Empreendedorismo e PlanejamentoNeste blog os seguintes assuntos serão priorizados: Planejamento EstratégicoAbertura de EmpresasComportamento EmpreendedorPlano de NegóciosDiagnóstico Empresarialhttp://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/blog/empreendedorismopt-brResiliência: uma aliada dos empreendedores de sucesso.

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Vai um cafezinho aí? ..

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Como inovar fazendo pipoca.

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Como encurtar o caminho para o sucesso nos negócios? .

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O que buscam os investidores?..

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O empreendedor global: o que aprender com os Estados Unidos?.

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Você é um empreendedor? Hoje, eu tomo a liberdade de inserir um  teste desenvolvido pelo professor  Daniel Isenberg, da Harvard e do Babson College. Esse teste foi publicado no blog da HBR, onde você pode ter acesso a ele, na versão original. Basta acessar o blog.  

O texto abaixo é uma tradução livre que fiz, incluindo interpretações e modificações que tornassem o conteúdo mais apropriado para nossa realidade.

Segundo o autor, atualmente, muitas pessoas estão se tornando empreendedoras. Muitas delas vemos todos os dias nas capas dos jornais e na WEB. Até o presidente Obama está falando sobre empreendedorismo e, aqui no Brasil, é comum ouvirmos governantes também incluírem esse assunto em seus discursos.

Então, você também  gostaria de ser um empreendedor? Você gostaria de se juntar a milhões de pessoas que conseguem dar o salto e começar a sua própria empresa?

Segundo o professor Daniel Isenberg, existem características pessoais que indicam o potencial empreendedor da pessoa. O que impulsiona as pessoas a criarem seus próprios negócios é um forte motivo interno.

Com o objetivo de ajudar as pessoas a refletirem sobre o seu potencial empreendedor e os seus motivos internos, o professor desenvolveu um breve teste.

São 20 questões, que você deve responder, simplesmente, sim ou não.  Seja honesto com você mesmo! E lembre-se que a pior mentira é aquela que você conta sobre e para você mesmo.

1)     Eu não gosto que pessoas menos capacitadas do que eu me digam o que devo fazer.

2)     Eu gosto de me desafiar.

3)     Eu gosto de vencer.

4)     Eu gosto de ser meu próprio patrão.

5)     Eu sempre procuro novas e melhores formas de fazer as coisas.

6)     Eu gosto de questionar as normas e as maneiras convencionais de fazer as coisas.

7)     Eu gosto de me apoiar ou buscar pessoas para conseguir atingir meus resultados ou objetivos.

8)     As pessoas se entusiasmam com minhas ideias.

9)     Eu raramente me sinto satisfeito ou acomodado.

 10)  Eu não consigo ficar parado.

11)  Eu usualmente consigo me virar para encontrar saídas para as situações difíceis.

12)  Eu prefiro falhar nas minhas próprias iniciativas/negócios/projetos do que ser bem-sucedido trabalhando nas iniciativas/negócios/projetos dos outros.

13)  Qualquer que seja o problema/situação difícil, eu estou pronto para resolver.

14)  Eu penso que “cachorro velho” pode aprender e até inventar novas brincadeiras (ou seja, qualquer um, independente da idade pode aprender novos conhecimentos e ter novas atitudes e comportamentos).

15)  Pessoas da minha família têm seus próprios negócios.

16)  Eu tenho amigos que tocam seus próprios negócios.

17)  Quando adolescente eu trabalhava, mesmo estudando, em períodos alternativos ou nas férias.

18)  Eu me sinto muito entusiasmado vendendo coisas.

19)  Eu sou muito motivado para realizar coisas, alcançar resultados.

20)  Eu poderia escrever um teste melhor do que este (e aqui está a sua chance...)

 

Se você respondeu sim em 17 questões ou mais, está na hora de reavaliar o seu contra-cheque (se ainda tem um). Se a empresa que emitiu o contra-cheque não é sua, é hora de você fazer uma reflexão, respondendo a algumas perguntas:

 

Você tem contas para pagar? Crianças na escola? Tem que pagar pensão? Não está a fim de trabalhar tanto? Se as respostas a essas questões forem afirmativas, talvez, seja melhor esperar um pouco mais para dar uma virada.

 

Você tem um dinheiro reservado no banco e crédito? Seu  marido ou esposa, parceiros, amigos, ou filhos torcem por você? Se as suas respostas foram afirmativas, comece a pensar sobre que tipo de empresa você gostaria de criar.

 

Não importa a idade que você tenha. Pesquisas realizadas pela Kauffman Foudation mostram que mais e mais pessoas acima dos 50, nos Estados Unidos e aqui no Brasil, também, iniciam seus próprios negócios.

