Comércio ExteriorNeste blog os seguintes assuntos serão priorizados:ImportaçãoExportaçãoAcesso a MercadoBarreiras ComerciaisFeiras e EventosRodadas de NegóciosAPL´sRede de EmpresasDistritos IndustriaisDistritos ComerciaisCooperativasAssociaçõesOng´sOscipsCentral de Negócioshttp://10.19.4.159:8080/blogs/blog/comercioexteriorpt-brChina volta a ameaçar a economia do BrasilA venda de commodities em 2009 do Brasil para China garantiu o superávit da balança, mas em 2010 o que preocupa é a postura cada vez mais agressiva da segunda economia do mundo na ocupação de espaços do comércio na América Latina. Estudo da área de inteligência comercial da Apex-Brasil dá a medida desse apetite.

O trabalho mostra a evolução das exportações de produtos industriais do Brasil e da China para a América Latina. E os números confirmam o avanço dos chineses, que este ano devem se voltar ainda mais para a região, buscando compensar o recuo do comércio nos Estados Unidos e Europa.

Em 2002, o Brasil exportou US$ 10,6 bilhões em produtos semi e manufaturados para a AL, e a China, US$ 7,1 bilhões. Em 2008, as exportações brasileiras chegaram a US$ 45,2 bilhões, enquanto a China exportou US$ 47,9 bilhões. As nossas exportações cresceram, em média, 27,2% no período; as chinesas subiram 37,4%.

Mas o dado mais impressionante é relativo ao período da crise. No ano passado, quando a turbulência global derrubou as exportações no mundo, as vendas do Brasil para a AL caíram 31%, enquanto as da China recuaram bem menos, 19%.

A perda de espaço nesse mercado é preocupante porque a América Latina tem um peso muito importante na balança comercial brasileira. Antes da invasão chinesa, o Brasil era o líder isolado de exportações para os vizinhos.

O economista Marcos Lélis, coordenador da área de inteligência comercial e competitiva da Apex, vê com muita preocupação esse avanço da China sobre o mercado latino-americano e aponta as dificuldades do Brasil para ampliar as exportações de semi e manufaturados, que caíram fortemente em 2009.

Com a nossa economia aquecida, os exportadores de produtos industriais podem ter dificuldades para atender às duas demandas: interna e externa, e darão prioridade ao mercado interno, acredita.

As incertezas ainda vigentes sobre o comportamento da economia mundial também reforçam essa tendência. Sem garantias de ampliar a participação no mercado externo, o empresário deve optar pela segurança do mercado local.

Os riscos em 2010 para a ampliação do comércio na região é a combinação desses dois fatores. De um lado, o crescimento da nossa economia e o aumento da demanda interna e, de outro, a atuação cada vez mais agressiva da China, que está determinada a conquistar a América Latina.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=97711/03/2010
Top Sites Brasileiros de Comércio Exterior

Sebrae Nacional
 
www.sebrae.com.br  e  www.internacionalizacao.sebrae.com.br

Sebrae Paraná
 
www.sebraepr.com.br
 
Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
 
www.abimaq.com.br
 
Associação Brasileira da Industria Têxtil
 
www.abit.org.br
 
Associação Brasileira dos Supermercados
 
www.abrasnet.com.br
 
Associação Brasileira das Indústrias de Calçados
 
www.abicalcados.com.br
 
Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação
 
www.abia.org.br
 
Associação Brasileira do Vestuário
 
www.abravest.org.br
 
Associação Brasileira da Industria Gráfica
 
www.abigraf.org.br
 
Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos
 
www.abihpec.org.br
 
Federação Brasiliera de Bancos
 
www.febraban.org.br
 
Site oficial do Brasil
 
www.brasil.gov.br
 
Ministério da Agricultura
 
www.agricultura.gov.br
 
Banco Central
 
www.bacen.gov.br
 
Banco do Brasil
 
www.bb.com.br
 
Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social
 
www.bndes.gov.br
 
Ministerio do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
 
www.mdic.gov.br
 
Ministério da Fazenda
 
www.fazenda.gov.br
 
Receita Federal
 
www.receita.fazenda.gov.br
 
Inpi
 
www.inpi.gov.br
 
Inmetro
 
www.inmetro.gov.br
 
Ministerio das Relações Exteriores
 
www.mre.gov.br
 
Agência de Promoção de Exportações do Brasil
 
www.apexbrasil.com.br
 
Portal do Exportador
 
www.portaldoexportador.gov.br
 
Brazil Trade Net
 
www.braziltradenet.gov.br
 
Exporta Brasil
 
www.exportabrasil.com.br
 
Associação Brasileira de Comércio Exterior
 
www.abracex.com.br
 
Edições Aduaneiras
 
www.aduaneiras.com.br 

Correios
 www.correios.com.br
 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=96608/03/2010
A Internacionalização da Amazônia!(texto recebido via e-mail e transcrito para o blog)

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."

