FinançasNeste blog os seguintes assuntos serão priorizados:Cálculo e Análise de CustosEstudo de Viabilidade EconômicaFalência e ConcordataFluxos FinanceirosFormação de PreçoContas a Pagar e a ReceberCapital de GiroLinhas de CréditoInvestimentosPatrimônioContabilidadeOrganização Financeirahttp://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/blog/financaspt-brPensando em números!!!Alguns números são assustadores!

Nos servem como referenciais para conhecermos o potencial de consumo de uma Nação, demonstrar as grandes oportunidades empresariais, mas, especialmente, do grande compromisso que temos com o nosso Planeta com relação a geração de lixo!

 

60.000 – Número de sacos plásticos utilizados – A CADA 5 SEGUNDOS!

106.000 – Número de latas de alumínio consumidos – A CADA 30 SEGUNDOS!

170.000 – Número de pilhas produzidas – A CADA 15 MINUTOS!

426.000 – Número de aparelhos celulares descartados – DIARIAMENTE!

1.000.000 – Número de copos plásticos utilizados em vôos comerciais – A CADA 6 HORAS!

2.000.000 – Número de garrafas plásticas (pet) descartados – A CADA 5 MINUTOS!

 

Estes números são referentes a um estudo realizado sobre o volume de lixo lançados nos ESTADOS UNIDOS, retratados através de uma exposição fotográfica denominada “CORRER OS NÚMEROS, UM AUTO-RETRATO” do fotógrafo CHRIS JORDAN.

 

Acho incrível como estes números nos retratam duas situações absolutamente distintas:

  • A grande oportunidade empresarial existente. Observe que estamos falando de números exclusivos dos Estados Unidos, ainda temos todas as demais Nações.
  • O grande compromisso que temos com o nosso Planeta!

Então,

  • Colabore com o Planeta Terra!
  • Pense antes de consumir e descartar!

 

Por outro lado, não deixe de pensar nas grandes oportunidades empresariais!

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=289603/02/2012
Reduza seus estoques!Eis uma das grandes estratégias necessárias em qualquer empresa quando a proposta é melhorar seus resultados.

Controlar e administrar os estoques a níveis mínimos, ao nível do estritamente necessário para o dia-a-dia deve ser a grande meta das empresas!

 

Em minha penúltima postagem, eu falava sobre o planejamento financeiro para 2012 e alguns aspectos – em especial – que devem ser observados na administração de um negócio, qualquer que seja o ramo de atividade.  Então, minha proposta é detalharmos um pouco cada um desses assuntos.

Para esse momento, vamos falar sobre uma das contas que mais impactam no sucesso de um negócio  -  ESTOQUES!

Bem provável que a máxima “quanto menor o estoque melhor!” já esteja bastante evidente na sua cabeça, porém, a questão é saber quanto efetivamente essa conta impacta no resultado de uma empresa, não é mesmo?

Em inúmeros outros momentos já comentei sobre os riscos e prejuízos em manter estoques, certamente por se tratar de um tema de extrema importância.

Para um preciso entendimento, proponho simularmos uma situação onde envolveremos o processo de industrialização e a comercialização.

 

Exemplo:  Um comércio de confecção que possui 5 lojas vendendo produtos de fabricação própria, ao decidir pela sua produção adota o seguinte critério:

  1. Produzir conjuntos agasalhos de moleton para abastecer todas as lojas.
  2. Seus critérios para produzir o mínimo são: disponibilizar tamanhos e cores suficientes para que o cliente encontre o que procura, em função disso, se considerarmos a necessidade de disponibilizar as cores básicas: preto, branco, amarelo, azul e verde, todos nos tamanhos padrões: P, M, G e GG.
  3. Significa então um estoque inicial de conjuntos de cada cor nos tamanhos P, M, G e GG, ou seja, serão 4 unidades de conjuntos DE CADA UMA DAS CORES.
  4. Considerando-se a necessidade de disponibilizar 5 cores distintas, temos então, uma unidade de cada cor e tamanho, o resultado final será de 20 unidades totais.
  5. Se, cada loja dispuser igualmente de 20 unidades totais para compor esse mix tamanho versus cor, significa que 5 lojas totalizarão 100 unidades produzidas e disponibilizadas para venda.

