Empreendedorismo e PlanejamentoNeste blog os seguintes assuntos serão priorizados: Planejamento EstratégicoAbertura de EmpresasComportamento EmpreendedorPlano de NegóciosDiagnóstico Empresarialhttp://10.19.4.159:8080/blogs/blog/empreendedorismopt-brEstá na moda fazer moda no Paraná

Você sabia que o vestuário é o segundo maior setor empregador no Paraná? E quando falamos de vestuário, incluímos roupas, acessórios, calçados, bolsas, dentre outros. A produção por aqui é bastante diversificada, apesar de haver três polos de especialização bem distintos.

Em Maringá e Cianorte, na região noroeste, a produção de moda jovem é uma expressão nacional. A região sudoeste destaca-se pela produção de moda masculina, em especial, as roupas de alfaiataria.

E na região oeste, na cidade de Terra Roxa, está se consolidando um polo de fabricação de roupa de infantil.  Sem contar Curitiba, onde estão várias grifes que vêm ganhando destaque nacional.

Buscando dar visibilidade para as empresas do setor e tornar o Paraná referência em moda, eventos como Paraná Business Collection, que está na sua quarta edição, vem sendo incentivados nos últimos anos.

Com tudo isso, nota-se que estamos falando de um setor promissor, onde muitas oportunidades de negócio estão surgindo, da fabricação ao design e à prestação de serviços.

Eu perguntei ao consultor Edvaldo Pires Corrêa, do Sebrae/PR, especialista do setor, qual é o “pulo do gato” para iniciar um negócio nessa área e se dar bem.

Na verdade, ele me disse que não há “pulo do gato”, ou seja, não há milagre e nem fórmula mágica, é preciso muito trabalho e conhecimento. Porém, relacionamos a seguir alguns fatores essenciais:

·         Conhecer e entender a dinâmica de funcionamento da cadeia produtiva, ou seja, como cada parte do processo se conecta: o fornecedor, o design, a fabricação, a distribuição, o varejo, o cliente;

·         Conhecer as tecnologias produtivas, do corte ao empacotamento;

·         Conhecer os diferentes canais de distribuição;

·         Conhecer as matérias-primas disponíveis;

·         Conhecer e saber reconhecer tendências de moda.

 

 

Embora tudo isso seja importantíssimo, o mais relevante é definir o segmento de mercado a ser atingido: o público-alvo.

 

Moda não é só roupa bonita. É também estilo de vida, comportamento e é um símbolo indicativo de qual grupo o indivíduo faz parte.  

 

Além disso, moda lida com produtos perecíveis. É preciso acertar na coleção. Caso contrário, a bela coleção torna-se um “mico” na mão e não poderá ser estocada para o ano seguinte.

Isso vale para quem fabrica e para quem vende. Portanto, se você pensa em entrar nesse setor: saber o que seu cliente deseja é fundamental.

No próximo post, falaremos sobre nichos de mercado para o setor de vestuário. Em especial, sobre uma empresa que fabrica produtos ambientalmente sustentáveis. 

Está curioso? Acompanhe-nos no próximo post.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=96126/02/2010
Tomar decisões: a chave para o sucesso do empreendedor

É muito interessante um dos artigos da seção Inteligência da Revista Época do mês de janeiro: Os erros que matam as empresas.  Na visão de dois empreendedores americanos, Luke Johnson e Jay Goltz, o que mata as empresas não são as turbulências financeiras do mercado, mas sim as decisões equivocadas dos empreendedores. 

Esses autores apontam alguns erros, comuns nas empresas americanas. Será que esses erros acontecem por aqui também?

  • Endividamento crônico: são aquelas dividas que não terminam nunca e que a empresa não tem capacidade de pagá-las. Possivelmente, isso tenha sido fruto de várias decisões equivocadas ao longo do tempo. Por exemplo, vender com prazos mais longos do que os oferecidos pelos fornecedores. Isso é nocivo para qualquer fluxo de caixa.

  • Sócios e empregados: já diz o ditado popular que "antes só do que mal acompanhado". Ter sócios que não contribuem ou empregados ineficazes e descomprometidos é tragédia na certa.

  • Escolha do contador: esse é um profissional que deve fazer mais do que registros em livros. Ele deve assessorar o empresário nas análises e decisões estratégicas do negócio. Por isso, escolher bem o seu contador é uma tarefa fundamental. 