"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalizaçã o de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=95904/03/2010
Programa de Internacionalização: Cursos à DistânciaPara o Sebrae, a Internacionalização é muito mais que promover a atuação de forma sustentável das micro e pequenas empresas brasileiras no mercado externo, é também torná-las mais competitivas em seu próprio país, onde a disputa com produtos e empresas estrangeiras está cada vez mais acirrada. Sua empresa quer se tornar mais competitiva?

A Internacionalização envolve não só exportar, mas também importar, fazer acordos de parcerias com empresas no exterior para vender para terceiros, para fornecimento de produtos e compra de tecnologia. É um processo mais amplo, que permite às empresas tornarem-se mais competitivas dentro e fora do país. Então, por meio do Programa, vai atuar para que a internacionalização esteja presente no cotidiano das MPE, aumentando assim o acesso dos empresários a informações e ao mercado externo.

Esta iniciativa tem como objetivo principal, desenvolver, adaptar e implementar, de forma articulada, estratégias, mecanismos, metodologias, conteúdos e ações que contribuam para a participação continuada das micro e pequenas empresas brasileiras no mercado internacional.

Você terá todo apoio e acompanhamento. O ambiente de estudo é muito simples e você será orientado passo a passo. Se você tem interesse, acesse o site www.internacionalizacao.sebrae.com.br , acesse os cursos no menu  "Acesso aos cursos" e efetive sua matrícula clicando no menu "Matricule-se".

Matrículas abertas para os cursos:

Curso 1: Planejamento para Exportar.
Curso 4: Condições de Venda para o mercado externo.

Os cursos são gratuitos e iniciam dia 01/03/2010.

Estes cursos estão sendo oferecidos preferencialmente para o empresário de micro e pequena empresa. Caso as vagas não sejam preenchidas, haverá chamada dos cadastros de pessoa física por ordem de inscrição.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=95801/03/2010
Programa de Internacionalização das Micro e Pequenas EmpresasSua empresa quer se tornar mais competitiva?

Para o Sebrae, a internacionalização é uma das formas de sua empresa conquistar este objetivo. Ela envolve não só exportar, mas também importar, fazer acordos de parcerias com empresas no exterior para vender para terceiros, para fornecimento de produtos e compra de tecnologia. É um processo mais amplo, que permite às empresas tornarem-se mais competitivas dentro e fora do país.
 
O Sebrae, através do Programa de Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas, atua para que a internacionalização esteja presente no cotidiano das MPE, aumentando assim o acesso dos empresários a informações e ao mercado externo.

Tem como objetivo preparar os empreendedores para competir no Brasil e no mundo, contando com o apoio do Sebrae e de seus parceiros: a Apex (Agência de Apoio às Exportações), o Banco do Brasil, o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e o ITC (International Trade Centre).


Objetivos do Programa

Preparar as Micro e Pequenas Empresas para um mercado doméstico cada vez mais globalizado;

Aumentar o número de Micro e Pequenas Empresas exportadoras, o volume e a qualidade de suas exportações;

Conscientizar as Micro e Pequenas Empresas quanto às vantagens e oportunidades do processo de internacionalização;

Identificar estratégias e práticas para que as Micro e Pequenas Empresas se beneficiem melhor das oportunidades de importação de bens e serviços, bem como das de absorção de inovação e de novas tecnologias provenientes do exterior.


Focos de Atuação

Fomento às exportações;

Novas modalidades de acesso ao mercado externo;

Novas oportunidades a serem exploradas pelas Micro e Pequenas Empresas como solicitantes e destinatárias de bens, serviços e tecnologias do mercado externo.


Público-alvo

Empresas que exportam ou já exportaram:

Recém ingressadas na base exportadora, com atividade exportadora descontínua, que abandonaram a base exportadora ou com atividade exportadora ininterrupta.

Empresas que nunca participaram do mercado externo:

Candidatas a ingressar no mercado externo ou que estejam "prontas" para exportar.


