Empreendedorismo e PlanejamentoNeste blog os seguintes assuntos serão priorizados: Planejamento EstratégicoAbertura de EmpresasComportamento EmpreendedorPlano de NegóciosDiagnóstico Empresarialhttp://10.19.4.159:8080/blogs/blog/empreendedorismopt-brOs clientes podem ser a fonte das inovações que sua empresa precisa

Realizar uma oferta de valor a um grupo segmentado de clientes é a base para a criação de um negócio viável em qualquer segmento. Por esse motivo,  compreender as necessidades e desejos desse segmento é fundamental. Entretanto, inúmeras vezes essa é a tarefa mais difícil, vezes pelo custo e trabalho na realização de uma pesquisa de mercado, vezes quando constatamos que o cliente respondeu na pesquisa que quer uma coisa, mas na “hora da verdade” consome outra.

 

Uma solução eficaz para atender essa dificuldade é a “cocriação”. Uma tendência para os próximos anos já confirmada até por Kotler em seu último livro “Marketing 3.0” que a divide em três processos centrais: o primeiro deles é a “criação da plataforma”, um produto genérico que poderá ser customizado mais adiante, o segundo são as “acessos para a customização” para que cada cliente coloque suas modificações de acordo com suas necessidades e desejos singulares, e terceiro o feedback do consumidor de como a plataforma pode incorporar melhorias criadas por eles, mas que servirá para todos os demais. O exemplo clássico é a criação de softwares  com fonte aberta, possibilitando que o próprio cliente o desenvolva. Mas existem vários exemplos de negócios que adotaram essa prática com sucesso.

A “Camiseteria” é um exemplo evidente dessa prática. A empresa realiza através da internet frequentes concursos de estampas para camisetas, os mais votados pelo público recebem premios em produtos e dinheiro. Além disso, as estampas mais votadas vão para a linha de montagem e formam a nova coleção. Outro exemplo é a rede de lojas “Starbucks” que lançou o site “mystarbuckidea.com” com o objetivo de convidar os frequentadores a enviarem idéias que ajudem a inovação da loja, o resultado foi a implantação de mais de 50 idéias em 18 meses. A nova gigante mundial do mercado de franquias “Subway” conseguiu utilizar a cocriação para duas coisas: fazer o sanduiche da maneira como o cliente gosta e controlar a ansiedade da espera, já que você participa da criação do sanduiche e não percebe que está esperando o tempo de sua fabricação. Resultado: a Subway já tem mais pontos de venda nos Estados Unidos do que o símbolo americando das franquias Mc Donnald’s.

Concluindo fica a reflexão: como sua empresa pode inovar utilizando a experiência e a criatividade do cliente? Como permitir a participação do cliente na criação de sua própria solução?

Leandro Krug Batista

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=156325/08/2010
O óbvio pode ser a oportunidade de negócio

Achar tempo para ir às compras nem sempre é fácil, especialmente para quem trabalha o dia todo e, se não bastasse, ainda estuda à noite ou dá aulas, como esta que vos fala. Quando o objeto de consumo for o vestuário e o cliente a mulher, pior ainda, pois escolher,  experimentar e depois decidir entre as múltiplas opções e, por vezes, contar com pouco dinheiro, trata-se de algo realmente extenuante que requer horas de shopping center.

 

Esse foi o problema que a empresária paranaense Fabiane Post teve em mente quando criou a Boutique de Rua, cujo nome indica o conceito de empresa itinerante pensado pela empreendedora. Se o cliente não tem como ir às compras, as compras vão ao cliente, neste caso às clientes.

 

Com uma Van transformada em loja com araras, cabides, gavetas e prateleiras, além de provador, ela vai até as clientes, que podem estar no trabalho, no condomínio, num restaurante (aos fins de semana) ou na sua casa.

O negócio deu tão certo que o marido, antes reticente com a ideia, hoje é sócio. Além disso, os planos de expansão da empreendedora já estão em andamento, são duas franquias e muitas parcerias.