  • Dependência excessiva: é muito confortável começar um negócio com um cliente certo. Isso é muito comum nos casos em que os empregados são convidados a desligarem-se da empresa para abrirem um negócio próprio e serem prestadores de serviços para as empresas que os demitiram. Pode ser uma ótima opção, mas não deve estender-se por muito tempo. O empreendedor deve buscar outros clientes. Se você for o fornecedor, também, não se acomode, crie diferenciais, inove. Assim seu cliente terá dificuldade para encontrar um substituto. 

  • Serviços de Tecnologia da Informação: tenha sistemas compatíveis com a sua estrutura e o seu bolso. Procure profissionais de confiança e que possam assessorá-lo na solução mais adequada para o seu tamanho. 

  • Competir por preços: nem sempre essa é uma boa opção. O cliente adora, mas para o negócio pode ser o início de uma morte lenta. Procure oferecer outros diferenciais para o seu cliente.  

  • Ser antipático: sabe aquelas lojas que não trocam produtos aos sábados? Pois é... para a empresa, pode ser uma estratégia de facilitação do seu trabalho, mas para o cliente, é um horror.  

  • Falta de inovação: o mundo dos negócios gira cada vez mais rápido e o cliente quer ser surpreendido a cada contato, seja com produtos novos, seja com processos mais eficazes de atendimento e relacionamento. Por outro lado, os processos internos precisam ser monitorados e atualizados de modo a garantir maior eficiência, ou seja, fazer mais com menos e cada vez melhor.

Para os autores americanos, essas coisas acontecem por lá, no mundo desenvolvido. E aqui? Será que essas armadilhas também podem levar a empresa à bancarrota?

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=91202/02/2010
Explorar um hobby pode ser um bom negócio 

Dias atrás, tive a agradável surpresa de reencontrar um cliente do EMPRETEC, Edmilson Padilha. Esse empreendedor é protagonista de uma daquelas trajetórias, pelas quais já vimos vários empresários de sucesso percorrerem.

Com 18 anos, ainda estudante do Centro Federal de Ensino Tecnológico do Paraná (antigo CEFET, hoje UTFPR), e já praticante de montanhismo, começou a fazer os próprios equipamentos para a prática do seu esporte. Os amigos começaram a encomendar os produtos e o negócio informal foi tomando corpo e se transformou na Conquista Montanhismo

Hoje, depois de 20 anos, a empresa emprega cerca de 50 pessoas, além dos trabalhadores envolvidos na fabricação dos seus produtos nas empresas terceirizadas.

Ed, como é conhecido no meio do montanhismo, tem muito para nos ensinar com sua história empreendedora:

1)    Estabelecer metas é importante para o empreendedor – Quando fez o EMPRETEC, ele estabeleceu uma meta ousada para época, hoje já alcançada: ser o líder de mercado em pelo menos um dos produtos do seu mix. Hoje, ele é líder no mercado nacional de cadeirinhas para escalada;

2)    Aperfeiçoamento constante é crucial para se manter na vanguarda – Após o EMPRETEC, Ed fez vários outros cursos e também se graduou em Administração de Empresas;

3)    Aprimorar os processos de gestão é questão de vida ou morte para o negócio – Ele implantou a ISO 9000, informatizou e interligou todos os processos internos, desde a criação e produção ao financeiro;

4)    Não basta conquistar novos clientes, é preciso mantê-los. Ed faz visitas periódicas aos seus clientes, não para vender, mas para manter o relacionamento, conhecer as lojas, obter informações sobre produtos e sobre os gostos dos clientes finais. Nessa atividade é onde ele gasta a maior parte do seu tempo;

5)    Conhecer o seu negócio é o diferencial – A Indústria do Montanhismo, como é chamado esse setor, é um negócio altamente especializado. Portanto, participar e conhecer os esportistas da modalidade, os produtos, dentre outros aspectos, é fundamental;

6)    Tratar bem os empregados é condição para manter a qualidade – Ele atribui a baixa taxa de tournover da empresa à forma como ele trata os empregados e a possibilidade de crescimento dentro da empresa. Um auxiliar de produção pode se tornar chefe de setor ou até gerente da área. Foi o caso da atual gerente de desenvolvimento de produtos, que, após buscar especializações, tornou-se a pessoa-chave na criação de produtos da empresa.