Agora simulemos as vendas desses produtos.  Será possível vender 100% desse estoque?  Bem provável não, não é mesmo?

Então, minha proposta é simularmos uma sobra de 40 peças ao final do período de venda. Esta sobra necessita então ser computada na análise de resultados.

Vamos aos números?

1.       Valor simulado de venda unitário ......................................  R$ 100,00

2.       Custo simulado da confecção ........................................... R$  50,00

3.       Custos comerciais ...................... 10% ........................... R$  10,00

4.       Margem de contribuição .......... 4 = 1 – 2 – 3 ....................  R$  40,00

 

Quantidade de conjuntos vendidos .....................................................................  60 peças

a)      Faturamento total obtido .............. R$ 100,00 x 60 unid .......................... R$ 6.000,00

b)      Custo com confecção ................... R$ 50,00 x 100 unid .......................... R$ 5.000,00

c)       Custos comerciais ....................... R$ 6.000,00 x 10% ........................... R$     600,00

d)      Margem de contribuição acumulada ........ d = a – b -c ............................  R$     400,00

 

Com a simulação acima, observamos que todo esforço de venda pela empresa, resultou numa MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO de R$ 400,00 e um estoque remanescente de 40 conjuntos.

A questão é:  valeu a pena tanto esforço para pouco resultado?

Mais triste ainda é saber que a situação não pára por aqui.

O estoque remanescente requer espaço para estocagem, daí os custos com seu armazenamento aumentam, pois, há que se considerar outros fatores:

Estrutural: aluguel + IPTU + prateleiras + movimentaçao

Funcional:  salários e seus encargos sociais + uniformes + benefícios

Financeiro: custo do dinheiro investido no estoque

Físico: possíveis danificações pelo tempo de estocagem ou pela movimentação inadequada

Comercial: produto saindo fora de mercado fica desvalorizado para venda futura

 

Por fim, vem a última conta:  agora multiplique o valor resultante destes custos pelo número de itens que tem um histórico similar.

 

Bons cálculos e harmonia nas suas reflexões!!!

Pense nisso!

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=288931/01/2012
Os 6 maiores pecados cometidos por alguns empreendedores!

Revendo os materiais instrucionais do SEBRAE PR, encontrei esta pérola!

Vale a pena ler e refletir!


1.

CAUSA: A movimentação financeira da empresa se confunde com a movimentação financeira pessoal, utilizando uma conta corrente pessoa jurídica para ambos os fins.

CONSEQUENCIA:  Total descontrole da movimentação financeira, realizando movimentações pessoais acima da disponibilidade e em momentos, de acordo com a necessidade pessoal e não pela disponibilidade da empresa.


2.

CAUSA:  Não estabelecer uma retirada prólabore compatível com a capacidade da empresa e de acordo com a sua necessidade.

CONSEQUENCIA:  Quando os custos pessoais são muito elevados e superam a capacidade da empresa, o empreendimento fica comprometido, provocando a sua falência.


3.

CAUSA:  Estabelecer preços de vendas de acordo com o mercado e ignorar a necessidade de ajustar os custos para viabilizar a sua venda.

CONSEQUENCIA: Pratica-se vendas sem a certeza de lucro ou prejuízo, não determinando um sucesso para a empresa.


4.

CAUSA:  Não realizar um planejamento de vendas de forma a compatibilizar com a sua necessidade financeira, ou até desconhecer totalmente a sua necessidade financeira.

CONSEQUENCIA:  A empresa está no mercado para vender o que os clientes estão comprando e pela falta de planejamento  compra-se de tudo. O estoque aumenta e qualquer margem de venda é insuficiente para cobrir os custos financeiros.


5.

CAUSA:  Não ajustar os prazos de vendas de acordo com a necessidade de Fluxo de caixa, ou até não saber como elaborar a sua necessidade de Fluxo de caixa.

CONSEQUENCIA:  A venda com prazos não programados para o ajuste do Fluxo de caixa provoca déficits que geram custos financeiros, em muitos casos, superiores a margem de lucratividade praticada – o lucro vai para o banco!


6.

CAUSA:  Não realizar a conciliação da movimentação bancária e estabelecer a sua disponibilidade de acordo com o saldo bancário consultado em um determinado momento.