Acesse: www.internacionalizacao.sebrae.com.br e obtenha mais informações

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=95725/02/2010
Paraná Business Collection terá presença de compradores da Argentina e ParaguaiCompradores de outros países marcam presença no evento que inicia hoje em Curitiba. Lojistas do Paraguai e da Argentina foram convidados para conhecer a moda paranaense e fechar negócios com os empresários. Para potencializar o processo de vendas, treinamentos foram realizados com os expositores, onde foram abordados temas como o planejamento para internacionalização, preços, perfil de compradores e dicas sobre estes países. "Essa estratégia é uma forma de preparar esses empresários para a abordagem desses compradores e prepará-los para as vendas”, explica Edvaldo Corrêa do Sebrae Pr.

O executivo da CNA - Federmoda, uma confederação de apoio às pequenas empresas italianas, Antonio Franceschini, desembarca em Curitiba para a quarta edição do  Paraná Business Collection. Franceschini esteve na última edição do evento e neste ano, além de acompanhar as novidades da moda produzida no Estado, o executivo da CNA - Federmoda também foi convidado para integrar o júri do Prêmio João Turin, iniciativa que valoriza os novos talentos.

Na avaliação do gerente da Unidade de Programas Estaduais (UPE) do Sebrae/PR, José Gava Neto, o Paraná Business Collection mescla moda e negócios, e esta é a sua principal qualidade, já que atende um maior número de empresas. “É uma oportunidade para que as pequenas empresas do setor de vestuário do Paraná mostrem a criatividade e qualidade da moda paranaense em um evento que integra a produção e o mercado, o que amplia os canais de relacionamento dessas empresas”.

Doze desfiles de grifes paranaenses estão sendo preparados para os cinco dias de evento: Jefferson Kulig, Lafort Collection, Fábio Bartz, Lucia Figueredo, Sinistra, picnicdelefante, Basic, All Purpose, Raffer, Chita Brasil, Joyful, Basic e Silmar Alves. Os estilistas paranaenses vão lançar na passarela a moda Inverno 2010

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=93522/02/2010
Banco do Brasil promoverá o treinamento EXPORTAÇÃO I na cidade de Curitiba em 24 de Fevereiro de 2010

24/02/2010 – CURITIBA - PR

CURSO EXPORTAÇÃO I


Local: Centro de Treinamentos Banco do Brasil

Rua Rockfeller, 651 - Bloco B - Rebouças


INVESTIMENTO

Público Geral: R$ 250,00

Assinantes de Consultoria: desconto conforme  o pacote

 

NOME

 

CPF

 

EMPRESA

 

CNPJ

 

ENDEREÇO

 

CIDADE

 

UF

 

FONE/FAX

 

e-mail

 

 

Informações:

Horário: 09:00 às 18:00 horas.

Levar Calculadora

Vagas Limitadas.

 

Formas de Pagamento:


CLIENTES BB - EFETUADO SOMENTE COM A CONFIRMAÇÃO DO CURSO.

(      ) DÉBITO EM CONTA

AUTORIZO o débito na agência _______, conta __________ do Banco do Brasil.

 

NÃO CLIENTES - FAVOR ENVIAR COMPROVANTE PARA E-MAIL AGE1628@BB.COM.BR, DEVIDAMENTE IDENTIFICADO.

(      ) DEPÓSITO - Faça o depósito em DINHEIRO, na “boca do caixa”, em qualquer agência do Banco do Brasil na ag. 4500-4 conta: 51799-1801-0 RECOLHIMENTO DE TARIFA - (Sr.(a) Caixa, se a conta não existir em sua agência, favor cadastrá-la no aplicativo DEB - 53 - 21, informando como Titular/Razão o próprio nº da conta informada acima).

(      ) DOC - Transferência entre Bancos:


Banco:
001 - Banco do Brasil

Agência: 4500-4 - Fonte Cristal

Conta corrente: 31.027.980-1

Favorecido: Banco do Brasil

CNPJ: 00.000.000/5434-89

 

  • Gentileza confirmar participação enviando esta ficha preenchida indicando uma das formas de pagamento acima.
  • Solicitamos que o pagamento seja efetuado, após confirmação do treinamento, até 1 (um) dia antes da realização do curso.
  • O Banco do Brasil reserva-se o direito de alterar datas, horários e cancelar programas, de acordo com a necessidade. 