Costumamos dizer que a empresa é a cara do dono. A Conquista Montanhismo é a cara do Ed. Arrojada, inovadora e de olho no alto e no futuro, a empresa se prepara para entrar num novo segmento.

Parabéns EMPRETECO!!!

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=88922/01/2010
Zilda Arns: uma empreendedora socialEla não nasceu em Curitiba, mas todos nós a consideramos paranaense. Paira uma tristeza no coração dos curitibanos e paranaenses e de todos os que conheciam e acompanhavam o seu trabalho. 

E o mais incrível é que, com a sua morte, os que ainda não conheciam o seu trabalho passaram a conhecê-lo e dizem, com certo constrangimento causado pela desinformação: “Nossa, ela criou tudo isso!”

Para mim, Zilda Arns é um exemplo brasileiro de empreendedorismo social. Ela revolucionou o sistema de atendimento às crianças carentes, criando mecanismos inovadores, tanto do ponto de vista ferramental quanto organizacional.

Ela foi uma inovadora social, como disse hoje Gilberto Dimenstein, na rádio CBN.  Dentre as tecnologias inovadoras criadas por Zilda Arns, destaco:

  • Programa de alimentação alternativa – baseado no aproveitamento de folha e raízes que, em geral, vão para o lixo. Isso foi decisivo na melhoria da nutrição das crianças carentes e na redução da mortalidade infantil, rigorosamente mensurada pela Pastoral da Criança.
  • Rede de voluntariado formada por pessoas das próprias comunidades que, num sistema altamente organizado, a divisão do atendimento era feito por quadras, orientando as famílias e acompanhando as crianças.

A criação dessa rede de voluntariado motivou Ministério da Saúde a criar um sistema semelhante: o Programa de Agentes Comunitários (PACS).

Zilda Arns, certamente, é um exemplo de empreendedorismo, mas também de liderança. Ela foi uma daquelas lideranças que nos fazem refletir sobre o quanto precisamos de mais líderes que lutem por uma causa.

Ela mobilizou pessoas, recursos, governos e a sociedade nacional e internacional por uma causa, em prol da comunidade, e morreu por isso, em mais uma ação de disseminação da sua causa.

Como disseram Kouses e Posner, dois estudiosos da liderança: “Liderança é a arte de mobilizar os outros para que eles queiram lutar por aspirações compartilhadas”.

Dados do trabalho liderado por Zilda Arns (fonte: Pastoral da Criança)

- Número de Famílias Acompanhadas: 1.256.079
- Número de Crianças Acompanhadas:  1.598.804
- Número de Gestantes Acompanhadas:  84.617
- Número de Municípios com Pastoral da Criança:  4.000
- Número de Comunidades Acompanhadas:  41.176
- Número de Voluntários:  238.275

A Pastoral da Criança marca presença em 20 países: Brasil, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Timor Leste, Argentina, Paraguai, Honduras, México, Venezuela, Bolívia, Uruguai, Peru, Panamá, República Dominicana, Colômbia, Guatemala, Filipinas, Guiné e Haiti.

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=86314/01/2010
Férias: Tempo para observar as boas estratégias das empresasNada melhor do que sombra e água fresca para esvaziar a cabeça dos velhos e persistentes problemas e abrir espaço para as possibilidades, soluções, novas ideias e projetos. 

Após alguns dias de férias passados no interior do Estado do Paraná, sem perder de vista a dinâmica dos negócios, sobretudo nas pequenas lojas de produtos de consumo (roupas, eletrodomésticos, cosméticos etc), observei práticas valiosas que podem ser inspiradoras para nossos leitores.

1)    Atendimento ao cliente – Que coisa boa poder levar as roupas e calçados para experimentar em casa. Melhor ainda se não for preciso ir à loja e os produtos, selecionados para agradar aquele cliente em especial, forem entregues em casa. Isso é prática comum do comércio em uma pequena cidade, nem sempre tão valorizada, é claro. Numa cidade grande isso seria maravilhoso. Imagine não precisar enfrentar um trânsito de horas para fazer as comprinhas. Isso, certamente, é o sonho de muitos consumidores.