CONSEQUENCIA:  Realiza saques acima da disponibilidade, provocando devoluções de cheques, pagamento de multas e juros e encerramento de conta.


Pense nisso!

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=286620/01/2012
Como está o seu planejamento 2012?Iniciamos um novo ano!  Novos desafios!  Muita dedicação e perseverança nos é requerida!

Você está pronto para isso?

 

Passam-se os anos e a conversa é sempre a mesma, ou quase!

  • Mercado competitivo
  • Concorrência desleal e predatória
  • Dificuldades financeiras especialmente para pagar fornecedores
  • Os custos se elevam a cada ano
  • Os impostos...  ahhh, os impostos...
  • As margens de venda diminuem
  • O mercado concorrente cresce
  • Dificuldades em contratar mão-de-obra especializada e comprometida
  • Muito esforço para pouco resultado

 

Aí eu lhe pergunto:  o que você tem feito para superar todas essas situações?

 

Quais são seus cuidados quanto a:

  • Controle, monitoramento e obrigatória redução dos seus estoques?
  • Negociações eficazes junto aos fornecedores para comprar bem?
  • Utilização efetiva de um fluxo de caixa para prever e decidir sobre suas ações?
  • Monitoramento constante dos seus preços de vendas em relação ao mercado?
  • Monitoramento constante dos seus custos para adequação aos seus preços de vendas?
  • Monitoramento constante de seus custos para adequação operacional?
  • Análise periódica de seus resultados - LUCRO?
  • Monitoramento constante dos seus indicadores de desempenho?  (liquidez, endividamento, evolução patrimonial, lucratividade, rentabilidade, ...)
  • Análise e planejamento para decidir sobre a melhor opção de enquadramento tributário?
  • Análise da folha de pagamentos em relação a sua real capacidade?
  • Vendas estratégicas?
  • Planejamento orçamentário?
  • Investimentos?

 

Saiba que respostas para uma segura decisão a todas estas questões são facilmente alcançáveis, basta tão somente que sua empresa gere as devidas informações e mantenha um efetivo controle sobre elas!

 

Por onde começar? 

Tenha efetivos controles:

Dos seus gastos - classificando-os por contas. Algo do tipo: quanto representa a folha de pagamentos, quanto paga de aluguel, quanto gasta com combustíveis, ...

Das suas vendas - detalhando quais itens são vendidos, controlando: quantidades, valores de aquisição, valores de vendas.

Da sua carteira de contas a receber - tendo um efetivo controle de tudo que tem para receber: das vendas a prazo, dos cartões de crédito, ...

Da sua carteira de contas a pagar - tendo um efetivo controle de seus compromissos.

Dos seus estoques - controlando tudo que entra e sai, conhecendo itens que mais giram e itens que não giram.

Das suas compras - evitando comprar o desnecessário. Compre somente o que vai vender e/ou consumir e na quantidade exata, nada de sobras!

 

Saiba que é à partir destas informações que sua empresa COMEÇA a ser efetivamente administrada e daí iniciam-se as análises:

De resultados - lucro ou prejuízo

De indicadores de desempenho - liquidez, endividamento, evolução patrimonial, lucratividade, rentabilidade, ...

 

À partir disso é que sua administração será muito mais efetiva, atuando sempre em busca de novos e melhores resultados!

Minha proposta:  que tal tratarmos ponto-a-ponto cada um destes temas?

Aguarde...

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=285916/01/2012
Lei que cria empresa de apenas um sócio entra em vigor hoje!Entra em vigor hoje a lei nº 12.441/2011, que criou a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli), modalidade de pessoa jurídica que protege os bens pessoais do empreendedor.

A lei foi aprovada em junho de 2011 pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff em 11 de julho.

Constituída por um só titular, a Eireli garante a distinção entre o patrimônio do empresário e o patrimônio social da empresa, o que reduz de forma significativa os riscos para o empreendedor.

Caso a empresa passe por algum tipo de problema, como processos trabalhistas, somente o patrimônio social da empresa responderá pelas dívidas, sem que os bens pessoais do empresário sejam afetados.

