Gestão de PessoasNeste blog os seguintes assuntos serão priorizados:Recrutamento e SeleçãoNegociaçãoLiderançaResponsabilidade SocialSucessão Empresarial / FamiliarÉticaDesenvolvimento de EquipesTreinamento Avaliação de Desempenho e Remuneração por ResultadosPolítica de Cargos e SaláriosSaúde e Segurança no TrabalhoLiderançahttp://10.19.4.159:8080/blogs/blog/gestaodepessoaspt-brA cultura do Slow DownUm artigo interessante circula pela internet. Registramos aqui alguns trechos que merecem a leitura com atenção e calma. Aproveite para praticar a “cultura do Slow Down” e Sucesso!


A cultura do Slow Down


Os processos globalizados causam-nos a nós (brasileiros, portugueses, argentinos, colombianos, peruanos, venezuelanos, mexicanos, australianos, asiáticos, etc...) uma ansiedade generalizada na busca de resultados imediatos.

Atualmente, há um grande movimento na Europa chamado “Slow Food” que preconiza que se deve comer e beber com calma, dar tempo para saborear os alimentos, desfrutar da sua preparação, em família, com amigos, sem pressa e com qualidade.

A idéia é contraposição ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida. Verdadeiramente surpreendente é que este movimento Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado “Slow Europe” como salientou a revista Business Week numa das suas edições européias.

Na base de tudo isso está o questionamento da pressa e da loucura geradas pela globalização, pelo desejo de “ter em quantidade” (nível de vida) ao contrario do “ter em qualidade”, “Qualidade de vida” ou “Qualidade de ser”.

Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, ainda que trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que os seus colegas americanos e ingleses. E os alemães, que em muitas empresas já implantaram a semana de 28,8 horas de trabalho, viram a sua produtividade aumentar uns apreciáveis 20%.

A denominada “slow attitude” está chamando atenção dos próprios americanos, escravos do “fast” (rápido) e do “do it now” (faça já).

Portanto, esta atitude “sem pressa” não significa fazer menos nem ter menor produtividade. Significa sim trabalhar e fazer as coisas com “mais qualidade”e “mais produtividade”, com maior perfeição, com atenção aos detalhes e com menos stress.

Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do prazer dum belo ócio e da vida em pequenas comunidades. Do “aqui” presente e concreto, ao contrário do “mundial” indefinido e anônimo.
Significa retomar os valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver, e até da religião e da fé.

Significa um ambiente de trabalho com menos pressão, mais alegre, mais leve e, portanto mais produtivo, onde os seres humanos realizam, com prazer, o que melhor sabem fazer.

É saudável refletir sobre tudo isto. Será que os antigos provérbios: “Devagar se vai ao longe” e “A pressa é inimiga da perfeição” merecem novamente a nossa atenção nestes tempos de loucura desenfreada?

Não seria útil e desejável que as empresas da nossa comunidade, cidade, estado ou país começassem já a pensar em desenvolver programas sérios de “qualidade sem pressa” até para aumentarem a produtividade e a qualidade dos produtos e serviços necessariamente sem perder “qualidade do ser”?

No filme “Perfume de Mulher” há uma cena inesquecível na qual o cego (interpretado por Al Pacino) convida uma jovem para dançar e ela responde: “Não posso, o meu noivo deve estar chegando”. Ao que o cego responde: “Em um momento vive-se uma vida”, e a leva para dançar um tango. Esta cena que dura apenas dois ou três minutos é o melhor momento do filme.

Muitos vivem correndo atrás do tempo, mas só o alcançam quando morrem, quer seja de enfarte ou num acidente automobilístico por correrem para chegar a tempo.

Ou outros que, tão ansiosos para viverem o futuro, esquecem-se de viver o presente, que é o único tempo que realmente existe.

O tempo é o mesmo para todos, ninguém tem nem mais nem menos de 24 horas por dia. A diferença está no que cada um faz do seu tempo. Temos de saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon, “A vida é aquilo que acontece enquanto planejamentos o futuro”.

Pense nisso!

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Negociar é uma arte!

Negociar faz parte da vida. Desde pequenos aprendemos a negociar, alguns para continuar sobrevivendo, outros para levar vantagem e outros apenas para seguir em frente.

Crescemos e as negociações ficam mais complexas envolvendo necessidade de maior preparo, porque outras coisas estão em jogo com maior impacto em nossa vida pessoal e profissional.

A negociação é um processo contínuo. E acontece a toda hora. Por exemplo, negociamos quando acordamos pela manhã, conversamos com os filhos, encontramos com o chefe, discutimos com um amigo, vamos a um restaurante com nosso cônjuge.

Negociação é um processo pelo qual pelo menos dois lados com diferentes percepções, necessidades e motivações concordam sobre um assunto de interesse mútuo.

Negociar é uma Arte

A negociação é a arte de envolver pessoas ou grupos de pessoas para conseguir atingir um determinado objetivo mediante um acordo entre as partes envolvidas.