 

Pois é, a história da Fabiane me faz refletir sobre o quanto o futuro empreendedor quebra a cabeça pensando no que poderia abrir para ganhar dinheiro e,  na maioria das vezes, a oportunidade é tão óbvia que não se consegue vê-la.

 

Achei genial a ideia Fabiane Post! Certamente as mulheres agradecem.

 

twitter@roangonese

 

 

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=150820/08/2010
Boas estratégias podem ir para gaveta...Dias atrás, num evento em Porto Alegre,  que reuniu especialistas em estratégia empresarial de vários Estados brasileiros, discutimos exaustivamente sobre como preparar o empresário da pequena empresa para que ele desenvolva processos de gestão baseado em estratégias e indicadores.

 

O tema é desafiante, em especial, pelos seguintes comportamentos observados na maioria dos empresários de pequenas empresas:

 

  • Preferência por fazer a planejar;
  • Alta propensão de seguir sua intuição, seu “faro para os negócios”;
  • Certa aversão a seguir planos;
  • Autoconfiança baseada nos resultados do passado. Isso impede a visualização de mudanças no ambiente.

 

E, quando o planejamento estratégico ocorre, surge outro grande desafio: a execução.

 

A execução é a fase onde os recursos deverão ser mobilizados para fazer acontecer aquilo que foi pensado. Para isso, são necessários recursos, que para pequena empresa são ainda mais escassos. As pessoas, outro elemento importantíssimo para a implantação das estratégias, nem sempre estão disponíveis na quantidade e com o preparo exigido.

 

Na execução será necessário muita persistência e comprometimento do empresário com o futuro escolhido, do contrário os planos vão parar na gaveta. É aqui, também, que o empresário encontrará as justificativas para acreditar que planejamento não é útil, não vale a pena, pois fica lindo no papel, mas na hora de executar não dá em nada.

 

Uma pena! Pois sabemos que sem estratégias ou planos futuros bem formulados as empresas seguem sem rumo, sem saber onde querem chegar. E para navegar num mar de competição e de incertezas é imprescindível a precisão de uma bússola. Para a empresa o planejamento pode ser a bússola, nem sempre preciso (porque “a vida não é precisa”, diria Fernando Pessoa), mas seguro o suficiente para não deixar a empresa à deriva.

 

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=146213/08/2010
O empreendedor que voa.Na semana passada tive a satisfação de conhecer Ary Carlos Pradi, dono da SOL Paragliders. A história desse empreendedor de 44 anos é marcada pela busca de conhecimento, ousadia, paixão, visão, comprometimento e trabalho, muito trabalho.

 

Sempre atento ao seu desenvolvimento profissional, em meio ao curso de administração de empresas decidiu juntar as economias e ir para Alemanha fazer um intercâmbio universitário.

Ary já era piloto de asa delta e interessado em esportes desse tipo, ao chegar à Alemanha conheceu o paraglider. Como praticante de asa delta, olhou com certo preconceito para a nova asa, pois como era mais leve e mais fácil de pilotar do que a asa delta pareceu-lhe “coisa de menina”, diz ele. Logo esse preconceito se dissipou e decidiu investigar o negócio. Bateu na porta de 20 indústrias européias e só duas empresas o receberam, numa delas trabalhou de graça por três semanas com o propósito de aprender a fazer o produto.

 

De volta ao Brasil, sonhando ganhar dinheiro e ter tempo livre para voar, e com um plano na cabeça (nada surpreendente para um jovem de 24 anos): “Produzir e vender três paragliders  por mês e com isso tirar mil e quinhentos dólares de lucro”. Para tal projeto trabalharia uma semana por mês e voaria três. “Esse era o meu plano de negócio”, diz ele.

 

A trajetória de 18 anos de empresa o conduziu a um resultado muito diferente do seu plano inicial. Atualmente a SOL Paragliders é maior empresa das Américas, a 6ª maior empresa do mundo no setor, detém 5% do mercado mundial e 60% do mercado nacional de paragliders, tem 120 empregados diretos e é mais uma das empresas que fazem o progresso das cidades do interior do nosso país. Ela está instalada na cidade de Jaraguá do Sul, no Estado de Santa Catarina.

