Luís, brincaram com os passantes, visitaram colégios e entraram em casamentos, sempre recebidas com festa. O modelo vencedor lembra outro símbolo do Estado, os azulejos coloniais portugueses de São Luís. A Coca-Cola, que havia comprado a marca em 2001, esperou para fazer mudanças sem quebrar a ligação nostálgica dos bebedores com Jesus. “Foi um grande mérito da campanha. Os consumidores sentiram que a marca pertence a eles, e não à Coca-Cola”, afirma Júlio Moreira, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e especialista em marcas. Desde a campanha, as vendas do refrigerante cresceram 17%, segundo a consultoria Nielsen.

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/inovacao?c=137020/07/2010
Inovação que facilita; inovação que complicaA Nokia ficou conhecida, entre outras questões, por sua incrível capacidade de simplificar: um celular simples, plano, reto, fácil de usar. O design que privilegia o uso, as funções básicas, a simplicidade acima de tudo. Por outro lado, veja-se o IPhone: tem tudo, é tudo – inclusive telefone, brincam os mais céticos. Ora, entre os dois extremos, uma série de opções que procuram conjugar o melhor dos dois mundos: quase sempre não atingem um bom porto.

 

O que desejo aqui sugerir é que, com certeza, há duas classes de necessidades, em qualquer classe de produtos: as necessidades que pedem rapidez, facilidade, utilidade, simplicidade, eficiência e economia. E, existem as necessidades de up-grade máximo, de sofisticação, de integração, de ir além. Embora este seja um raciocínio que permite intercâmbios – por exemplo, se o IPhone não fosse fácil de ser manuseado não seria um sucesso e do mesmo modo de os aparelhos Nokia fossem desprovidos de funções agregadoras, também seriam desprovidos de interesse – vale à pena guardar essa dualidade, pois ela estimula e permite caminhos inovadores. Uma impressora com muitos botões e outra com poucos; um restaurante com extenso menu e outro concentrado em poucos pratos. O que você prefere vai depender do dia,  do cliente, da necessidade. O fato, contudo, é que existe mercado para estes dois caminhos de inovação. Está na hora de escolher o seu.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/inovacao?c=135413/07/2010
Internet banking supera caixa eletrônicoClaro que nenhum bem pensante – todos nós – vai discutir a importância e necessidade de ter uma boa presença na Internet. Mas quando mudamos para a prática, isto é, quando saíamos do discurso do comum acordo sobre o óbvio, aí é que vemos quem de fato entendeu – e portanto age na prática – construindo um sistema de relacionamento e transações eficiente, eficaz e sedutor pela Internet.

 

 

Por exemplo: recente pesquisa realizada pelo Geovox, em Curitiba, em junho de 2010 demonstrou que quase 80% das pessoas que procuraram um imóvel para compra julgaram que o meio mais importante para essa busca foi a Internet. Muito bem. Agora compare os investimentos e a qualidade dos portais e sites imobiliários, com o investimento dispensado e para outros meios. É comum o anunciante em apenas um anúncio de jornal investir mais do que em todo um hot site de produto – isto quando tem um.

 

Mas a coisa não pára por aí. A maioria das empresas ainda trata a internet como um grande folder eletrônico e não a usa de forma amigável, para estreitar e se aproximar de seu cliente, favorecendo as transações e a comunicação.

 

Esta deficiência ainda persiste e parte dela talvez deva-se a inexistência de ampla gama de fornecedores qualificados, à própria novidade relativa do meio, mas sobretudo, arrisco a dizer a  ainda um grande conservadorismo no empresário, que, com exceções louváveis e aliás algumas vezes citadas neste espaço, entendam e pratiquem o alcance e magnitude desta força de negócios chamada Internet.

 

Então, não acha que é hora de rever sua estratégia de internet? Se você tem dúvidas, levante quantos negócios estão sendo gerados pela sua página ou por meios online. Se a resposta for baixa a chance é que, provavelmente, você está fazendo menos negócios do que deveria, ou perdendo mesmo mercado. Se os seus negócios não acontecerem também na internet, daqui a pouco não aconteceram em mais lugar nenhum.

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Inovação Histórica 

Genebra, 28 jun (Lusa) - O presidente do grupo suíço Swatch, Nicolas Hayek, de 82 anos, morreu hoje de ataque cardíaco nos escritórios da empresa em Biel, no centro da Suíça, informou a empresa do sector relojoeiro.

Natural de Beirute, Líbano, Nicolas Hayek salvou a empresa nos anos 80, ao introduzir no mercado relógios a um preço acessível sem deixar de fabricar peças topo de gama com a chancela "Made in Switzerland" ("Fabricado na Suíça"), acabando por formar um império que inclui as marcas Omega, Breguet, Blancpain e Tissot.

Com o grupo Swatch, Hayek "foi capaz de concretizar a sua visão de uma indústria relojoeira poderosa", sendo "justamente considerado um empreendedor pioneiro no país", lê-se num comunicado da empresa, citado pela agência noticiosa francesa France Presse.

 

A noticia da morte do fundador do grupo é um bom motivo para nos lembrar como muitas vezes a inovação decorre da compreensão de uma miopia de produto. Quem foi que disse que relógio tem que ser um artigo necessariamente de luxo, inacessível e feito apenas com materiais nobres?

Outra inovação do grupo - que de resto também possui marcas tradicionais - foi compreender que relógio não devia ser visto apenas pela sua utilidade - ver as horas - mas sim como acessório, vale dizer, como moda. Um relógio que não se vê as horas? Pois muitos relógios da Swatch são assim, mal dá para saber que horas são. O que importa é a beleza, a sofisticação, o design, o intuito fashion, o espírito jovem. Parabéns a essa empresa que abriu caminho e inspirou vários inovadores nos negócios, mostrando como os atributos podem ser re-orientados para construir quase uma nova categoria de negócios.

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/inovacao?c=131129/06/2010