É uma arte porque exige dos negociadores conhecimento do contexto aonde a negociação irá se desenrolar, habilidades intra e interpessoais e uso correto de técnicas de negociação.

Ministrando cursos e negociando, percebo que o ponto fundamental para ser bem sucedido em uma negociação e chegar ao ganha/ganha é o controle emocional. Não permitir que as emoções solapem o raciocínio e impeçam de seguir o roteiro estabelecido no planejamento.

Mesmo as pessoas que fazem um bom planejamento, acabam naufragando afogados em suas emoções fora de controle e, depois de terminada a negociação, ficam surpresos e confusos de como puderam se afastar tanto de seus objetivos sem perceber.

Os menos maduros começam uma guerra de culpar tudo e todos pelo fracasso da negociação e sua atitude passam bem longe do lócus de controle interno (ver post sobre o líder de si).

As emoções, quando nossas conhecidas, se tornam aliadas, porque são formas de energia tonalizadas e ofertadas conforme os pensamentos vão sendo equacionados. Se não nos conhecemos bem, não temos noção dos micro pensamentos (de insegurança, medo, raiva, intolerância e etc) que estão rodando em nossa mente e acionando emoções para fazer frente a essas ameaças, em geral de forma desproporcional à realidade.

Portanto, o negociador precisa estar bem atendo aos movimentos dos seus pensamentos, aberto para perceber o outro negociador e seus movimentos e assim estabelecer, no aqui/agora, a interação ideal que evolui para um resultado ganha/ganha.

Saiba mais lendo o texto Negociação no tema Gestão de Pessoas desse Portal. Ali você encontra ferramentas bem aferidas para se chegar a negociações ganha-ganha.

Sucesso!

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Arquitetura de um programa de Qualidade de Vida no TrabalhoPara falar um pouco mais sobre as novas tendências em programas de Qualidade de Vida no Trabalho, vamos usar como referência o programa de Gestão Integrada das Normas ISSO para um sistema integrado, possibilitando que cada ação já contemplasse impactos em várias frentes, como por exemplo, ao se criar um novo processo já se pensa nas ações relativas a qualidade, produtividade, segurança, saúde ocupacional, 5S’s, cuidados com o meio ambiente natural e social.

Uma das principais contribuições do Sistema Integrado de Gestão, foi provocar nas pessoas o pensamento sistêmico e integrado. Esse impacto não trouxe conseqüências positivas somente no ambiente de trabalho, mas também na vida pessoal e social dos trabalhadores, agora mais conscientes de suas funções na empresa e de suas atribuições como cidadãos.

Ainda hoje quando falamos de Qualidade de vida no Trabalho, encontramos em muitas empresas ações isoladas, voltadas em sua maior parte para tratar sintomas já instalados como: stress, depressão, distúrbios do pânico, ansiedade, burnout entre outros.

As propostas de vanguarda apontam para um movimento mais integrado e voltado para uma área ainda pouco explorada com relação à Saúde Emocional.

Esse esquecimento não foi por displicência, mas por um tabu que se instalou em nossa cultura, de que estar doente emocionalmente equivale a estar louco e todas as implicações conseqüentes dessa visão.

Convidamos Maria Cecília Romanó a falar mais um pouco sobre o assunto:

No texto anterior tratamos do assunto dizendo que Saúde Emocional equivale à capacidade de termos acesso às nossas emoções, sabendo identificá-las e gerenciá-las de forma que componham e contribuam para decisões assertivas e para a percepção de um bem estar geral e satisfatório de vida.

Em essência vamos nos fortalecendo emocionalmente quando conhecemos nossas competências comportamentais e emocionais, bem como os mecanismos de acesso as mesmas.

Dessa forma os Programas de Saúde Emocional são arquitetados para fornecer às pessoas instrumentos e instruções para que pratiquem esse fortalecimento de maneira simples, pratica e inserível no cotidiano.

O resultado que se quer alcançar è BEM ESTAR, que pode ser medido tanto na verbalização quanto na redução do turn over, absenteísmo e principalmente na potencialização dos talentos gerais dos colaboradores, como a criatividade, motivação, relacionamento interpessoal, liderança e trabalho em equipe.

Em empresas com programas de QVT consistentes, as ações têm inicio no preparo das pessoas que irão interagir com o candidato a fazer parte da equipe, passa pelo processo de integração, treinamento e desenvolvimento, acompanhamento, até seu desligamento da empresa. A ênfase é perceber a pessoa (todas as pessoas) como seres emocionais, sujeitos á sua natureza humana e trata-los como tal.

Ainda hoje, quando falamos em “problemas emocionais”, tudo o que se sabe é que algo não vai bem, e tomamos o caminho da auto negligência, até que os sintomas das doenças instaladas venham a nos colocar definitivamente frente a frente com essa realidade.