 

Ary, parabéns pelo seu sucesso e pelo belo exemplo de empreededorismo!

 

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=141804/08/2010
Dá para se diferenciar vendendo jornal?Domingo, para muitos, é dia de ler jornal. Alguns recebem o jornal de sua preferência em casa, outros vão comprá-lo na banca mais próxima, não é mesmo? No meu caso, nenhuma das opções é exatamente a verdadeira.

 

Compro jornal, adicionado de algumas revistas semanais de negócios, moda, história, entre outras, na banca São José, que fica pelo menos oito minutos de carro, da minha casa.

 

Outro dia, me fiz uma pergunta óbvia: por que faço isso, se, nas proximidades de onde moro, existem várias bancas de jornal?  

 

Bom, para começar, na Banca São José sempre encontro o jornal que quero, independente do horário que chego.  Isso é indispensável, mas não o suficiente.

 

A Banca São José oferece, além do jornal, todos os tipos de revistas e livros, dos infantis aos de negócios. Isso não é lá grande novidade, muitas outras bancas também oferecem esse mix de produtos.

 

Ah! Ela tem um ambiente diferente e amistoso - “Eles deixam a gente folhear as revistas sem cara feia”, dizia-me uma cliente.  Já reparei que os funcionários da banca orientam sobre os produtos, indicam onde encontrar determinados assuntos, quais os melhores, sinalizam qual publicação está imperdível. Enfim, entendem dos produtos que comercializam.

 

Os clientes, que sempre são muitos aos domingos pela manhã, conversam entusiasmadamente sobre assuntos que vão das reclamações sobre o clima de Curitiba à política ou à escola dos filhos, seja entre eles ou com o dono, gerente e funcionários.

 

Certamente, esse ambiente foi sendo construído com o tempo e os clientes chegando e permanecendo ao longo dos anos. Isso é relacionamento. É fidelização de clientes.

 

Portanto, meu caro leitor, não importa o negócio que você tenha ou pretenda iniciar, o importante é se diferenciar dos demais. E para isso, faça o óbvio como fez a Banca São José: tenha o produto na prateleira e conheça o que está vendendo, crie um clima de cordialidade e simpatia, de acordo com “o gosto do freguês”.

 

Twitter@roangonese

 

 

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=138623/07/2010
Vaidade: campo fértil de oportunidades de negócios 

 

Para quem busca idéias de negócio, aí está uma bela oportunidade: a vaidade das mulheres e homens brasileiros.

Tudo indica que o crescimento do setor de cosméticos decorre mesmo é da vaidade das mulheres brasileiras, elas estão entre as mais vaidosas do mundo. Como o segmento de produtos masculinos também vem ganhando espaço nas prateleiras, nota-se que os homens não deixam pra menos.

 

Não é novidade, ao longo da história sempre existiram padrões estéticos de beleza. Para os dias atuais, estudiosos da área afirmam que “a feiúra é, atualmente, uma das mais presentes formas de exclusão social feminina e, como tal, uma importante forma de agenciamento de subjetividade”.

Esse pensamento é confirmado por outras análises que consideram o superfascínio da aparência eternamente jovem uma tendência de toda a sociedade mundial. Pesquisadores brasileiros e estrangeiros constataram em suas pesquisas que há indícios dos efeitos da aparência física no salário dos indivíduos. Segundo estudo conduzido pelo prof. Sachsida e seus colaboradores é possível que pessoas com má aparência física recebam uma punição salarial, em especial as mulheres, pois “parece haver uma maior tolerância com a má aparência física do homem do que da mulher”.

Em estudo precursor sobre o impacto socioeconômico da beleza no Brasil,  Dra. Dweck da Universidade Federal Fluminense (UFF) afirma que esse caráter discriminatório da beleza iniciou-se na década de 1980, transformando-se numa variável econômica importante, impactando o mercado do setor de cosméticos.

Essas constatações, adicionadas à crescente inserção da mulher no mercado de trabalho, a longevidade da população associada ao medo de parecer velho, podem indicar possíveis explicações para o crescimento das vendas verificado no setor de cosméticos, ao longo dos últimos anos no Brasil e no mundo.