 

2)    A importância da fachada do ponto comercial – Numa cidade em que não se conhece os restaurantes, por exemplo, como escolher um deles para um jantar? Por que dá vontade de entrar em alguns e não em outros? A fachada faz toda a diferença; atrai ou afasta os novos clientes. Foi incrível observar esse fenômeno numa pequena cidade Argentina na fronteira com o Brasil.

 

3)    É o olho do dono que engorda o gado, diz o ditado popular – nas lojas que visitei a dona (sim, eram todas mulheres) sempre estava presente, prestigiando os clientes, criando e mantendo o relacionamento. É muito legal ser atendido por quem decide.

 

4)    Hora de pagar – Na hora de fechar a compra é tudo muito ágil. Como é o próprio dono que está no caixa, tudo fica fácil, ele já diz quanto poderá dar de desconto e em quantas vezes poderá parcelar etc. Simples e rápido. Tudo o que o cliente quer quando vai a uma grande loja ou ao shopping center.

 

5)    Pacote de presente – papel ou sacolinha para o presente com nome da loja, nem pensar. Os presentes saem da loja embrulhados em papel de presente com direito a fitas e laços, prontos para serem entregues. Com certeza isso gera custo adicional para o lojista, mas para o cliente é uma maravilha não precisar ter esse trabalho em casa.

Afinal não é tão difícil criar estratégias para conquistar e manter clientes, é só dar a eles algo que seja valioso e que os façam sentirem-se importante. Assim eles voltarão e ainda indicarão a loja para os conhecidos. Quer propaganda melhor que essa?

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=84305/01/2010
Férias de verão também são oportunidades de negóciosÉ comum o surgimento de negócio de temporada de verão, seja nas praias ou nas cidades. Enquanto a maioria de nós vai à praia para curtir o mar, o sol e descansar, outros vão para explorar alguma oportunidade de verão.

Observamos que, em geral, os que encaram esse desafio são os jovens em busca de lazer e algum dinheiro extra.

Eu diria que essa pode ser uma boa forma de experimentar a vida de empreendedor. Um negócio com tempo certo para terminar permite ao novo empreendedor exercitar todas as fases de um empreendimento num curto período de tempo. E melhor, não dá tempo para desistir.

Algumas dicas para quem pensa nessa possibilidade:

·         Identificar uma idéia de negócio que abranja um grande número de potenciais clientes.

·         Pesquisar os melhores locais para instalar o negócio.

·         Descobrir que tipo de público freqüenta o local: turistas estrangeiros ou brasileiros; de onde eles vêm; se são pessoas que têm casa própria na praia, se hospedam em hotéis ou alugam casas; são grupos de amigos ou famílias etc.

·         Investigar como funciona o negócio, conversando com empreendedores que já tiveram negócios no mesmo segmento e local ou em locais semelhantes;

·         Verificar quais são os procedimentos legais para instalação do negócio;

·         Definir que tipo de pessoas você precisará para lhe ajudar. Saber o que quer é o primeiro passo para fazer boa seleção de funcionários.

·         Verificar quais as exigências trabalhistas no caso de contratar pessoas para lhe ajudar;

·         Fazer previsões de quanto poderá vender.

·         Relacionar os seus custos operacionais, como: aluguel, empregados, despesas gerais, telefone, luz, despesas da sua estadia no local.

·         Identificar os fornecedores dos produtos que irá comercializar ou fabricar. É prudente ter mais de um fornecedor, pois nessa época a demanda cresce e você poderá ficar na mão.

·         Refletir sobre o quanto está disposto a trabalhar duro. Serão 2 ou 3 meses de muita transpiração, literalmente.  


E quem sabe depois de tudo isso, você possa tirar suas boas e merecidas férias, mesmo que sejam de

inverno!


Boa sorte!

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=80429/12/2009
Fim de ano, hora de fazer o balanço geral...Outro dia eu li um comentário de um amigo, em 140 letras no twitter, que revela o pensamento de muitos de nós quando o fim de ano se aproxima. Ele dizia mais o menos o seguinte: Por que nos emocionamos quando ouvimos aquela musiquinha de natal nas lojas e nos shoppings centers?

Que tal refletirmos um pouco sobre os motivos que nos emocionam nesta época natalina?