Por que não prevenir? Por que não utilizar nossa natureza humana como fonte de satisfação e bem estar?
Parece óbvio que é o caminho mais inteligente, e é.

Sucesso!

 

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Recrutamento e Seleção - a porta de entrada para o sucesso de uma empresaOs processos de recrutamento e seleção constituem a porta de entrada de um novo colaborador na empresa. Essa é a oportunidade que a empresa tem para revelar sua identidade e avaliar se ela faz sentido para os indivíduos que potencialmente poderão ser seus futuros colaboradores. É nesse instante que começa uma das mais importantes relações: a da empresa com seus colaboradores.

Para corresponder sua importância, os processos de recrutamento e seleção devem ser adequados para avaliar não só as aptidões técnicas e comportamentais do individuo necessárias à tarefa que lhe será designada, mas principalmente a compatibilização entre os objetivos e expectativas do individuo com a Missão, Visão e Valores (MVV) da empresa. Para isso devem ser capazes de identificar os padrões socioculturais dos indivíduos e avaliar sua compatibilidade com aqueles praticados na empresa.

Esse passo é tão importante que se não for bem dado compromete o processo de formação de uma equipe de alto desempenho. Muitas empresas ficam fragilizadas por não selecionar bem e isso reflete em sua capacidade de se manter competitiva e até na sua sobrevivência.

Entrevista por competência

"Em todo o processo seletivo a entrevista pessoal é a técnica que mais influencia a decisão final a respeito do aproveitamento ou não de um candidato a emprego.

A entrevista de seleção deve ser conduzida com bastante habilidade e tato, a fim de que se possa realmente produzir os resultados esperados" (Idalberto Chiavenato).

A entrevista por competência é um método estruturado que visa investigar o comportamento passado do candidato e a partir disso analisar se, em uma situação similar, haverá a adoção das competências necessárias para o desempenho em seu cargo.

A entrevista por competência permite que o entrevistador consiga coletar dados sobre habilidades essenciais que podem assegurar se o candidato possui a competência investigada e que conseguirá demonstrá-la caso esteja em uma situação semelhante no futuro.

Sistema C.A.R

É um método de elaboração de perguntas para a sistemática de entrevistas por competência.

Contexto: fato ocorrido, situação ou tarefa.
Ação: o que foi feito, atuação.
Resultado: ganhos, sucessos, insucessos, consequências.

Exemplo:

Situação: "Houve uma greve de ônibus e tivemos 50% dos funcionários faltantes, mas conseguimos atender a todos os clientes".

Contexto: Houve a greve e faltaram 50 % dos funcionários.
Ação: Qual foi?
Resultado: todos os clientes foram atendidos. Como? De que forma?

O objetivo é formular perguntas possibilitando respostas que nos levem à análise de situações passadas e, a partir desta análise, a previsão de ações futuras. Devido a isso toda resposta deverá contemplar um circuito CAR completo O papel do entrevistador neste momento é buscar respostas específicas e devido a isso não aceita respostas vazias ou generalizadas.

Um dos objetivos da técnica CAR é aumentar a habilidade de ouvir do entrevistador. Portanto, prepare-se para rejeitar respostas e declarações lacônicas, vazias ou genéricas que forneçam poucas informações e não permitem a classificação como comportamentos.

Identificando o tipo de perguntas

Com base nas competências essenciais para o cargo, precisamos pensar em perguntas que possam comprovar a existência das mesmas no repertório comportamental do candidato. Para isso as pessoas devem falar sobre acontecimentos passados e exemplifiquem sua atuação.

A experiência vivida deve ser investigada com todos os detalhes. Para isso, Lembre-se que as perguntas devem ser: Abertas e específicas - aquelas que não promovam respostas diretas como um "sim" ou um "não". Com verbos de ação no passado. Com foco em competências. Se necessário faça reforços: "Eu preciso que você me conte o que você realmente fez". Deixe o candidato à vontade também para falar sobre um comportamento negativo.

Por se tratar de entrevistas por eventos comportamentais, a cada resposta fornecida pelo candidato aprofunde o seu entendimento através de uma melhor investigação:

- Qual era a situação?
- Quem estava envolvido?
- O que levou a chegar àquela situação?
- O que você pensou para resolver a situação?
- Quais eram seus objetivos?
- Como sabia que poderia dar certo?
- O que você sentiu?
- O que você pensou nesta hora?
- O que o motivava agir assim?
- O que o levou a identificar?
- Quais foram os resultados?
- O que aconteceu?
- Como você chegou a esta conclusão?

Vale lembrar que o entrevistador é um elemento de fundamental importância para o sucesso da entrevista.

Abaixo listamos alguns pré-requisitos

Ausência de preconceitos. Verifique se alguns preconceitos listados a seguir estejam presentes em seu repertório e monitore-os:

- Basear as respostas do candidato em opiniões particulares;
- Preferência por determinado estilo e tipo de pessoas;
- Preconceito quanto a raça, religião ou política;
- Rigidez de pensamento, posição ideológica e de valores.