Veja o caso de uma “nanica” do setor que se tornou expressão nacional, acesse Contém 1g.

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=136518/07/2010
Empreendedorismo e adolescência combinam?A história empreendedora desse indiano que você lerá a seguir é realmente surpreendente e pode ser uma fonte de inspiração para o seu futuro.

 

O texto a seguir foi publicado originalmente no  blog “Saia do Lugar” http://www.saiadolugar.com.br/2009/11/27/entrevista-suhas-gopinath-sobre-empreendedorismo-jovem/

 

                                                                         

Aos 17 anos,  Suhas Gopinath foi reconhecido como “World’s Youngest CEO” por veículos como a BBC e Washington Times. Ao longo de sua carreira (ainda muito promissora) já foi reconhecido por várias escolas de negócios e empreendedorismo na Índia e no resto do mundo.

Suhas é indiano e mora em Bangalore. Atua como CEO e Presidente da Globals Inc., empresa que ele fundou aos 14 anos e que rapidamente cresceu internacionalmente e está presente em 11 países.

 Algumas outras honras que ele recebeu:

* 2007 – “Young Achiever Award” pelo Parlamento Europeu.
* 2008/2009 – um dos “Young Global Leaders” pelo Fórum Econômico Mundial.
* 2009 – faz parte do conselho de TIC do Banco Mundial.

1- Como você começou sua carreira como empreendedor?
Apesar de alguns contra-pesos, como ninguém da minha família ser envolvido em negócios e querer ser um veterinário quando estava na escola, acabei conhecendo a internet através do meu irmão mais velho num cyber café. Fiquei completamente fascinado pelo mundo da internet, mas eu tinha um problema, pois por volta de 1999-2000 uma hora de internet num cyber café custava 10 rúpias e minha mesada era de 25 rúpias.

Como o cyber café ficava fechado todos os dias entre 13 e 16h para almoço, enxerguei uma oportunidade e fiz um acordo com o dono da loja: eu cuidaria da loja durante essas horas para que seu faturamento aumentasse, mas em contrapartida não pagaria pelo uso da internet. Assim, passei grande parte das minhas horas aprendendo como construir websites e, depois de alguns meses, comecei a construir meu próprio portal, mirando oferecer suas habilidades de desenvolvimento web como um freelancer para pequenas e médias empresas dos EUA.

Foi muito difícil convencer empresas a comprarem meus serviços, já que todas queriam saber minhas qualificações acadêmicas e ficavam inseguras quando viam que era um garoto do colegial que queria ser seu freelancer para desenvolvimento web; foi aí quando meu espírito empreendedor deu uma guinada e decidi um dia abrir uma empresa que não recrutaria olhando para a parte acadêmica do candidato.

Quando uma empresa nos EUA me ofereceu uma bolsa de estudos para estudar lá e trabalhar para eles nos finais de semana, eu não aceitei. Sempre quis ser um empreendedor e foi quando, aos 14 anos, em 2000, abri a minha empresa.

2- Quais foram os desafios que você enfrentou como um empreendedor? Como você os superou?

Como falei, ser muito novo não ajudou muito no começo e na verdade até hoje atrapalha às vezes. Na última vez que fui convidado pra falar num seminário, não permitiram minha entrada já que pensaram que eu era um estudante, mas me apresentei pra eles como um dos palestrantes!

As competências são certamente um dos mais fortes critérios de escolha para um novo negócio, mas muitas vezes o que importa é quem é a pessoa que faz acontecer. Às vezes parceiros de negócios sentem-se inseguros vendo minha idade. Quando eu tinha 17 anos, uma das empresas parceiras não me autorizou a asssinar um contrato e exigiu um maior de 18 anos para isso. Além disso, é bem complicado lidar com agências governamentais na Índia sendo menor de idade e com uma família de classe média não inserida no mundo dos negócios.

3- Que hábitos você ainda mantém dos seus primeiros dias como um empreendedor?