A meu ver o que nos emociona não é a tal musiquinha em si, mas os acontecimentos protagonizados ou vividos por nós e o seu significado. Damos-nos conta que mais um ano se foi, é passado. E a constatação de que o passado inclui as coisas que fizemos e, também, as que deixamos de fazer, pode ser motivo de lágrimas; de alegria ou de tristeza.

O legal é poder relacionar tudo o que foi feito e avaliar o grau de satisfação obtido em cada passo percorrido ao longo do ano.

As questões abaixo podem ser didáticas para esse exercício.

·         Analisar o aprendizado adquirido com os trabalhos e experiências vivenciadas durante o ano pode orientar os planos futuros.

·         Rememorar os sucessos, sem deixar de lado aqueles pequenos sucessos, é estímulo para assumir novos desafios.

·         Trazer à memória os fracassos e, em especial, analisar os motivos que conduziram a eles, certamente, será fonte de informação e aprendizado para o futuro.

·         Avaliar se as metas estabelecidas foram alcançadas pode ser motivo para comemoração ou para revisão dos planos.

·         Lembrar que das inúmeras alternativas possíveis, algumas foram escolhidas e outras descartadas, por livre escolha, é assumir as rédeas da própria vida.

·         Contabilizar as vitórias pessoais. Podem ser as conquistas obtidas por um filho, pelo parceiro ou por um amigo. Lembrar da alegria compartilhada com essas pessoas é motivo de constatação de que a vida não é só trabalho. É amizade, é família, é espiritualidade, é lazer, é amor!

·         Dar-se conta de que a vida é um mar de possibilidades e que depende de cada um fazer as suas escolhas, é uma enorme responsabilidade consigo próprio.

·         ...

 

Como esta é uma reflexão compartilhada, tenho certeza de que há muitas outras questões a serem incluídas por você.  Mande seu comentário!

 

Quais as razões da sua emoção neste fim de ano?

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=79617/12/2009
Quem não tem cão, caça com gato!Ao acompanhar as estratégias de marketing das grandes empresas verificamos que, invariavelmente,  são calcadas em profundas pesquisas de mercado, usando diversas técnicas, tais como: entrevistas, questionários, grupos focais e até mesmo a convivência dos pesquisadores nas residências do público-alvo da pesquisa. Tudo isso é excelente, porém é preciso muito dinheiro para realizar tais estudos. Mas... quem não tem cão, caça com gato, diz o ditado popular.

Foi o que fez Joice Roncaglio, empresária da cidade de Foz do Iguaçu, ganhadora do Prêmio Mulher de Negócios, uma iniciativa do SEBRAE, Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres (SPM), Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil (BPW) e Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

Quando iniciou a sua pequena padaria, há 15 anos, Joice escolheu o lugar que lhe pareceu mais conveniente dado os seus recursos e o pouco conhecimento que tinha sobre negócios.

A padaria já ia bem, porém ela notou que a maioria dos clientes chegava de carro para comprar pão, fato nada comum numa cidade pequena. Isso a deixou inquieta. Ela começou a se perguntar: "O que acontece com essas pessoas, será que não gostam de caminhar, têm preguiça, ou...?". Com essa pergunta na cabeça, ela partiu para uma inusitada pesquisa de mercado. 

Colocou a filha, de 9 anos,  na porta da padaria com papel e caneta e uma pergunta a ser feita a cada cliente que chegava na loja: Onde você mora?

Para surpresa da empreendedora, grande parte dos clientes vinha de bairros vizinhos.

Decisão: mudar de endereço para ficar próxima dos seus clientes.

Essa mudança foi crucial para impulsionar o crescimento do seu negócio. Hoje, a confeitaria tem 80 empregados e duas lojas e ocupa o status da melhor confeitaria da cidade.

E Joice continua cheia de ideias, criatividade e empenho para buscar novos conhecimentos e driblar a falta de recursos, tão peculiar numa pequena empresa. 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=78014/12/2009
Empreendedor nasce ou se desenvolve?Quando pensamos em empreendedores e porque alguns têm mais propensão a se tornar empreendedores e outros não, surge uma indagação: O empreendedor nasce ou se desenvolve?