Capacidade de ouvir eficazmente. Possuir boa memória auditiva. Capacidade de escrever com clareza, de registrar dados e elaborar relatórios com informações essenciais e relevantes:

- Boa memória visual e capacidade para o papel de observador atento;
- Capacidade para deixar o candidato à vontade;
- Capacidade de ter satisfação ao falar e ouvir pessoas;

Capacidade para controlar os sentimentos e não se tornar agressivo. Capacidade de fazer empatia com os candidatos:

- Flexibilidade e capacidade para mudar de papel rapidamente;
- Capacidade de respeitar os momentos de silêncio do candidato sem se tornar ansioso;
- Capacidade de estar no controle durante todo o processo visando não se deixar manipular;
- Capacidade de manter em mente os objetivos fins da entrevista durante todo o processo;

Sucesso!

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SEBRAE e CALIPER, uma parceria de sucesso para o seu sucesso!No intuito de oferecer soluções aos seus clientes, o SEBRAE mantém parcerias com empresas que são referencia em sua área de atuação. A Caliper é uma dessas empresas.


A seguir, você sabe um pouco mais sobre a empresa, por Hevelin Quintão, Coordenadora de Marketing da Caliper do Brasil.

 

 Caliper: Potencial e desenvolvimento em foco

 

A Caliper é uma empresa que, através de todos os serviços que oferece, atua no sentido de gerar maior produtividade e lucratividade para outras empresas.

 

Os clientes Caliper, assim como o Sebrae, acreditam nos resultados que podem advir do aproveitamento máximo do potencial de seus colaboradores, bem como de seu constante desenvolvimento. Esse processo se dá como uma troca de benefícios: o crescimento da empresa como consequência do crescimento de seus funcionários.

 

Como Consultoria em Gestão de Pessoas, a Caliper oferece ao mercado sua ferramenta de avaliação de potencial – o Perfil Caliper, conceituada pela fidelidade de suas informações sobre o potencial do profissional e pela facilidade que proporciona em apoiar planos de ação de desenvolvimento, amparando o trabalho do profissional de RH, do gestor e de toda equipe.

 

Além disso, sempre após a avaliação de um profissional, a Caliper tem condições de propor e implementar em suas empresas-clientes programas de desenvolvimento e treinamentos, capazes de informar, conduzir à reflexão e à ação para a melhoria de resultados e mudanças positivas de comportamentos, que vão ajudar no faturamento da organização.

 

Os principais valores que a Caliper agrega à empresa são:

 

·        O extremo cuidado na identificação do potencial dos profissionais da organização;

·        A formação/evolução deles através do autoconhecimento e desenvolvimento contínuo, tornando-os capazes da autocrítica profissional e, por meio da aplicação de efetivas ações, melhores em seu desempenho, garantindo essa melhoria à empresa também.

 

O trabalho que a Caliper realiza com o SEBRAE-PR promove o autoconhecimento de seus profissionais, bem como garante a contratação de colaboradores alinhados à sua cultura específica e oferece subsídios concretos para o desenvolvimento deles, permitindo a aplicação de ações direcionadas ao potencial de cada um, de forma bastante individualizada. A parceria que a Caliper construiu com o Sebrae é única!

 

Para conhecer um pouco de um dos trabalhos realizados e que já virou case, leia o artigo disponível no site da Caliper de ação realizada com o SEBRAE-MT:  MISSÃO DESENVOLVIMENTO.

 

Além disso, vários artigos da Caliper, em seu site, fornecem muitas dicas e informações para profissionais e empresas, sobre o desenvolvimento e a valorização profissional. Estes textos podem ser acessados através deste link: ARTIGOS.

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Que direção toma os programas de QVT nas empresas? Orientar suas ações considerando a Qualidade de Vida no Trabalho não é mais diferencial competitivo ou uma forma de chamar talentos para a empresa. Proporcionar ambiente saudável, em todos os níveis, é uma obrigação da empresa que quer crescer e prosperar.

 

Maria Cecília Romanó, psicoterapeuta conceituada em Curitiba, fala um pouco sobre o assunto. Solicitada por grandes empresas ela vem desenvolvendo Workshops para sensibilizar executivos sobre a importância da saúde emocional. Vamos ao que ela diz:

 

Entre os vários modelos de QVT, cada um com seu viés, o que eles têm em comum é a sua prioridade nas decisões estratégicas das empresas como um tema em rápida e constante evolução.

 

Um programa de QVT prescinde de um conjunto de ações envolvendo inovações estruturais dentro e fora do ambiente de trabalho visando as mais saudáveis condições de desenvolvimento human,o tornando-o capaz de ser feliz ao mesmo tempo em que contribui, com o seu trabalho, para o bem estar dos outros.