 

Converse com pessoas que já deram esse salto, aprenda como planejar, fazer e entregar os produtos e serviços. Pense sobre que  negócio você pode iniciar ou adquirir, fale com pessoas que poderiam ser suas sócias ou trabalhar com você, e converse, também,  com os seus futuros clientes.

 

O professor Daniel Isenberg propõe ainda algumas análises adicionais. Vejam só.

 

“Eu gosto de assumir riscos” não está na lista. Pessoas não escolhem ser empreendedoras pela opção de ser um corredor de riscos. O que eles fazem é reavaliar o salário x ser empreendedor como duas formas diferentes de risco. Listar as coisas que você não gosta sobre manter um emprego fixo, tais como: o risco do tédio, trabalhar com um chefe ruim, a falta de autonomia, a falta de controle sobre o próprio destino, e a possibilidade de ser demitido. Listar, também, as coisas que você teme sobre ser um empreendedor: possibilidade de fracassar, incerteza financeira, constrangimento ou vergonha de se dar mal, e perder o investimento.

 

E, por fim, pessoas propensas a ser empreendedoras acreditam que suas próprias habilidades (liderança, organização de recursos, garra e trabalho duro etc.) ou seus bens (dinheiro, propriedade intelectual, informações, acesso aos consumidores) vão lhe ajudar a mitigar os riscos inerentes à atividade empreendedora. Risco, em última análise, é uma questão pessoal: o que é risco para mim pode não ser para você.

 

“Eu quero ficar rico” também não está na lista das 20 perguntas. Em geral,  pessoas que iniciam seu próprio negócio não ganham mais dinheiro, embora algumas delas alcançam “a sorte grande”, enriquecem rapidamente e tonam-se empreendedores de sucesso. Mas os benefícios “psicológicos”, como os desafios, autonomia, reconhecimento, empolgação e criatividade fazem valer a pena.

 

 

 

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/empreendedorismo?c=250304/08/2011
Faça do "mundo" a melhor escolaNão é de hoje que as fronteiras entre os países estão se tornando cada vez mais permeáveis, especialmente na área do conhecimento. É comum estudantes e profissionais buscarem as melhores escolas, não importa onde estejam.

Há algum tempo atrás, assisti a uma aula numa importante universidade norte-americana, a Babson School of Business. Fiquei impressionada com a diversidade cultural dos alunos em sala de aula. Eram indianos, chineses, japoneses, europeus de vários países e poucos americanos.

O programa de MBA daquela universidade foi eleito pelo 18º ano consecutivo o número 1 em empreendedorismo dos Estados Unidos.

Recentemente, o diretor da Escola de Negócios da Harvard (mais famosa e melhor universidade de negócios do mundo) anunciou que virá ao Brasil. Qual o interesse de tão proeminente escola no nosso País? Certamente, será fazer negócios, para buscar os melhores alunos. Sim, eles querem os melhores alunos, porque sabem que são os melhores alunos que fazem a melhor escola. Mas não é só isso. O Brasil, também, oferece muitos casos de sucesso no mundo dos negócios, que são foco de estudo em Harvard.

E, vejam só, a escola de negócios de Harvard também está interessada no empreendedorismo, ela está inaugurando (nos Estados Unidos, evidentemente) uma incubadora, que reunirá professores, pesquisadores e alunos para desenvolver empresas inovadoras. É a Harvard Innovation (HI). Até a Harvard, conhecida por promover análises de casos de grandes empresas, está se curvando à importância das pequenas empresas inovadoras.

Mas, voltando ao tema inicial, penso que o “mundo” é uma boa escola para identificar oportunidades, obter informações e conhecimentos para se tornar um empreendedor de sucesso.

Por isso, sempre que possível, viaje, conheça lugares, observe a dinâmica dos negócios onde você esteja. Estude e conviva com pessoas diferentes de você! Não importa que seja em outra cidade, estado ou país. Isso tudo expandirá a sua forma de ver o mundo e os seus horizontes se alargarão, e muito!

 

 

 

 

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/empreendedorismo?c=248726/07/2011
Plano de negócio é a solução para o sucesso empreendedor?Definitivamente, não. Mas, é um bom começo.

Já vi empreendedores terem sucesso porque montaram bons planos de negócios, que serviram de guia para tomada de decisões sobre novos empreendimentos. Mas, também, outros, que tiveram sucesso sem nunca ter feito algum.

É o caso dos empreendedores apresentados no livro Startup Brasil, de Pedro Mello. Dos 11 empresários brasileiros bem-sucedidos, nenhum deles, pelo menos, no início de suas atividades, formulou um plano de negócio no papel. Apesar de mais tarde, quando as empresas já estavam em operação, terem se curvado à necessidade de estruturem bons planos e estratégias para seus negócios.

O que é um plano de negócios? De acordo com o SEBRAE, o Plano de Negócios “é uma metodologia de planejamento e ordenação de cada um de seus sonhos e ideias, visando torná-los realidade de uma maneira rentável”.