Não gastar muito dinheiro e levar uma vida modesta! Eu ainda uso meu tempo livre como voluntário em organizações que ajudam animais. Na vida profissional, eu tento ao máximo garantir uma grande harmonia com meus colegas, e garantir que sou acessível a todos os funcionários.

4- Qual é a sua mensagem para jovens empreendedores que estão enfrentando dificuldades parecidas com as que você teve?

Eu peço fortemente que jovens optem pelo empreendedorismo, não só como uma forma de liberdade para inovação, como também uma forma de contribuir com o crescimento econômico de sua região e, principalmente, como uma forma de ser socialmente responsável oferecendo empregos a outros jovens.

Twitter@roangonese

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=132601/07/2010
Revitalizar: um bom negócio para empreendedores e para as cidades 

 

 

 

Revitalizar regiões históricas das grandes cidades ajuda a desenvolver o empreendedorismo. Foi o caso, por exemplo, da região central de Curitiba, mais especificamente na Praça Generoso Marques e na Rua Riachuelo. Antes um cenário de prostituição e outras ações que causavam temor, hoje local de visitação dos curitibanos mais chiques e atentos à arte.

 

Essa mudança está ocorrendo devido às iniciativas de instituições como o SEBRAE/PR, Prefeitura de Curitiba, Sistema Fecomércio-SESC-SENAC/PR e, é claro, dos comerciantes da região.

 

Para começar, a Prefeitura cedeu o prédio histórico do Paço Municipal para o SESC, que o restaurou e instalou ali o Paço da Liberdade - SESC Cultural - um centro de cultura, com apresentações artísticas e espaço para debates culturais.

 

Um estudo revelou a identidade da região e, com base nisso, um projeto de revitalização começou a ser empreendido. As características da cultura local são as bandeiras de desenvolvimento da área: RECICLAR, REINVENTAR e REENCANTAR.

 

A consultora do SEBRAE/PR, Walderes Bello, uma das responsáveis pelo projeto, declara que, desde o início do trabalho, em 2008, ficou evidente que a transformação aconteceria, seja no novo consumidor que identifica na região um local de descobertas culturais e de compras interessantes, seja na atração de novos negócios, que vieram ocupar espaços de serviços e produtos ainda não ofertados na região.

 

Tudo o que é bom, é fonte de inspiração para os outros. Aconteceu, inclusive, um movimento semelhante em outras áreas da vizinhança. Empresários e moradores, trabalhando de forma integrada, também se mobilizaram para revitalizar e recuperar seus locais de convívio.

 

Walderes Bello diz que “tudo isso faz parte de um grande movimento de preservação e resgate do passado e da ‘Cultura do RE’ que se instala nesse novo século”.

 

Para dar sustentação ao processo, os empresários e empregados foram capacitados para melhorar os seus empreendimentos, de modo a adequar-se ao novo público, que passou a fazer parte do cenário revitalizado.

 

Se não bastasse, agora uma parceria com a Tintas Coral está estimulando os empresários e donos dos prédios antigos da região a pintarem suas fachadas. Tudo vai ganhar mais cores e mais charme.

 

Com isso, a concorrência aumenta, mas os empresários não se preocupam. O importante é que mais clientes frequentam o local.

 

Esse é um belo modelo a ser seguido por outras cidades. Em época de eleições, quem sabe projetos como esses possam servir de inspiração aos candidatos.

 

twitter@roangonese

 

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=129121/06/2010
Onde estão as oportunidades de negócio? 

 

 

 

                   Foto: Tales Azzi

 

No domingo, o programa matinal de muitas pessoas é dar uma corridinha no parque e, na volta, a parada obrigatória é na banca para comprar algum jornal e revistas semanais. Programa que eu também faço. Num domingo desses, resolvi fazer diferente. Em vez de ir de carro até o parque, fui caminhar pelo bairro.

 

Foi uma experiência, pode-se dizer, empreendedora. Há muito tempo eu não caminhava pelas ruas da cidade. Quando dirigimos, em geral, não observamos as casas, as lojas e o comércio das ruas. Afinal, temos que nos concentrar na direção. Já quando caminhamos, estamos mais livres para olhar para os lados, observar as lojas, as vitrines e notar os detalhes escondidos para os olhos do motorista.