Para constituir uma Eireli, é preciso capital social de, no mínimo, cem salários mínimos -R$ 62,2 mil em valores atuais- e as regras são as mesmas aplicadas às sociedades limitadas.

Até a aprovação da lei, o Código Civil previa apenas a figura do microempreendedor individual (MEI) - que, ao contrário da empresa individual limitada, responde com seu patrimônio pessoal por eventuais compromissos decorrentes da atividade empresarial.

Durante a tramitação do projeto, o governo argumentou que a nova lei contribuirá para aumentar a formalização, especialmente de microempresários que são resistentes a constituir empresas.

Outra vantagem apontada foi o fato de a modalidade acabar com as figuras dos sócios "faz de conta", que se associam aos empreendedores de fato apenas para cumprir a norma de que as empresas tinham de ter pelo menos dois sócios.

O nome empresarial deverá, necessariamente, conter a expressão Eireli, do mesmo modo como hoje ocorre com as sociedades limitadas (Ltda.) e as anônimas (S.A.). É proibido ao empresário individual de responsabilidade limitada figurar em mais de uma empresa da mesma modalidade.

 

09/01/2012 - 10h37 | da Folha.com

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=284909/01/2012
Hora de agradecer!Puxa, mais um ano se passou!!!

Mais um ano em que eu pude contar com a sua participação através dos acessos a este blog, por isso, agradeço-lhes de coração e desejo que em 2012 estejamos aqui novamente, com a energia e os ânimos revigorados para "trocarmos" mais ainda... informações, opiniões, criticas, novidades, ...

Agradeço imensamente pela sua participação eventual ou periódica e convido-os a continuar nos prestigiando, pois, este prestigio é sem duvida nenhuma a nossa fonte de energia e inspiração.

Desejo a vocêleitor um..

...FELIZ NATAL !!!

...e um...

...MARAVILHOSO 2012 !!!

Grande abraço!

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=284123/12/2011
Cuidado com os sete pecados financeiros das férias! 

Festas, bebidas, viagens e presentes. Finalmente o fim do ano chegou, repleto de tentações. Mas antes de se entregar, veja dicas para começar 2012 sem ressacas

Fonte:  Olívia Alonso, iG São Paulo  15/12/2011

 

O fim do ano finalmente chegou! É hora de comemorar os feitos dos últimos 12 meses - ou afogar as mágoas, se for o caso. Reunir amigos, primos e tios e falar besteiras, noite adentro, sem censuras. Agradar bastante quem te aguentou durante todo o ano e distribuir muitos presentes para todos. E, claro, comprar tudo aquilo que você trabalhou tanto para merecer, sem limites. Enfim, chegou a hora de se esbaldar, até que as férias terminem.

Certo?

Nem tanto!

É preciso cuidado, e muito, com os sete pecados financeiros escondidos nas férias de verão. Antes de adotar filosofia do "eu mereço" e se entregar às tentações, veja abaixo as dicas dos consultores Humberto Veiga e Mauro Calil para começar 2012 sem uma baita ressaca financeira.

  • Comemore com moderação
  • Seja firme com as “caixinhas”
  • Não compre presentes na véspera do Natal
  • Agende os pagamentos a vencer
  • Proteja o seu patrimônio
  • Fuja da inflação das férias
  • Cuidado com o cartão de crédito no exterior

Pense nisso!

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=284022/12/2011
Governo lança guia de sobrevivência para micro e pequenas empresas

O governo federal lançou nesta quarta-feira (8) o "Guia de Sobrevivência para MPEs", resultado de uma ação conjunta do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), do Fórum Permanente das Micro e Pequenas Empresas, do Ministério da Justiça e do Instituto Recupera Brasil.

O objetivo da publicação é tentar diminuir o número de empresas que fecham as portas no primeiro ano de vida, problema que atinge 27% dos novos empreendimentos no Brasil, segundo pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A cartilha traz dicas de planejamento, saúde financeira, crises e recuperação judicial.

Seis milhões de micro e pequenas empresas
A cartilha lembra que estudo do Sebrae mostra que o Brasil tem aproximadamente seis milhões de microempresas e empresas de pequeno porte e que, por este motivo, está no topo da lista de países mais empreendedores do mundo. "Este total de empresas corresponde a 97% de todas as empresas existentes no país, sendo apenas 3% do total formado por empresas médias e grandes", diz o documento.