Simplificando: no Plano de Negócios, o empreendedor poderá registrar, de forma organizada, todas as informações sobre o seu futuro negócio.

Aí está a palavra-chave: informação. Sem informações consistentes, verdadeiras, precisas e suficientes não será possível elaborar um bom plano de negócios.

Um plano de negócios deve conter as informações sobre o mercado que se pretende atuar, as intenções do empreendedor, seus sonhos e suas metas. Além disso, deve conter, também, as estratégias para iniciar o negócio: o que será feito para divulgar o produto, serviço ou a empresa; como funcionará a empresa, quanto dinheiro será necessário para “tocar” a empresa; quanto será possível lucrar com esse negócio; em quanto tempo o capital investido retornará para a conta do investidor (bolso do empreendedor).

Onde obter todas as informações para responder a essas questões?

Se você preferir, poderá obtê-las em sites na internet. Mas será que essa é a melhor maneira?

Eu arrisco dizer que não. Quando meus alunos de Empreendedorismo lançam-se em “campo”, em busca de informações para estruturar um novo negócio, o resultado é surpreendente. Muitas novas informações são descobertas, dados que nem mesmo haviam sido elencados como importantes.

E, tem mais, quando você vai pessoalmente conversar com as pessoas que detêm alguma informação importante, você acabará se envolvendo muito mais com o negócio e isso serve de preparação para tornar-se um empreendedor bem-sucedido.

Portanto, meu caro leitor, são léguas e léguas de distância entre uma boa ideia e um bom plano de negócios.

Só muito trabalho na busca de informações encurtará essa distância.

Sucesso!

 

 

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/empreendedorismo?c=245612/07/2011
Os pequenos notáveisQuando pensamos em sucesso nos negócios, já nos vêm à mente crescimento e a pequena empresa que vira um megaempreendimento, não é mesmo?

Mas será que sucesso é só isso? Que outro tipo de sucesso existe? Será que empreendimentos que se mantêm pequenos são mal-sucedidos?

Outro dia, fui numa pizzaria, que eu costumava frequentar no tempo em que era uma portinha tímida, com seis ou sete mesas e era o próprio dono que fazia a pizza, servia e conversava com os clientes.

Só que agora, a pizzaria cresceu e mudou de endereço: tem umas 40 ou 50 mesas, o ambiente é mais sofisticado, a pizza é mais cara, é preciso esperar por mesa porque ela está sempre cheia. E o dono, apesar de estar ali o tempo todo, já não faz a pizza, não se relaciona com os clientes, aliás, não sei o que ele exatamente faz na pizzaria.

Será que essa pizzaria é um empreendimento de sucesso? Se olharmos do ponto de vista do crescimento em si, do número de clientes, do faturamento, possivelmente a resposta seja um estrondoso SIM, ela é uma empresa de sucesso.

Mas, por outro lado, do ponto de visto do cliente, talvez, não seja tão sucesso assim.

Existe muita gente que procura por lugares diferenciados, que não sejam frequentados por muita gente. Que tenham o charme dos pequenos.

Lembro de um restaurante português em Maringá, no Paraná. Ele serve o melhor bacalhau que já comi. São oito mesas, no máximo. É caro e a simpatia não é cortesia da casa, mas, toda vez que vou a Maringá, bato o “ponto” no “português”.  Nesse caso, o que atrai é a qualidade da comida.

Em Curitiba, descobri um microrestaurante, que serve comida francesa e servido à francesa, com todo charme, que nesse ponto, o jeito francês é imbatível. São seis ou sete mesas. É preciso reservar ou esperar horas para sentar, mas quando se senta não dá vontade de sair. Boa comida, bom atendimento e a simplicidade da sofisticação que fazem o cliente se sentir um nobre em momento de descontração.

Não que eu saiba como um nobre se sente, mas intuo que ele tenha os seus momentos de exagero gastronômico, também.

Enfim, são as pequenas pousadas (roteiros de charme), são as cantinas que servem aquele prato especial, são os bistrôs (agora, em alta), que fazem aqueles pratos deliciosos. É aquele café que nos “transporta” para uma ruela romântica da Itália, é uma confeitaria que, além da torta maravilhosa, tem um clima de aconchego como a casa das nossas avós.

Esse é o charme dos pequenos. Mas,  ao crescerem,  perdem a identidade e o seu principal diferencial: o aconchego. E, muitas vezes, a qualidade também.

Portanto, meu caro leitor, ao pensar em tornar o seu pequeno e charmoso empreendimento numa super empresa, considere se será possível “transportar” também o que ele tem de melhor e pelo qual ele é valorizado pelos clientes.

Sucesso! 

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http://prsrvvm-wlp1.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/empreendedorismo?c=242230/06/2011