Para embasar essa discussão podemos buscar alguns argumentos na teoria. Há estudiosos renomados na área, como o economista austríaco Joseph Schumpeter, que dizia que ser empreendedor é uma condição que já vem com a pessoa, ou seja, o empreendedor nasce assim. Além disso, para Schumpeter, uma pessoa “está” empreendedora quando inova e propõe transformações em produtos, processos, empresas ou sistemas econômicos. Fora disso, ela é ocupa o papel de administrador.

Já outros pesquisadores como David McClelland, precursor dos estudos de empreendedorismo na área da psicologia, com o mapeamento das competências comportamentais do empreendedor,  afirma que o empreendedor pode ser desenvolvido.

Nos dias atuais essa discussão, apesar de ser curiosa e suscitar controvérsias, não se mostra produtiva, pois o que se quer são mais pessoas empreendedoras, mais pessoas com atitudes voltadas para a ação e para resultados concretos, tanto dentro das organizações como por conta própria.

É fácil observar que as pessoas focadas em resultados são as mobilizadoras de recursos, por vezes escassos, e também são as que estimulam os outros em prol de objetivos.

E, certamente, o mundo econômico, social e político precisa de pessoas assim para tornar-se melhor, mais justo e sustentável.

Porém, para isso, é necessário,  além do espírito empreendedor, uma boa dose de espírito cooperativo e humanitário.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=77210/12/2009
Para quem procura boas ideias de negócio...O projeto para criar e oferecer aos clientes ideias de negócio pré-analisadas iniciou em 2006 e já reúne cerca de 300 ideias de negócio. São pesquisadas e elaboradas oito novas ideias de negócio por mês e disponibilizadas para acesso livre no site do SEBRAE.

Não são simplesmente ideias de negócio, mas planos de negócio completos, contendo informações específicas para cada ramo, tais como:

  • Dinâmica de funcionamento do ramo de atividade;
  • Estrutura e equipamentos necessários para o negócio funcionar;
  • Aspectos fiscais e tributários, além das exigências legais especifica e normas técnicas;
  • Mercados consumidor, fornecedor, concorrente;
  • Pessoal e estrutura tecnológica necessária;
  • Investimentos e custos;
  • Análises da viabilidade econômica e financeira do negócio;
  • Características pessoais específicas do empreendedor para o ramo de atividade escolhido;
  • Etc.

 
Vale a pena conferir!

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=76307/12/2009
Fórum de Marketing Curitiba 2009Na verdade,  os temas apresentados no evento permearam diversos assuntos muito além do marketing propriamente dito. Assinalo abaixo alguns pontos.

Para Rudolph Giuliani carecemos de ideias próprias, de criatividade e de pensamento crítico. Ao invés disso há uma mentalidade de rebanho, de homogeneidade, onde impera o mimetismo, ou seja, a tendência é seguir o pensamento da maioria, sem análise e sem reflexão.

Com uma análise prática da realidade, Mr. Giuliani enfatizou a “teoria da janela quebrada”, referindo-se a necessidade de resolver os pequenos problemas, tanto quanto se lida com os grandes problemas. A dica é: se a vidraça está com um dos vidros quebrados, conserte-o imediatamente, pois do contrário, outros vidros poderão quebrar-se e o pequeno problema poderá se transformar num problemão.

Você já viu alguém tropeçar em pedra grande? É raro... por isso cuidado com as pedras pequenas!

Já Fernando Henrique,  aplaudido de pé, na entrada e na saída de sua palestra, enfatizou a coragem e a determinação como ingredientes essenciais para o líder. Coragem de muitas vezes ficar sozinho e determinação para não esmorecer diante das adversidades, da oposição e do tempo. Utilizando exemplos de grandes líderes como Winston Churchill   e Roosevelt, lembrou que o líder alcança o reconhecimento quando se sintoniza com os sentimentos e com as necessidades (emocionais) dos liderados.

Por fim, ressaltou que o reconhecimento não é perene, ele é fruto de uma ação específica e que para continuar obtendo reconhecimento, novas ações deverão ser empreendidas.

Do mesmo modo a confiança, uma vez conquistada, ela não é para sempre, é preciso cultivá-la, regá-la diariamente em cada palavra, cada ato, cada relacionamento.

Parabéns à Universidade Positivo pelo evento!

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/empreendedorismo?c=75801/12/2009