 

Nesse caminho de intenções, o tema “Desenvolvimento de Consciência” vem sendo abordado e aprofundado por Psicoterapeutas/Consultores com vasta experiência clinica e empresarial. Utilizando técnicas inovadoras esses profissionais visam a saúde emocional como o passo seguinte ao que já sabemos sobre inteligência emocional. Com esse intuito que foi criado o workshop “PORQUE VOCÊ NÃO PODE SAIR DE CASA SEM VOCÊ!, tendo por foco o desenvolvimento de consciência.

 

É possível alinhar os principais objetivos da organização, sua sustentabilidade atual e futura com os objetivos profissionais e pessoais de seus colaboradores e, construir relações que criem um ambiente com salubridade psíquica e níveis cada vez menores de toxicidade emocional.

 

Sabemos que inteligência emocional é somente uma parte da saúde emocional. Também sabemos que as emoções e sentimentos são “o tempero da vida”, de menos, tudo fica sem graça e, demais, as temperaturas se elevam e produzem stress acabando com aquela quota mínima de serenidade.

 

É através do desenvolvimento de consciência que conseguimos alcançar um “tônus emocional” saudável, podendo identificar e gerenciar nossas emoções de forma que componham e contribuam para decisões assertivas e percepções que nos trazem bem estar geral e satisfatório de vida, ao mesmo tempo em que alcançamos resultados para a organização na qual trabalhamos.

 

Desenvolvimento de consciência é hoje o grande desafio para se conquistar um efeito mais abrangente nos programas de QVT e em programas de Desenvolvimento de Competências.  Através de técnicas avançadas atua sobre os aspectos emocionais que permeiam o quotidiano corporativo.

 

Pessoas conscientes são pessoas saudáveis, capazes de desenvolver mais adesão, criatividade e produtividade.

 

O bem estar emocional é hoje um valor imprescindível nas organizações.

 

Sucesso!

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Organização, a alma do sucesso!Em entrevista a um canal de TV, o presidente do Boticário, Artur Grynbaum, ao justificar os investimentos e crescimento da empresa em 2009, fala da importância da organização.

 

Não adianta ser visionário e investir, para que o resultado apareça é preciso organizar-se.

Que não seja apenas um bom propósito de inicio de ano, mas sim que a organização esteja em nossa carne, sangue, ossos e alma de forma permanente.

 

Quais os pontos que precisamos estar atentos, quanto a organização, relativo a gestão de pessoas?

 

Primeiro, lembrar que em uma pequena e média empresa o empresário é um multi função. Por isso precisa organizar-se para organizar a empresa e não cair na armadilha de sua vida virar uma “loucura”, viver “apagando incêndio” e não ter “vida pessoal”, palavras proferidas por muitos empresários. Portanto, o primeiro passo é lembrar que o dia tem 24horas e essa é a única variável imutável. Assim, utilize a agenda e organize o tempo dividindo-o em blocos, que possibilitem atender as atividades necessárias à gestão da empresa e às da vida pessoal. (ver Post: O Tempo e o Desempenho e Dicas para Priorizar).

 

Depois, cuidar para o cenário esteja o suficientemente organizado e atualizado para a gestão de pessoas (ver temas sobre o assunto no Portal). Os elementos chave são: Filosofia (MVV), metas e objetivos para o ano corrente. Isso feito, envolver a equipe na atualização desses dados, ao mesmo tempo em que novamente informa e dissemina os propósitos e instrumentos de acompanhamento e monitoria que serão utilizados durante o período.

 

É hora também para começar o levantamento ou a atualização das necessidades de contração, treinamento, desenvolvimento ou reciclagem, para manter a equipe capaz.

 

Importante lembrar que a liderança, a pessoa do líder, é elemento chave para o sucesso de qualquer empreendimento, de qualquer ação. Portanto, você empresário líder, busque avaliar-se, com honestidade, para verificar se está preparado para gerir sua equipe com efetividade tendo em vista os objetivos propostos. Uma boa pedida é buscar o feedback (antes, habilite-se para utilizar essa ferramenta) junto aos seus subordinados, pares, clientes e fornecedores. O SEBRAE tem ótimos programas para reciclagem e desenvolvimento de liderança, utilize-os.

 

Reitero, antes de iniciar qualquer ação, principalmente junto a equipe, o cenário deve estar pronto, caso contrário, as ações podem afastá-lo dos seus objetivos, que é envolver, comprometer e preparar as pessoas para o trabalho conjunto, direcionado aos objetivos, metas e propósitos da empresa.

 

Sucesso!

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Efetividade - é o que se espera do líder em 2010
Em épocas de mercado emergente, onde a demanda pelo produto ou serviço da empresa é alta, ou quando se atua em algum local sem competição, é possível que líderes ineficientes passem despercebidos, pois a empresa prospera simplesmente por existir.

No entanto, quando o mercado se torna maduro, quando a concorrência aumenta e se globaliza, quando cada ponto percentual do market share requer planejamento eficiente, apenas o líder mais efetivo se sobressai, e os que passavam despercebidos agora se tornam um peso – além de serem altamente desafiados a desenvolverem-se.