Segundo a cartilha do governo, são as microempresas, e as empresas de pequeno porte, que movimentam a economia nacional, empregando cerca de 52% de todos os trabalhadores urbanos do país (aproximadamente 13 milhões de empregos com carteira assinada) e geram 20% do PIB brasileiro.

Organização
Segundo o guia de sobrevivência das micro e pequenas empresas lançado pelo governo, o sucesso de uma organização, de qualquer porte ou segmento, está condicionado à capacidade que ela tem de atender às necessidades dos clientes e, dessa forma, gerar resultados.

"Planejar é um processo que pessoas e organizações devem executar, de forma sistemática e contínua, e que possibilita definir: o que vai ser feito; com que finalidade vai ser feito; de que maneira vai ser feito; quem vai fazer; qual o prazo para ser feito; onde vai ser feito; quanto vai custar", informa o documento.

Após planejar, acrescenta o guia, deve-se partir para o desenvolvimento das ações, iniciando-se por capacitar as pessoas a executarem os processos (o que precisa ser feito), com base em um sistema de informações que possibilite o controle dos resultados obtidos e, se necessário, a correção de rumos, em um giro constante do ciclo PDCA (planejamento, desenvolvimento, controle e atuação).

Saúde financeira
O guia diz ainda que algumas ações simples podem ajudar na condução da empresa e gerar a chamada "saúde financeira". São elas: jamais misture os valores da empresa com seus valores pessoais; negocie as margens de desconto com seus clientes e fornecedores; mantenha um fluxo de caixa, mesmo que simples; administre bem os valores recebidos pela empresa, investindo em melhorias sempre que possível; e pague as dívidas em dia, evitando os juros.

A cartilha também traz dicas sobre contabilidade e sobre o plano especial de recuperação judicial a que estas empresas têm direito, e sobre a solução de conflitos por meio da Câmara de Mediação Especializada em Processos de Recuperação de Empresas.

 

Copie este endereço e acesse...:   http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2011/12/governo-lanca-guia-de-sobrevivencia-para-micro-e-pequenas-empresas.html

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=283722/12/2011
Voce precisa largar o osso!Em nossa ultima conversa falamos sobre a administração estrategica de custos.
Você dedicou tempo para refletir a respeito?


Em texto de Correa e Caon, fala-se muito na necessidade de atender plenamente as expectativas dos clientes, tanto quanto, garantir uma estrutura de custos adequada para praticar preços competitivos em relação ao mercado e garantir o lucro da empresa!

A questão e que para atender plenamente o cliente, investimentos se fazem necessario!  Consequentemente os custos são encarecidos!


Tr
ês questoes foram colocadas para sua resposta e reflexão.

Meu questionamento a voc
êComo você vê esse assunto e como o administra?


Falemos das questoes?

1) Como conciliar a necessidade aparentemente conflitante de se oferecerem produtos/serviços que atendam às expectativas dos clientes e, ao mesmo tempo, garantir que isso se faça dentro dos limites de custo definidos pela expectativa de lucratividade da organização?

Meu comentario:  Atender as expectativas dos clientes significa incorporar tecnologias atraves de inumeros e diferentes recursos, em especial, dos recursos materiais (equipamentos) e humanos (novos e melhores conhecimentos).
Com isso, se faz necessario saber associar essas tecnologias ao efeito produtividade, buscando obter melhores resultados com os mesmos recursos materiais e humanos, pois, tao somente assim, poder-se-a atender plenamente as expectativas do cliente e a sua expectativa como empresario.


2) Quais os principais direcionadores de custos? 

Meu comentario: Podemos citar algumas contas que impactam direta e significativamente nos custos de qualquer tipo de empresa:
custos com materiais aplicados (via de regra, na industria e na prestaçao de serviços)
custos com mão-de-obra utilizados (mediante baixa produtividade, muita mao-de-obra e requerida, com isso os custos se elevam
custos acessorios em virtude da baixa especialização que implicam na necessidade de contratação de recursos externos


3) Quais as armadilhas a evitar na gestão de custos?