INFORMAÇÕES:

Gerência Regional de Apoio ao Comércio Exterior do Banco do Brasil

GECEX CURITIBA-PR

e-mail: age1628@bb.com.br

fone: (41) 3321-2382

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=94318/02/2010
Planejamento para Internacionalização - Palestra aberta ao público em geral Planejamento é a palavra chave para quem quer fazer parte da "globalização" e estar preparado para concorrer mesmo dentro do mercado doméstico. O Sebrae Paraná oferece um atendimento coletivo que ajuda o empresário a alinhar seus objetivos e analisar se o momento é propício para ingressar no mercado externo.

As datas e horários do Atendimento Coletivo de Internacionalização já estão disponíveis até final de junho para Curitiba. Os interessados podem se inscrever pelo 0800 570 0800.

Segue abaixo o calendário:

25/02 das 19hs às 22hs

03/03 das 09hs ás 11hs

15/03 das 14hs às 16hs

30/03 das 19hs às 21hs

12/04 das 09hs às 11hs

22/04 das 14hs às 16hs

03/05 das 19hs às 21hs

13/05 das 09hs às 11hs

26/05 das 14hs às 16hs

07/06 das 19hs às 21hs

18/06 das 09hs às 11hs

30/06 das 14hs às 16hs 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=93117/02/2010
Importações no Paraná também tiveram queda em 2009Mesmo com uma redução de 49,73%, os "Produtos Químicos", especialmente adubos, fertilizantes e outros produtos destinados à agricultura, continuaram no topo da lista das importações paranaenses, respondendo por 18,92% do total de 2009. Em seguida aparecem "Material de Transporte" (18,31%), que teve queda acumulada de 24% em 2009; e "Petróleo e derivados" (13,84%), com redução de 58,30%.  Os grupos de produtos que apresentaram aumento nas importações no ano passado foram "Produtos Têxteis" (2,64%), "Cereais" (4,04%), "Carnes" (13,15%) e "Preparações Alimentícias Diversas" (31,45%).

Em se observando as importações por Categoria de Uso, as maiores reduções nas importações paranaenses em 2009 foram registradas no grupo "Combustíveis e Lubrificantes" (-58,30%), seguido de "Bens Intermediários" (‑36,01%). Já a compra de "Bens de Capital", que incluem máquinas e equipamentos para a indústria, teve queda de 15,51% no ano passado, índice parecido ao dos "Bens de Consumo" (-15,92%).


Parceiros comerciais

A posição dos países dos quais o Paraná mais importa também apresentou mudanças em 2009 quando comparado com 2008. A Argentina, mesmo com queda de 6,20% nas vendas a empresas paranaenses, passou do terceiro para o primeiro lugar. A Nigéria, que ocupava a primeira colocação em 2008, passou para segundo, com queda de 55,26%. Em terceiro lugar aparece a China, com retração de 10,44%. As novidades na lista dos países dos quais o Paraná mais importa ficam por conta do Paraguai (8º lugar) e Taiwan (9º), deslocando Rússia e o Canadá.

Em termos de fluxo de comércio (exportações mais importações), a China continua com a posição de principal parceiro comercial do Paraná, com U$ 2,505 bilhões de intercâmbio em 2009 (exportações de U$ 1,234 bilhão mais importações de U$ 1,270 bilhão). Em segundo lugar vem a Argentina, que possui intercâmbio de comércio com o Paraná na ordem de U$ 2,161 bilhão, seguida pela Alemanha (U$ 1,627 bilhão).

 

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=92112/02/2010
O Foco Empresarial do Brasil na Expo Shangai 2010A coordenadora do Pavilhão Brasileiro, Suelma Rosa, discutiu recentemente com membros do Comitê de Comércio Exterior da Câmara Americana em São Paulo, a organização de uma missão empresarial em algum momento do período que abrange o evento, entre 1 de maio e 31 de outubro.

"É a primeira vez que o Brasil fará uma ação maciça de posicionamento de imagem na China. Por isso é fundamental estarmos preparados e envolvermos o maior número de parcerias possível", afirmou Suelma Rosa durante sua palestra no painel "Agenda Brasil-China: ações conjuntas entre Governo e iniciativa privada para 2010".

Tendo em vista que a China é o principal parceiro comercial do Brasil, é fundamental debater as relações comerciais entre os dois países, com o objetivo de envolver mais ativamente a iniciativa privada em ações que intensifiquem as oportunidades de negócios.

Para o presidente da Apex-Brasil, responsável pela organização da participação brasileira na Expo Xangai, "a consolidação da China como principal parceiro comercial do Brasil representa um desafio e uma oportunidade, que desejamos aproveitar da melhor forma possível".