O líder efetivo de hoje é aquele que entende o potencial de seus liderados e reconhece o seu papel no desenvolvimento destes. O principal instrumento para desenvolver os liderados é a comunicação.
A habilidade em comunicar-se efetivamente com os superiores, pares, clientes internos e externos e fornecedores, faz do líder um valor agregado de suma importância para a empresa.

Pesquisas demonstram que toda a empresa prospera tem em seu corpo diretivo lideres competentes em comunicação. Comunicando-se com seus liderados, pares e superiores. Comunicação começa com confiança. Você é confiável?

Seja o mais honesto possível quando refletir sobre esta pergunta. Se você fosse um liderado que tivesse a necessidade de questionar uma decisão sua ou comunicar um erro cometido por ele; Um líder que precise de você para resolver um problema; Um par que precise falar de um colega de trabalho que não está fazendo a sua parte, você confiaria em alguém como você?

Se a resposta é sim, o que você tem que o faz confiável?

Se você se considera confiável, mas percebe que as pessoas não se abrem com você, talvez seja um sinal de que o seu comportamento com os outros não combine com a sua imagem de si mesmo. Nesse caso cabe perguntar:  o que gera nos outros a percepção de que com você não é seguro se expor?

Se a resposta for não, o que falta desenvolver para que as pessoas confiem em você? O que faz as pessoas se sentirem hesitantes com você? Você conhece alguém em quem as pessoas confiam? O que faz esta pessoa confiável – como ela age, como ela lida com as pessoas, que as fazem sentirem-se seguras?

Você sabe se comunicar?

A comunicação começa com o saber escutar. De forma simplificada, pode-se dizer que nós ouvimos sons, mas escutamos pessoas. Escutar pessoas tem repercussões imensas na capacidade de gerar confiança e vínculo no processo de interação com os lideres, pares e subordinados.

Como se dá a comunicação

É importante lembrar que o processo de interação entre as pessoas não obedece a lógica. Os seres humanos não funcionam como máquinas isoladas dispostas lado a lado.  A comunicação acontece em dois níveis distintos, porém simultâneos e interdependentes: o da palavra dita ou escrita (objetiva, racional, visível) e o do significado (subjetivo, emocional, oculto).

Com relação ao significado, este normalmente está oculto e sofre o peso do repertório individual (emoções, medos, auto-estima) e do clima emocional gerado pela própria convivência entre os companheiros de trabalho e os superiores hierárquicos (clima e cultura).  Dessa forma, a mesma palavra pode ter significado e peso emocional diferentes para diferentes pessoas.

Conforme o impacto emocional gerado pela palavra escrita ou falada, a pessoa pode ouvir ou ler distorcendo o significado da mensagem. Por isso a confiança e ausência de medo entre pessoas que se comunicam são essenciais para que a comunicação efetiva aconteça.

Ser confiável é o principal desafio do líder

Ser confiável e se manter confiável é o desafio do líder atual. Importante lembrar que confiança é um material altamente perecível. Líderes bem sucedidos recomendam que, para ser congruente, a pessoa no papel de líder precisa:

- gostar do que faz
- lembrar que liderança é um papel, portanto, não levar para o lado pessoal os impactos que sofrer no exercício da função.
- A liderança não está a serviço da vaidade do líder e sim como instrumento de empoderamento dos liderados para que estes realizem com competência.
- Ao se tornar líder você não se torna perfeito. Ficar atento aos próprios equívocos, reconhece-los, buscar apoio na equipe, pavimenta o caminho para a confiança mutua.

Sucesso!

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2010, um ano de ConsciênciaEm primeiro lugar quero agradecer a todos os que nos visitaram. Alguns deixaram suas impressões postando opiniões, relatos e sugestões, outros apenas passaram levando consigo um pouco de nós e também deixando um pouco de si.

 

Em segundo, por ser clima de inicio de ano, portanto de novos propósitos, quero aproveitar essa oportunidade para falar um pouco sobre Consciência.

 

O termo atualmente é encontrado em textos dos mais diversos, porém com o mesmo significado que é: “estar consciente de si”. Me explico: Estou andando na rua. Estou consciente de muitas coisas – das lojas, das pessoas que passam por mim, do tráfego, de tudo. Estou ciente de muitas coisas, menos de uma – de mim.

George Gurdjieff chamou de “lembrança de si mesmo”. Ele dizia: “Constantemente, onde quer que você esteja, lembre-se de si mesmo”.

 

Essa constante lembrança de si, estar ciente de si, permite que você acesse a sua Essência, que é Consciência – consciência da interdependência que existe entre todos os seres e eventos, consciência da sua importância como parte desse todo. Parte única que se não fizer a sua parte, afeta o todo.