Meu comentario: Em especial a falta de definição dos processos produtivos, onde os colaboradores cumprem suas tarefas de forma aleatoria, pela simples falta de treinamento e acompanhamento de seu trabalho.
Qualquer trabalho operacional, que envolve tudo!  Trabalhos administrativos, comerciais ou de produção em serviços ou na industria, quando realizada sem um criterio bem definido ou sem o devido acompanhamento representa a principal armadilha a ser identificada e gerenciada.


Eis mais um questionamento:   Você concorda?   Qual o seu ponto de vista a respeito?


Na maioria das vezes, com receio de "largar o osso", insistimos na busca de resultados positivos sem querer abrir mão daquilo que
é prejudicial aos resultados.

Algo como:

  • não abrir mão de uma carteira de clientes cujos produtos/serviços não sejam viaveis
  • negociar vendas com pequenas margens somente para vencer a concocorrencia e garantir a venda


Pense nisso!

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=280026/11/2011
Custos Contabeis VERSUS Custos Gerenciais

Cada vez mais estão se definindo novos mix de serviços, visando ganhar vantagens competitivas. Nessa visão, a administração estratégica de custos dos serviços tem sido um importante instrumento para suportar tais iniciativas, uma vez que permite a identificação precisa das atividades que compõem os serviços para posterior análise da relação valor-custo para o cliente.

 Correa e Caon afirmam que a maioria das empresas dispensa aos seus sistemas de custeio uma atenção voltada às demonstrações contábeis. Assim, ignora a importância do levantamento e análise dos custos como fonte de informações gerenciais importantíssimas para a tomada de decisões operacionais relativas à precificação, escolha entre terceirizar ou não a produção, determinação do mix de serviços a serem oferecidos e previsão de lucro face às variações nas vendas.

 Conforme Correa e Caon, para satisfazer as expectativas do cliente, ou seja, alcançar um desempenho ótimo, o primeiro objetivo implica impactos negativos relacionados à gestão de custos, tendo em vista a necessidade de melhoria em pontos necessários, exigindo a contratação de pessoal mais qualificado, portanto mais caro. Entretanto, há possibilidades de superação ou, ao menos, minimização desses impactos, pela aplicação de algumas ferramentas gerenciais.

 

Dessa forma, Correa e Caon formulam algumas perguntas para serem respondidas: 

1) Como conciliar a necessidade aparentemente conflitante de se oferecerem produtos ou serviços que atendam às expectativas dos clientes e, ao mesmo tempo, garantir que isso se faça dentro dos limites de custo definidos pela expectativa de lucratividade da organização?

2) Quais os principais direcionadores de custos?

3) Quais as armadilhas a evitar na gestão de custos?

 

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/financas?c=279823/11/2011
É hora de preparar também o seu planejamento pessoal de fim-de-ano! 

Veja dicas para organizar o orçamento no final do ano:

  • Se possível, use o 13º para quitar todas as suas dívidas e começar o ano sem pendências financeiras. Escolha primeiro as que cobram maiores taxas de juros.
  • Quem antecipa a compra de material escolar paga menos pelos itens da lista e ainda evita filas.
  • Faça uma lista com as pessoas que deseja presentear e separe os nomes por grupos: os mais próximos, família e amigos e conhecidos. Estipule um valor limite para cada um e tenha em mente que é impossível dar o “melhor” presente para todos. Uma saída adotada por muitas famílias grandes é fazer um amigo oculto. Assim todos recebem presentes e a lista pesa menos no bolso.
  • Não se deixe levar pela pressão social. Gastar fortunas com ceias sofisticadas, comprar aquela roupa de réveillon que você usará apenas uma vez – como aquele vestido prateado de paetês ou a bata masculina que o vendedor empurrou – e comprar presentes até para aquele parente que nem conhece são escolhas pouco recomendadas do ponto de vista financeiro.
  • Evite o parcelamento excessivo das compras. Chegar ao segundo semestre pagando despesas do natal do ano passado não é apenas desagradável, como também pode demonstrar que você perdeu o controle sobre o seu dinheiro.
  • Faça uma reserva para as contas do início do ano. Não se esqueça de que o ano novo traz uma série de compromissos financeiros que não podem ser adiados, como pagamentos de impostos e matrícula escolar.

 

Fonte: economia.ig.finanças

 

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