Participação estratégica

A participação brasileira na Expo Xangai insere-se na estratégia que é essencial para o posicionamento do Brasil na China, considerada um mercado prioritário depois que se tornou o principal parceiro comercial do País. No total, são 191 países, 39 organizações internacionais e 10 ONGs de grande porte que estarão presentes ao evento. A relação da China com o Brasil ganha cada vez mais relevância não apenas no âmbito econômico-comercial, como também nas dimensões política e estratégica. Nesse contexto, a decisão do Governo brasileiro de participar da Expo levou em consideração a necessidade de:

  • Promover setores brasileiros com reconhecida competitividade internacional, que impulsionam o desenvolvimento sustentável das cidades;
  • Promover a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016;
  • Divulgar o posicionamento brasileiro sobre temas sensíveis e de interesse mundial, como biocombustíveis e outras energias limpas e renováveis, segurança alimentar, fronteira agrícola e preservação da amazônia;
  • Apresentar e discutir práticas de sustentabilidade, expansão da infraestrutura urbana e temas afins.

Para organizar a participação do Brasil no evento foi criada, em junho de 2008, uma Comissão Interministerial (CI) coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). A CI-Expo Xangai 2010 tem a responsabilidade de articular a participação de órgãos federais, estaduais e municipais, autarquias e entidades públicas e privadas no evento.

Em março de 2009, portaria do MDIC determinou que a execução do projeto brasileiro na Expo ficaria a cargo da Apex-Brasil por sua reconhecida experiência na promoção do Brasil internacionalmente. O presidente da Agência, Alessandro Teixeira, foi designado novo Comissário-Geral do Brasil na Expo Xangai 2010, bem como nomeado para o cargo de Comissário-Geral Adjunto o diretor de gestão e planejamento da Apex-Brasil, Ricardo Schaefer. Para executar os trabalhos, foi criada uma
Secretaria Executiva.

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=89610/02/2010
Missão Comercial para o Oriente MédioA delegação empresarial será liderada pelo ministro Miguel Jorge e terá apoio do Itamaraty, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), da Câmara de Comércio Árabe Brasileira e da Câmara de Comércio e Indústria Brasil Irã.

As inscrições podem ser feitas até o dia 11 deste mês por meio do site do Ministério (veja informações abaixo). São considerados prioritários os setores de alimentos e bebidas, casa e construção, máquinas e equipamentos, veículos automotores, infraestrutura e aeronáutico.

O objetivo da viagem, segundo o MDIC, é incentivar o comércio e os investimentos brasileiros no Oriente Médio. Para o Ministério, embora crescente, as relações comerciais com os três países que serão visitados ainda são pequenas em comparação ao comércio exterior do Brasil como um todo.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC, as exportações do Brasil ao Egito renderam US$ 1,444 bilhão no ano passado, um aumento de 2,5% em comparação com 2008. Os principais itens embarcados foram minério de ferro, carnes in natura, açúcar, aeronaves e produtos químicos inorgânicos. Empresas tanto do Egito como do Líbano já compraram aviões da Embraer.

Ao Líbano, as vendas somaram US$ 310,6 milhões em 2009, um crescimento de 13,4% em relação ao ano anterior. As principais mercadorias comercializadas foram carnes in natura, bovinos vivos, café, semimanufaturados de ferro e aço e óleo diesel. O Brasil concentra a maior comunidade de imigrantes libaneses e descendentes do mundo.

Para o Irã, a receita dos embarques chegou a US$ 1,218 bilhão no ano passado, um avanço de 7,5% sobre 2008. Os principais produtos da pauta foram carnes in natura, milho, açúcar, farelo de soja e soja em grãos.

Segundo o MDIC, nos casos dos ramos de alimentos e bebidas, casa e construção, máquinas e equipamentos e veículos, podem ser organizadas rodadas de negócios, se for de interesse das empresas. Para as áreas de infraestrutura e aeronáutica serão feitas agendas individualizadas.

A delegação vai viajar em avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e haverá transporte para os compromissos que fazem parte da agenda da missão. Todos os outros custos são de responsabilidade das empresas. Como as vagas são limitadas, haverá um processo de seleção. O primeiro país a ser visitado será o Irã, seguido do Egito e, por último, o Líbano.

Mais informações e inscrições

Site sobre missões do MDIC: www.mdic.gov.br/missoes

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http://10.19.4.159:8080/blogs/posts/comercioexterior?c=92308/02/2010