 

Uma pessoa consciente é um elo permanente da corrente do bem. Não é passiva, mas também não é reativa e sim agente e regente de si. O mal e o mau chegam até ela, mas como é consciente de que aquilo não é bom, não é conivente, age com justiça e transforma aquilo em bem. À partir dela apenas o bem flui.

 

Uma pessoa consciente cuida de si, escolhe pensamentos que gerem emoções positivas. Sabe que não tem controle total, 24horas por dia, sobre seus pensamentos e emoções, mas por estar constantemente ciente de si, percebe pensamentos que são antagônicos ao seu propósito de vida e os transforma e direciona.

Sabe que sua principal tarefa e estar bem. Esse é o melhor presente que pode entregar ao mundo. Só posso amar ao próximo, se amar a mim mesma.

 

A pessoa consciente de si cuida dos outros não importa em qual reino, categoria ou família esse outro esteja – seja humano, mineral, animal ou vegetal. Não importa a circunstância, seja na rua como motorista ou pedestre, nos ambientes públicos e privados, quer na cidade ou no campo.

 

Que 2010 seja um ano de Consciência.

Esse é meu propósito.

Espero que também o seu.

Muitos de nós, Conscientes, construiremos um mundo que é quase assim, um paraíso.

 

Um beijo em seu coração e,

Feliz 2010!

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Administrando ConflitosConflitos são inerentes à vida em grupo. Como grupos fazem parte da vida de qualquer ser humano uma vez que pertencemos a uma família, a uma comunidade, a uma empresa, a uma nação, entre outros, é comum nos defrontar com situações de conflito.

 

Em nossa cultura há uma tendência de atribuir conotação negativa ao conflito, relacionando-o a combate, briga, violência, guerra, destruição. No entanto, o conflito em si, não é danoso nem patológico. Suas conseqüências dependem do modo como ele é enfrentado e administrado.

 

Trazendo para a ótica dos grupos nas empresas, uma das causas da origem de conflitos e a escassez de recursos para satisfazer todas as necessidades e desejos individuais, principalmente de poder e afetividade. Essa escassez pode gerar conflitos intermináveis entre os membros do grupo se as pessoas não tiverem maturidade para conviver e compartilhar de forma interdependente (vide texto sobre Maturidade).

 

Para que um grupo atinja maturidade e alcance a fase de alto desempenho terá que conviver com conflitos, pois nenhum grupo está livre deles. Entretanto, as mudanças no grupo, seu crescimento e desenvolvimento resultam do modo como os conflitos são enfrentados e resolvidos. Cada resolução, seja satisfatória ou insatisfatória, caracteriza nova etapa na vida do grupo.

 

Uma das funções positivas do conflito é romper equilíbrio da rotina. Essa ruptura  mobiliza a energia latente do grupo, desafia acomodação de idéias e posições, desvenda problemas escondidos, aguça a percepção e o raciocínio, excita a imaginação e estimula a criatividade para soluções originais. Os efeitos positivos do conflito podem ser aproveitados se o grupo admitir que existe um conflito.  Esse reconhecimento predispõe as pessoas a agir, ao invés de negar a realidade esquivando-se de enfrentá-la.

 

Os conflitos podem ser funcionais ou disfuncionais. Os funcionais, de alguma forma agregam valor ao grupo e merecem atenção para que promovam reflexão e nova forma do grupo se organizar (como fazer uma tarefa, ou qual processo é o mais adequado, entre outros). Conflitos disfuncionais geralmente são de cunho comportamental e muitas vezes relacionados a antipatias, não aceitação do outro, inflexibilidade e etc. Nesse caso o importante é identificar a causa raiz e atuar com as pessoas em conflito até que cheguem a um acordo ganha /ganha, para elas, para o grupo e para a empresa.

 

Posições tomadas pelas pessoas diante de conflitos.

 

Omissão – percebo o problema porem evito assumir responsabilidade ativa sobre minha parcela em manter ou impedir sua solução, através da alegação de incapacidade para fazer diferente. Esse comportamento baseia-se na desqualificação da própria autonomia e potência.

 

Abertura - a disponibilidade para dar e receber feedback de forma genuína e sincera. Assumo que sou capaz, me empodero e me torno agente para a integração do conflito de forma satisfatória e construtiva.

 

As pessoas quando estão em conflito podem resolvê-lo de diferentes maneiras:

                                                                                                                   

1 - Evitando

Por não suportar o desconforto que acompanha o conflito; porque não possuem poder para viabilizar uma mudança, ou não acreditam que isso possa acontecer. A conseqüência é o afastamento entre as partes. A confiança e a comunicação ficam prejudicadas.

 

2     – Harmonizando

As pessoas em conflito conversam, têm postura colaborativa, mas não aprofundam as causas do conflito. Colocam “panos quentes” e acabam saindo mais ou menos satisfeitas. O conflito pode voltar uma vez que a sua causa não foi tratada.