 

Ao caminhar pelas ruas do meu bairro e bairros vizinhos pude ver quantos negócios interessantes existem. É o chamado “comércio de rua”. Hoje em dia, em Curitiba, é pouco frequentado. A preferência são os shoppings centers, onde há, supostamente, mais segurança e mais diversidade num só lugar.

 

Pude constatar que já não precisava atravessar a cidade para levar os sapatos para consertar ou a calça para fazer a barra. Ou, naquela hora do aperto, da festa de aniversário de última hora, não precisava mais ir até o shopping para comprar o presente. Poderia comprá-lo pertinho de casa, naquela loja cuja vitrine mostrava coisas muito interessantes para presentear.

 

A meu ver, o comércio nos bairros deveria ser mais incentivado e divulgado, tanto pelo poder público quanto pelos próprios empresários. 

 

De quebra, dois benefícios adicionais viriam de brinde: redução da poluição e melhoria na saúde do “caminhante”.

 

Enfim, é mais lucro para os comerciantes do bairro e mais qualidade de vida para o morador.

 

Que tal dar uma caminhada pelo seu bairro? Certamente, você irá se deparar com detalhes que nunca tinha observado e quem sabe surgirão ideias de negócio para serem empreendidas.  Recomendo!

 

 

twitter@roangonese

 

 

 

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=126308/06/2010
Um Mentor de ValorAlguns aspectos são importantes num processo de mentorig, dentre eles podemos enumerar os seguintes:

1)  É do mentorado, ou seja, quem recebe a mentoria, a responsabilidade de identificar um mentor adequado para sua necessidade. Você pode ter vários mentores. Um para cada assunto, por exemplo.

2)  Um bom mentor é aquele que tem larga experiência no assunto. Ele já vivenciou situações   semelhantes.

3)  A disponibilidade para ouvir e conversar com você periodicamente é fundamental.

4)  Um mentor de valor é aquele que faz boas perguntas. As perguntas devem ser instigantes, aquelas que lhe farão pensar e ver de forma mais ampla as possibilidades de solução de problemas.

5)  Um mentor de valor é aquele em quem você confia. A discrição no uso das informações obtidas é essencial.

6)  Escolher um mentor que seja capaz de se comunicar assertivamente, ou seja, é direto e diz o que precisa ser dito, sem rodeios e com sinceridade.

7)  Um mentor de valor é aquela pessoa que lhe diz coisas que você gosta de ouvir, mas também é capaz de dizer aquelas coisas mais duras e não tão agradáveis de serem ouvidas.

É tão bom ser elogiado, ouvir palavras que nos colocam para “cima”, que nos incentivam e mostram que estamos no caminho certo, mas tão importantes quanto os elogios, são os apontamentos das nossas dificuldades.

 

Twitter@roangonese

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=124031/05/2010
Mentoring: uma ferramenta para o empreendedorQuem já não teve um mentor? O mentor é aquela pessoa, cuja experiência e trajetória são mais amplas e mais longas do que a sua. Ele já acertou, errou, teve sucessos e fracassos e aprendeu com eles. E, o mais importante, está disposto a ajudá-lo no seu percurso profissional. O mentor é uma espécie de padrinho.

Além disso, o mentor é uma pessoa em quem você se espelha, acredita e confia.

O processo que se estabelece entre o mentor e o seu “afilhado” denomina-se mentorig. É comum as grandes organizações utilizarem o mentoring na preparação de líderes e na inclusão de pessoas recém chegadas na cultura da organização, além de ser uma ferramenta importante na orientação de carreira para os mais jovens.

No nosso caso, eu perguntaria:

  • O mentoring seria, também, um processo eficaz para os empreendedores?
  • No que o mentorig poderia ajudar o empreendedor?
  • Quem poderia ser o mentor para um empreendedor?

Você poderia me ajudar responder essas questões, adicionando seu comentário aqui no blog. No próximo post, continuaremos com essa conversa.

 

twitter@roangonese

 

]]>
http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=119914/05/2010