 

3     – Evasão / coação (luta/fuga)

O conflito se transforma em disputa por incapacidade de chegar a uma conclusão aceitável. Ocorre quando uma ou ambas as partes não estão preparadas ou dispostas a reconhecer e aceitar as necessidades da outra parte. O nível de confiança é baixo, e de defensividade, é alto. A comunicação é deficiente.

 

4     – Negociação e integração.

As partes se unem voluntariamente para dialogar sobre suas necessidades e realizar trocas verdadeiras. Indica adequado nível de abertura, confiança e colaboração. O tema do conflito é tratado e ambas as partes saem satisfeitas. Em geral, o resultado da resolução integrada é o mais efetivo também para a equipe e para a empresa.

 

Importante lembrar que cada posição tem suas vantagens e desvantagens considerando o nível do conflito, de abertura dos envolvidos, do tempo disponível para dar atenção aos temas, do impacto na equipe e/ou na empresa.

 

Ao profissional líder de si cabe estar atento a forma como se posiciona diante dos conflitos nos quais está diretamente ou indiretamente envolvido, para que possa atuar de forma coerente, sendo agente positivo na resolução dos mesmos.

 

Nem impotência, nem onipotência, nem dependência, mas sim

diálogo, potência e interdependência (Fela Moscovici)

 

Sucesso!!

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/gestaodepessoas?c=80328/12/2009
Criatividade - a base da competênciaCada vez mais se espera de nós que sejamos criativos, seja em nossa vida pessoal ou profissional.
Não sobrevivemos porque somos a espécie mais forte, mas sim porque somos criativos e utilizamos essa característica para mudarmos o ambiente onde vivemos.

Todo ser humano possui potencial criativo, a essência de nossa humanidade é a criatividade, a questão é, estou disposto (a) a utilizar meu potencial criativo?

É da natureza humana mover-se somente se tiver um motivo para isso – essa é a base da motivação. Isso não é bom nem ruim, é apenas um fato. Em algumas áreas podemos nos mover por motivos alheios, por exemplo, por medo, por comodismo e etc. No entanto, vamos só de corpo, a alma não está presente.

Já na criatividade, é necessário o corpo e a alma, senão não acontece. Os ambientes profissionais pedem pessoas criativas, que saibam acionar comportamentos de acordo com a demanda, e essa demanda implica em aplicação de habilidades técnicas e habilidades com pessoas.

A habilidade mais importante, que irá dar o tom para as demais, é a capacidade de criar, inventar, inovar, rompendo paradigmas e trazendo formas inovadoras de solucionar problemas e/ou trazer alternativas mais eficazes para atingir os objetivos organizacionais.  Essas alternativas serão aquilatadas pelo seu respeito ao bem estar das pessoas e como agregam valor aos objetivos do negócio.

Acionando meu potencial criativo

A criatividade implica em autoconhecimento e, basicamente, em autoconfiança, na fé em seu potencial, no reconhecimento e validação das suas percepções e crenças, no valor de seus pensamentos, livres de autocensura e de censura externa.

É preciso brincar com as idéias.É preciso liberdade para raciocinar, imaginando absurdos, misturando o que não se mistura, gerando fantasias. Para criar é preciso fazer perguntas. Não apenas POR QUÊ? Mas, principalmente, POR QUE NÃO? E é preciso responder as perguntas feitas.

É preciso flexibilidade, persistência, observação, humor, autoconfiança, curiosidade, conhecimento, disciplina mental, inconformismo, fantasias e objetividade, não aceitando os erros como final de linha, mas como indicação para trocar de rumo e começar.

Por exemplo: Thomas Edison antes de inventar a lâmpada elétrica cometeu centenas de erros, mas não desistiu e, certa vez, quando lhe perguntaram como ele se sentia por ter errado tanto antes de sua descoberta final, respondeu: “Não foram erros. Eu apenas descobri centenas de formas de como não fazer uma lâmpada”. E como persistiu, obteve sucesso em seu empreendimento.

A criatividade depende do conhecimento, mas não só. A verdadeira chave para se tornar criativo está com o que você faz com o conhecimento que tem. O pensamento criativo supõe uma atitude, uma perspectiva que leva a procura de idéias, a manipular o conhecimento e experiência. Você usa idéias malucas, bobas e impraticáveis como trampolim para idéias novas e práticas.

Ao adotar uma perspectiva criativa, você tanto se abre para novas possibilidades como para mudanças. Vivemos em um mundo onde as mudanças são cada vez mais freqüentes, onde há cada vez mais pessoas criativas, imaginativas. Por isso, cada um de nós deve banhar-se com a cultura da criatividade. É preciso ler sobre os criadores, escritores, artistas, pintores e inventores. Onde os outros vêem problemas a pessoa criativa vê oportunidades.

Etapas da criação

- Identificação do problema

- Coleta de dados

- Incubação

- Fluxo criativo

- Analise critica para aplicação

- Aplicação, analise de resultado, correção e retoma o ciclo.

Sucesso!

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/gestaodepessoas?c=79319/12/2009